
Den Schülern Plastikflöten zu geben, sei „wertlos“. „Wir müssen nicht dreitausend Musiker in einer Schule ausbilden, wir müssen ihnen beibringen, wie man Musik hört“
https://cnnportugal.iol.pt/martim-sousa-tavares/musica/dar-flautas-de-plastico-aos-alunos-nao-vale-nada-nao-temos-de-formar-tres-mil-musicos-numa-escola-temos-e-de-ensina-los-a-ouvir-a-musica/20260404/697b7c67d34e0ec52ec2e452
Von kiyomoris
12 Kommentare
Tem razão. É uma pena não se aproveitar as aulas de Educação Musical para compreender a estrutura de uma canção, identificar instrumentos e perceber quais são „naturais“ e os „sintéticos“. Ficar a conhecer vários tipos de género e as suas características, etc…
Uma coisa não invalida a outra. Também se aprende a ouvir.
Conceito de motricidade fina é inexistente….
A mim não me deram coisa nenhuma lol…
Tive de pagar a flauta
fui à escola em Portugal à bastante anos. emigrei e tenho muidos na escola pública. A diferença é abismal. Eles aqui têm aulas de carpintaria, música como deve de ser, costura, cozinha, metalurgia, pintura escultura… enfim.
Não conheço ninguém que gostava de tocar aquelas flautas, muito menos alguém que tenha pensado em seguir o caminho da música por causa das mesmas.
Cada vez que ouço falar destas flautas ou é como ninguém gostava ou se alguém tem uma a mais para não estar a comprar uma nova.
Como diz o entrevistado, temos de arranjar forma de ensinar aos miúdos como apreciar a musica e não como tocar, isso aprendem mais tarde, ou de preferência a escola ter um dia dedicado à atividade em si (segunda – aprender um instrumento, terça – aprender robótica, etc…). Não se pode continuar a ignorar que o mundo mudou e a maneira dos miúdos aprenderem também.
Criticar os outros é muito fácil, mas depois fazem o mesmo que lhes ensinaram nos conservatórios. Não sabem ouvir jazz, não sabem ouvir músicas do mundo, não sabem ouvir música renascentista, etc.
É mais um pseudoelitista que depois passa a vida a tocar repertório germano-austriaco do século XVIII e XIX e que depois acha que tudo o resto não presta.
A flauta é um instrumento barato com quase zero manutenção que facilita a inclusão do ensino da música a todos.
Mais um nepo baby que agora está em todo o lado. Minha nossa senhora. Já ouvi falar mais deste gajo nos media em 3 anos que da Maria João Pires em toda a minha vida.
Tive má nota a música no 6° ano porque não sabia ler uma pauta e porque não tinha decorado uma peça qualquer 🙁
Quando há alunos a entrar no 3º Período sem professores, falar de flautas de 7 euros parece mais uma medida de distração do que propriamente algo de objetivo.
É óbvio que nem todos serão músicos, e no entanto parece-me justo, mas não prioritário uma revisão dos programas. Um ukelele em condições, por exemplo, custa entre 35 e 120 euros… será que os pais, para comprar os livros escolares, sabe Deus, terão vontade de fazer esse investimento?
Mas penso que claramente face ao estado atual do ensino, existem outras prioridades.
A única coisa para que me serviu a flauta foi para fumar 5 charros de uma vez nos tempos das universidade