
Zuerst wegen des Namens auf Englisch, jetzt wegen der attraktiven Gehälter, die Nova SBE zu zahlen begann, um internationale Spitzenlehrer anzuziehen und auf Englisch zu unterrichten. Dieser kluge Kerl hat die Mission, die jahrelangen Bemühungen zu zerstören, eine durchschnittliche Hochschule in einem kleinen Land auf die Karte der besten europäischen Universitäten zu bringen …
Ja, es gibt Lehrer mit erstklassigen Gehältern und Lehrer mit zweitklassigen Gehältern, denn es gibt erstklassige Lehrer und zweitklassige Lehrer.
“Temos professores de primeira e de segunda categoria na Nova de Lisboa. É inadmissível”
Von sctvlxpt
12 Kommentare
Quer ter uma universidade de renome internacional a pagar peanuts aos professores XD
Substituir „Nova de Lisboa“ por qualquer universidade/escola, ou mesmo empresas 🙂 é assim em todo o lado
>No caso da Faculdade de Direito da Universidade Nova, penso que à volta de 70% das disciplinas são lecionadas em inglês, mas acho isso uma loucura, porque os elementos de estudo só existem em português. É preciso bom senso e não embarcarmos numa moda.
Oh minha FDUNL quem te viu e quem te vê. Ainda bem que o Prof. Freitas do Amaral não está cá para assistir a isto.
E os de segunda pagam mais impostos…
> Quem quer vir para Portugal para uma carreira da função pública pode ser estrangeiro, mas tem de saber português. Aliás, na Faculdade de Direito da Universidade Nova, infelizmente, num concurso que recentemente abriu para professor catedrático, tinha a seguinte solução: exigia-se a proficiência do inglês, falado e escrito, mas não se exigia qualquer proficiência em português. Isto é que acho que é o cúmulo do disparate.
> Então, numa universidade que é pública e é portuguesa, não se exige que saiba português, mas vai exigir-se que saiba inglês. Mas nós estamos no Reino Unido ou estamos em Portugal? Estamos nos Estados Unidos ou estamos em Portugal? Às vezes, parece que não sei onde é que eu estou.
> No caso da Faculdade de Direito da Universidade Nova, penso que à volta de 70% das disciplinas são lecionadas em inglês, mas acho isso uma loucura, porque os elementos de estudo só existem em português. É preciso bom senso e não embarcarmos numa moda.
Que isto são guerrinhas de pilinhas entre catedráticos? com certeza q sim. Agora há aqui coisas q o Prof. diz q não fazem o mínimo sentido. Menos ainda numa Faculdade de Direito que presumo ensine direito… português…
> “Acho que isto é inadmissível, se é a mesma universidade, por que razão há professores que ganham mais do que outros?“, insiste.
“Acho que isto é inadmissível, se é a mesma empresa, por que razão há trabalhadores que ganham mais do que outros?“, insisto eu logo à tarde com o meu patrão.
Aquela mentalidade de nivelamento por baixo.
Já parece as guerras civis romanas.
De um ponto de vista puramente legal e pondo de parte a minha opinião pessoal, consigo entender o esta pessoa quer dizer.
A lei laboral portuguesa não permite que pessoas com a mesma categoria profissional e atributos sejam remuneradas de forma diferente.
Quer isto dizer que, se vou contratar 2 professores para a mesma categoria profissional, sendo 2 professores com níveis semelhantes de qualificação e experiência profissional, a lei não permite que sejam remunerados de forma diferente.
Dito isto, sem ver os contratos e as fundamentações efetivamente apresentadas é impossível aferir a legalidade ou não dos contratos.
É assim tão importante face às outras universidades para estamos a discutir estes gossips no sub Portugal?
Não quereis ir falar para o sub Lisboa?
Alguém mais vê o paralelismo disto com o caminho do SNS?
Vamos ter pessoas empregues por consurso público a ganhar bem menos do que os „externos“.
As mesmas pessoas que se opõem ao fim das propinas, porque os contribuintes não podem pagar o ensino superior público de outros portugueses, são os mesmos que defendem que uma faculdade de uma universidade pública ofereça quase exclusivamente cursos em inglês a estudantes internacionais.
O único erro que noto da análise do Bacelar Gouveia é assumir que os estudantes internacionais entram mais facilmente nesses cursos porque têm melhores notas, quando a realidade se prende com o facto de terem MAIS notas.
Ignora-se também o facto de que estas universidades „internacionais“ servem muitas vezes para garantir que certos e determinados indivíduos obtenham vistos de residência, que não obteriam de outra forma.