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23 Kommentare

  1. >Portugueses passam mais tempo a receber subsídio de desemprego que os imigrantes
    Estudo do Banco de Portugal estima que os imigrantes estão a receber subsídio de desemprego e outras prestações sociais em menos de 5% do tempo da sua permanência no país.
    >Os imigrantes que chegaram ao país desde 2010 e que mantêm uma relação com a Segurança Social estiveram menos de 5% do seu tempo de permanência no país a receber subsídio de desemprego, pensões ou outras prestações sociais, uma percentagem que é menor do que a registada pelos portugueses do mesmo grupo etário, no mesmo período de tempo.
    >
    >Os dados foram apresentados nesta quarta-feira pelo Banco de Portugal, numa análise realizada com base nos dados da Segurança Social, e dão argumentos à ideia, expressa pelo governador da autoridade monetária, de que “os trabalhadores estrangeiros que estão cá em Portugal estão cá para trabalhar”.
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    >O que o Banco de Portugal fez foi verificar em que situação é que as pessoas com idades compreendidas entre os 29 e os 46 anos estiveram perante a Segurança Social — se a contribuir, se a receber benefícios — entre 2010 e 2024.
    >
    >No caso dos cidadãos estrangeiros, em mais de 95% do tempo, a situação era de trabalho: 66,3% como trabalhadores por conta de outrem, 22% como trabalhadores independentes, e 7,2% como membros de órgão estatutário (alguém que ocupa um cargo de direcção, fiscalização ou administração numa empresa ou associação). Nestas situações, estão a contribuir para a Segurança Social.
    >
    >No resto do tempo, mais exactamente em 4,5% do tempo, estiveram a receber benefícios da Segurança Social: 3,6% no caso do subsídio de desemprego, 0,2% pensões e 0,7% outras prestações sociais.
    >
    >Esta percentagem de tempo em que os imigrantes receberam benefícios da Segurança Social é menor do que a registada entre os nacionais no mesmo escalão etário e durante o mesmo período de tempo. Nesse caso, cada indivíduo passou em média 4% do tempo a receber subsídio de desemprego, 1,4% pensões e 1,6% outras prestações sociais, num total de 7%.
    >
    >Como afirma o Banco de Portugal no boletim económico divulgado nesta quarta-feira, “os trabalhadores nacionais com idades entre os 29 e os 46 anos apresentam, em termos comparativos [com os trabalhadores estrangeiros], uma proporção ligeiramente maior de beneficiários de prestações sociais e de pensões da Segurança Social”.

    Artigo tem mais, mas é sob acesso pago.

    os portugueses ~~imigrantes~~ não podem viver de subsídios

  2. Está conversa do português vs imigrante, venha de que lado for, só divide e não ajuda em nada

  3. aaa.. estamos em Portugal, isto não é normal, mesmo em termos percentuais?

    mais uma notícia encomendada

  4. omaiordaaldeia on

    É analisado o ciclo de vida completo dos imigrantes? Isto é, quando passam a ter a nacionalidade a estatística em relação à eles mantém-se ou o comportamento é alterado?
    Não se questiona se os apoios sociais estão bem desenhados? Se os imigrantes têm acesso à informação que lhes permita aceder aos mesmos direitos?
    O facto de um grupo estar mais vulnerável não impacta o desemprego do outro grupo para os mesmos trabalhos?
    Será que este estudo responde a estas questões?

  5. Glum-Football-5220 on

    Não é preciso trabalhar 360 dias em 2 anos para se ter direito a subsidio de desemprego? Além disso, olhando para o gráfico, parece-me bastante igual entre portugueses e imigrantes.

    [https://public.flourish.studio/visualisation/28228065/](https://public.flourish.studio/visualisation/28228065/)

    Edit: 4% dos portugueses vs 3.6% dos imigrantes

  6. Estranho seria se fosse o contrário. O subsídio de desemprego implica ter estado a trabalhar. Mais concretamente, implica ter estado a trabalhar pelo menos 1 ano. Ou seja, qualquer imigrante que esteja no nosso país há menos de um ano, é totalmente impossível receber fundo de desemprego. E claro, com um ano de trabalho, o subsídio também não é muito longo (depende da idade mas é à volta de 6 meses). Quanto mais tempo de trabalho e descontos para a SS mais tempo de fundo de desemprego. Dado que a imigração em massa tem ocorrido nos último 5 ou 6 anos, e muitas vezes a legalização acontece depois de cá estarem, têm muito menos tempo para conseguir ter direito a subsídio de desemprego.

    Nem faz sentido fazer esta comparação.

  7. UnethicalApparatus on

    Os Portugueses são uma cambada de preguiçosos!

    Tem que se eliminar este tipo de apois, para pôr os portugueses a trabalhar! Se os estrangeiros conseguem, os portugueses têm que ser capazes de fazer o mesmo!

    Era esta a conclusão que devia tirar?

  8. Hahaha estes posts são hilariantes. O ponto é mesmo esse. É como a criminalidade, os Portugueses são portugueses, não é uma escolha ele nascerem cá, infelizmente é mt difícil reduzir para zero.
    No entanto os imigrantes é uma escolha. Nos podíamos escolher ter quase 0 abusos de imigrantes, 0 criminalidade, etc bastava ter uma política de imigração como tinhamos há umas décadas atrás em vez de ser o entra tudo de agora. Porque é que é tão difícil aceitar que pessoas com historial criminoso ou sem prova legítima que vêm com intencoes para trabalhar em Portugal não deviam entrar…. Pela colatra levam os que já cá estão e bem integrados.

  9. Mais uma notícia encomendada para mandar vir a próxima fornada de mão-de-obra barata.

    “Os portugueses não querem trabalhar!1!1!1”

  10. Um titulo merdoso so para causar discórdia oh publico. Estes jornalistas ja devem ter cadeiras na faculdade de introdução ao clickbait lol

  11. PeculiarMetaphor on

    “Há portugueses que também fazem, logo têm que aceitar que os outros lhes façam também.”

    Tudo serve para continuar a justificar o sistema de neo-escravatura.

  12. Powerful-Tie7370 on

    Já nos roubaram os trabalhos, agora também querem roubar a falta de trabalho?

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