Direktor der Justizpolizei „ilubidierte“ Fernando Gomes im Verzug des Generalstaatsanwalts

    https://www.record.pt/futebol/detalhe/diretor-da-policia-judiciaria-ilibou-fernando-gomes-a-revelia-do-procurador-geral

    Von odetriunfal

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    7 Kommentare

    1. odetriunfal on

      Foi com “desconforto”, segundo um colega do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, que, na terça-feira, o procurador Pedro Botas assistiu às declarações do diretor nacional da Polícia Judiciária, Luís Neves, “ilibando” Fernando Gomes, ex-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, na Operação ”Mais Valia”. Este processo investiga suspeitas de corrupção, entre outros crimes, na venda, em 2018, da antiga sede da Federação Portuguesa de Futebol.

      De acordo com informações recolhidas pelo **CM**, as palavras de Luís Neves não foram coordenadas com o Ministério Público. **Aliás, questionada pelo CM se “as declarações do diretor da PJ foram previamente acordadas com o Procurador-geral ou com o magistrado titular do processo”, a Procuradoria-geral da República foi taxativa: “Não houve qualquer contacto prévio”.**

      Na mesma resposta, a Procuradoria informou que o “Ministério Público pronuncia-se sobre responsabilidade criminal nos momentos processuais próprios ou quando sejam exigíveis esclarecimentos”, tal como prevê o artigo 86º do Código do Processo Penal. Certo é que as declarações do diretor nacional da PJ,  dizendo que, nem Fernando Gomes, nem Tiago Craveiro, ex-diretor geral da FPF, era suspeitos na investigação em curso não caíram bem no DIAP de Lisboa.

    2. odetriunfal on

      Conforme disse noutro sub: este pândego que adora aparecer na TV e fazer comentário político passou por cima dos verdadeiros responsáveis pelo processo. O Ministério Público é o titular da ação penal; aos órgãos de polícia criminal cabe coadjuvá-lo.

      Num país a sério, ocorreria a demissão desta personagem.

    3. Pessoalmente, acho que há muito mais nesta história do que é visível.

      Custa-me muito a acreditar que o Diretor da PJ tenha feito isso de livre vontade. Não faz nenhum sentido.

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