
Die Regierung schlägt Mindestniveaus an Rechen- und Englischkenntnissen für den Zugang zur Hochschulbildung vor
Studierende, die sich für eine höhere Ausbildung bewerben, müssen über entsprechende Niveaus verfügen "ausreichende Lese- und Schreibfähigkeiten, um in einer wissensbasierten Gesellschaft agieren zu können"sowie "ein gewisses Maß an Englischkenntnissen"das ihnen den Zugang zu internationaler akademischer Literatur ermöglicht, sagt das Ministerium für Bildung, Wissenschaft und Innovation (MECI), das Vertretern von Universitäten und Fachhochschulen einen Entwurf eines Gesetzesdekrets vorgelegt hat, das neue Bestimmungen vorsieht "Einreisebestimmungen" im Hochschulbereich.
https://www.publico.pt/2026/03/27/sociedade/noticia/governo-propoe-niveis-minimos-numeracia-ingles-entrar-ensino-superior-2169146?fbclid=IwY2xjawQzVCtleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeVTeBX_2dd6uLipVFMzZpqh8YzM56hUG1I2yTFEGCAYrpLsgBqvaoG5P04Pc_aem_Un-pJ_fnqgkvWOhumiIGNw
Von josefinoz
11 Kommentare
Suponho que seja para adaptar à internacionalização das entidades de ensino superior, com o objectivo de atrair mais alunos estrangeiros com licenciaturas totalmente em inglês. No fundo, criar um modelo de negócio.
> Os estudantes que concorrem ao ensino superior devem ter níveis „adequados de literacia e numeracia para operar numa sociedade baseada no conhecimento“
Se calhar, o problema está no modelo de ensino básico e secundário que que não garante que os alunos terminem com essas competências, e não propriamente nos “requisitos de entrada” no ensino superior.
Seria de esperar que obter aprovação no ensino secundário implica que esses requisitos foram atingidos.
Não?!
Não acho a medida errada, mas nasce de um dos maiores erros na ideologia de educação.
Antes estes requisitos eram garantidos pela aprovação no ensino secundário. O facto da reprovação se ter tornado quase impossível até ao 3° ciclo, a criação de programas curriculares com necessidades específicas e necessidades adicionais levou a uma degradação dos padrões de ensino.
É possível terminar o 9° sem saber ler.
Se isto for para a frente, e dependendo dos requisitos „adequados de literacia e numeracia“, estou para ver a evolução do número de entradas naqueles cursos que a malta vai para fugir das matemáticas.
O que devia ser revisto é o programa atual em que um autêntico burro pode acabar o 9o ano sem saber escrever ou fazer contas básicas.
Há que instalar o mínimo de exigência de volta no ensino… se calhar reformular também os ramos de aprendizagem, tentar encaminhar os menos brilhantes para programas mais adequados, dar ênfase ao ensino profissional também
Faz sentido.
E que tal, e que tal, e que tal… proporem isso para os alunos passarem de ano na escola? Demasiado antiquado, eu sei.
Não seria mais fácil o crivo ser colocado ao longo dos anos de estudos? É que assim o aluno ainda tem a hipótese de aprender, se a avaliação for feita apenas no final, torna-se muito mais difícil absorver o conteúdo de vários anos.
A solução está a ser criada no local errado, devia ser colocada na origem do problema.
Os níveis de conhecimento matemático, histórico, de ciências naturais e físicas, de língua estrangeira, etc. devem ser garantidos no ensino básico. É para isso que ele existe.
O ensino secundário é ensino de especialização. Um estudante que esteja num curso artístico e queira seguir artes no ensino superior, por exemplo, já deveria ter desenvolvido a numeracia necessária para o seu curso, não é necessário pais formação específica.
Acho que sim. Em certas àreas o português só atrapalha, um programador de it sem inglês não vale de nada nem se consegue atualizar por exemplo.
Foda-se finalmente.
O secundário (e os outros) já não são o que eram, deixam passar tudo para tentar manipular as contas reportadas à UE.
Comecem pelos cursos superiores e trabalhem para baixo.