Aposto que nem a maior parte dos donos dos terrenos sabem que o são
Nice_Soup3198 on
Tudo ilegal e sem papéis!
nothing_pt on
Da minha parte posso ajudar, não sou dono de nenhum.
Live-Confection6859 on
Tem de ser tudo expropriado obviamente. Apenas criando grandes terrenos, de milhares de m2, é possível gerir o território.
zalkier on
Usocapião do estado, se não aparecer ninguém a reclamar está resolvido, se aparecer alguém resolvido está.
Nocoffeegreentea on
Ainda a pouco dias apareceu um comentário de alguém que tinha na família uma herança por dividir à mais de 100 anos, a isto junta o custo da escritura de compra de um terreno que custa mais que o terreno, dai muitas transmissões eram por boca a assim ficaram, pode polvilhar com pessoas que foram para fora e depois de morrer os filhos não fazem ideia de onde ficam as terras, e junta mais um ou outro pormenor e chegamos ao estado actual.
A grande questão agora é como vamos resolver, e que trás outro problema, vai ser um processo complexo, que vai dar muito trabalho e vai demorar muitos anos, e como os governos apenas fazem, no geral, planos a 4 anos para ficar bem para as próximas eleições, ficamos como estamos pouco ou nada vai acontecer.
Fun_Leave4327 on
Se não se conhece o dono, que tal estabelecer um prazo de tempo razoável, dar notícia pública do mesmo, e findo este período os terrenos que não tivessem dono revertessem a favor do estado?
luso_warrior on
Há terrenos que custa mais fazer a escritura do que o próprio valor de mercado deles.
Certain_Palpitation8 on
Só devia ser permitido ser dono de um imóvel, seja rural ou urbano quem tivesse condições de o preservar, comprar por manifestação de riqueza para dizerem que são donos de metade da freguesia, e depois manutenção e prevenção não acontece…. E as autoridades nada fazem. Criam-se comissões, organismos, programas de apoio, etc… mas apenas para dar tacho aos amigos que agora seguram bandeiras ou vão começar a aparecer nos folhetos eleitorais.
Se não tem dono, o estado que tome posse e comece a fazer uma reestruturação dos solos, acabe com a hegemonia dos eucaliptos, e continua a fazer enriquecer um sector muito restrito, mas que está a destruir as nossas culturas e coloca em perigo as populações e propriedades próximas desses terrenos.
Utilize como trabalhadores, as pessoas que vivem a custa do RSI, CEI ’s, os prisidiarios, os próprios militares que possuem de maquinaria para criar barreiras naturais e caminhos de acesso.
Invistam na aquisição de meios de combate ao fogo eficazes, ter meios aéreos inoperacionais, em que a data de resolução /reparação /entrega é no mês de Setembro, e depois nos meses de maior necessidade andasse a contratar empresas privadas a preços absurdos, é apenas CRIMINOSO
nice_voyager on
Estou envolvido neste processo há meses para regularizar os terrenos rústicos familiares herdados há décadas.
Tem sido um calvário.
De simples não tem nada.
Uma coisa é a AT/Finanças. Outra coisa é o BUPI. Outra coisa é a conservatória do registo predial.
Tínhamos todos os terrenos listados na AT, do qual se paga IMI há décadas.
Não tínhamos BUPI/desenho/georreferenciação de nenhum.
Não tínhamos nenhum registado na conservatória do registo predial.
De vários deles não sabíamos sequer as suas delimitações, pois são em zonas remotas, sem acessos e zonas íngremes. E em vários não há muros nem marcos nem referências. Ou muros a mais no caso de socalcos.
Com as cadernetas da AT tinha-se apenas uma ideia de quem há décadas eram os vizinhos (atualmente serão os herdeiros) e quais as áreas. Facilitava se alguma das confrontações fosse um caminho ainda usado.
Tive de andar à procura de quem me ajudasse a tentar identificar.
Fui ao terreno fazer o levantamento topográfico dos terrenos todos, em vários deles sabendo à partida que a localização não era exata mas apenas aproximada.
Fui para a plataforma BUPI online. Tive de reunir imensa documentação e procurações de familiares.
Em alguns casos, quando ia desenhar o meu terreno, parte da área já tinha sido desenhada por um vizinho. Mas o BUPI não diz quem é o vizinho para poder esclarecer com ele antes. Acabei por desenhar o que eu achei correto. Nalguns casos deixando áreas sobrepostas.
Depois a saga da conservatória do registo predial.
Já não tínhamos habilitação de herdeiros de há décadas atrás de quando os avós faleceram. Nem outra documentação de prova de posse/aquisição. Só as cadernetas da AT.
Para registarmos terrenos nossos há décadas obrigaram-nos a registar com usucapião.
Para fazer o usucapião tinha de ser um processo no Notário. Um processo muito burocrático e bem caro.
Arranjar ‚testemunhas‘. Colocar artigo no jornal. Esperar imenso tempo.
Depois voltar à AT pagar imposto de selo por estar a ‚adquirir‘ bens.
Depois retificar áreas ao milímetro entre o BUPI e a caderneta da AT.
Dezenas de idas ao terreno.
Dezenas de deslocações a repartições públicas.
Milhares de euros gastos.
Terrenos que dão 0 rendimento. Em zonas remotas, sem acessos, mau solo para produção agrícola e/ou florestal.
E ainda deixamos de fora deste processo, terrenos ‚vendidos só de boca‘, há décadas, pelos antigos proprietários analfabetos. Como foram vendidos sem formalismos, para a AT ainda continuam a ser nossos.
--____________- on
É fácil de resolver: os proprietários e/ou herdeiros têm 1 ano para regularizarem os seus terrenos.
No fim desse período os terrenos são expropriados e passam para leilão publico.
sandkillerpt on
Não é possível o estado ficar com terrenos que ninguém reclama?
LobsterPurple4035 on
..embrulheime nessa recentemente .
os meus avós morreram e a única coisa qur existe é um papel impresso com números de artigos e com localização do género „norte terreno do X“ „este terreno do Y“ „sul terreno do M“
ou seja… nada de jeito . ainda mais quando vamos ver um „provável“ terreno e é no meio do pinhal com zero separações para perceber onde acaba e onde começa.
e mesma na altura ..se fossemos ao site das finanças , esses artigos não estavam associados aos nifs do meus avós , não apareciam.
mas supostamente os terrenos eram deles e os meus parents e tios fizeram a partilha entre eles…lol
PALHAÇADA !!
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13 Kommentare
Aposto que nem a maior parte dos donos dos terrenos sabem que o são
Tudo ilegal e sem papéis!
Da minha parte posso ajudar, não sou dono de nenhum.
Tem de ser tudo expropriado obviamente. Apenas criando grandes terrenos, de milhares de m2, é possível gerir o território.
Usocapião do estado, se não aparecer ninguém a reclamar está resolvido, se aparecer alguém resolvido está.
Ainda a pouco dias apareceu um comentário de alguém que tinha na família uma herança por dividir à mais de 100 anos, a isto junta o custo da escritura de compra de um terreno que custa mais que o terreno, dai muitas transmissões eram por boca a assim ficaram, pode polvilhar com pessoas que foram para fora e depois de morrer os filhos não fazem ideia de onde ficam as terras, e junta mais um ou outro pormenor e chegamos ao estado actual.
A grande questão agora é como vamos resolver, e que trás outro problema, vai ser um processo complexo, que vai dar muito trabalho e vai demorar muitos anos, e como os governos apenas fazem, no geral, planos a 4 anos para ficar bem para as próximas eleições, ficamos como estamos pouco ou nada vai acontecer.
Se não se conhece o dono, que tal estabelecer um prazo de tempo razoável, dar notícia pública do mesmo, e findo este período os terrenos que não tivessem dono revertessem a favor do estado?
Há terrenos que custa mais fazer a escritura do que o próprio valor de mercado deles.
Só devia ser permitido ser dono de um imóvel, seja rural ou urbano quem tivesse condições de o preservar, comprar por manifestação de riqueza para dizerem que são donos de metade da freguesia, e depois manutenção e prevenção não acontece…. E as autoridades nada fazem. Criam-se comissões, organismos, programas de apoio, etc… mas apenas para dar tacho aos amigos que agora seguram bandeiras ou vão começar a aparecer nos folhetos eleitorais.
Se não tem dono, o estado que tome posse e comece a fazer uma reestruturação dos solos, acabe com a hegemonia dos eucaliptos, e continua a fazer enriquecer um sector muito restrito, mas que está a destruir as nossas culturas e coloca em perigo as populações e propriedades próximas desses terrenos.
Utilize como trabalhadores, as pessoas que vivem a custa do RSI, CEI ’s, os prisidiarios, os próprios militares que possuem de maquinaria para criar barreiras naturais e caminhos de acesso.
Invistam na aquisição de meios de combate ao fogo eficazes, ter meios aéreos inoperacionais, em que a data de resolução /reparação /entrega é no mês de Setembro, e depois nos meses de maior necessidade andasse a contratar empresas privadas a preços absurdos, é apenas CRIMINOSO
Estou envolvido neste processo há meses para regularizar os terrenos rústicos familiares herdados há décadas.
Tem sido um calvário.
De simples não tem nada.
Uma coisa é a AT/Finanças. Outra coisa é o BUPI. Outra coisa é a conservatória do registo predial.
Tínhamos todos os terrenos listados na AT, do qual se paga IMI há décadas.
Não tínhamos BUPI/desenho/georreferenciação de nenhum.
Não tínhamos nenhum registado na conservatória do registo predial.
De vários deles não sabíamos sequer as suas delimitações, pois são em zonas remotas, sem acessos e zonas íngremes. E em vários não há muros nem marcos nem referências. Ou muros a mais no caso de socalcos.
Com as cadernetas da AT tinha-se apenas uma ideia de quem há décadas eram os vizinhos (atualmente serão os herdeiros) e quais as áreas. Facilitava se alguma das confrontações fosse um caminho ainda usado.
Tive de andar à procura de quem me ajudasse a tentar identificar.
Fui ao terreno fazer o levantamento topográfico dos terrenos todos, em vários deles sabendo à partida que a localização não era exata mas apenas aproximada.
Fui para a plataforma BUPI online. Tive de reunir imensa documentação e procurações de familiares.
Em alguns casos, quando ia desenhar o meu terreno, parte da área já tinha sido desenhada por um vizinho. Mas o BUPI não diz quem é o vizinho para poder esclarecer com ele antes. Acabei por desenhar o que eu achei correto. Nalguns casos deixando áreas sobrepostas.
Depois a saga da conservatória do registo predial.
Já não tínhamos habilitação de herdeiros de há décadas atrás de quando os avós faleceram. Nem outra documentação de prova de posse/aquisição. Só as cadernetas da AT.
Para registarmos terrenos nossos há décadas obrigaram-nos a registar com usucapião.
Para fazer o usucapião tinha de ser um processo no Notário. Um processo muito burocrático e bem caro.
Arranjar ‚testemunhas‘. Colocar artigo no jornal. Esperar imenso tempo.
Depois voltar à AT pagar imposto de selo por estar a ‚adquirir‘ bens.
Depois retificar áreas ao milímetro entre o BUPI e a caderneta da AT.
Dezenas de idas ao terreno.
Dezenas de deslocações a repartições públicas.
Milhares de euros gastos.
Terrenos que dão 0 rendimento. Em zonas remotas, sem acessos, mau solo para produção agrícola e/ou florestal.
E ainda deixamos de fora deste processo, terrenos ‚vendidos só de boca‘, há décadas, pelos antigos proprietários analfabetos. Como foram vendidos sem formalismos, para a AT ainda continuam a ser nossos.
É fácil de resolver: os proprietários e/ou herdeiros têm 1 ano para regularizarem os seus terrenos.
No fim desse período os terrenos são expropriados e passam para leilão publico.
Não é possível o estado ficar com terrenos que ninguém reclama?
..embrulheime nessa recentemente .
os meus avós morreram e a única coisa qur existe é um papel impresso com números de artigos e com localização do género „norte terreno do X“ „este terreno do Y“ „sul terreno do M“
ou seja… nada de jeito . ainda mais quando vamos ver um „provável“ terreno e é no meio do pinhal com zero separações para perceber onde acaba e onde começa.
e mesma na altura ..se fossemos ao site das finanças , esses artigos não estavam associados aos nifs do meus avós , não apareciam.
mas supostamente os terrenos eram deles e os meus parents e tios fizeram a partilha entre eles…lol
PALHAÇADA !!