O que os dados da noticia demonstram é que há muita gente a viver acima das suas possibilidades.
A verdade nua e crua é que atualmente com a quantidade de pessoas a viver em Portugal e a quantidade de casas para habitar o normal não é uma pessoa sozinha conseguir habitar uma casa. Um T3 é neste momento pensado para habitarem duas famílias ou um casal de classe alta. A pessoa singular só pode ocupar um quarto, ou então devido ao seu baixo rendimento ir para as zonas que permitem a a taxa de esforço recomendada.
Se é justo ? Se não deveríamos dar melhores condições ? Podemos argumentar que sim outros que não, mas é a realidade atual de Portugal e do ocidente.
Há uns anos víamos as „cápsulas“ de 7m2 de Hong Kong como algo disparatado, e em vez e procurar resolver o problema da habitação, andamos por aqui a empurrar o problemas, ora pois não há casas para todos, não há nenhuma lei, nenhuma constituição ou seja o que for que crie as casas que precisam do ar.
Isto só vai piorar, a procura continua a ser 5 vezes a oferta o resto são balelas.
Mordiken on
„Exclusão habitacional“
Entretanto eu acho que quem inventa estes eufemismos devia ser chicoteado em praça publica.
EDIT:
Porque [o único propósito deste tipo de linguagem é disfarçar a realidade nua e crua da tragédia](https://www.youtube.com/watch?v=o25I2fzFGoY) para desencorajar sentimentos de preocupação, solidariedade e empatia, que por sua vez são a pré-condicionante para que se exija uma resolução do problema.
Não há „exclusão habitacional“: Há „ficar sem abrigo“ e „ir viver para debaixo da ponte“.
erbr on
Isto inclui as novas famílias e os novos Portugueses?
nraider on
Achei a foto curiosa. O apartamento está para venda há quantos anos?
phillius_phallus on
Eu não sou um sem abrigo, sou habitacionalmente excluído.
Eu não sou pobre, estou em fase de desenvolvimento financeiro.
Eu não estou desempregado, estou a trabalhar nas oportunidades futuras.
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5 Kommentare
O que os dados da noticia demonstram é que há muita gente a viver acima das suas possibilidades.
A verdade nua e crua é que atualmente com a quantidade de pessoas a viver em Portugal e a quantidade de casas para habitar o normal não é uma pessoa sozinha conseguir habitar uma casa. Um T3 é neste momento pensado para habitarem duas famílias ou um casal de classe alta. A pessoa singular só pode ocupar um quarto, ou então devido ao seu baixo rendimento ir para as zonas que permitem a a taxa de esforço recomendada.
Se é justo ? Se não deveríamos dar melhores condições ? Podemos argumentar que sim outros que não, mas é a realidade atual de Portugal e do ocidente.
Há uns anos víamos as „cápsulas“ de 7m2 de Hong Kong como algo disparatado, e em vez e procurar resolver o problema da habitação, andamos por aqui a empurrar o problemas, ora pois não há casas para todos, não há nenhuma lei, nenhuma constituição ou seja o que for que crie as casas que precisam do ar.
Isto só vai piorar, a procura continua a ser 5 vezes a oferta o resto são balelas.
„Exclusão habitacional“
Entretanto eu acho que quem inventa estes eufemismos devia ser chicoteado em praça publica.
EDIT:
Porque [o único propósito deste tipo de linguagem é disfarçar a realidade nua e crua da tragédia](https://www.youtube.com/watch?v=o25I2fzFGoY) para desencorajar sentimentos de preocupação, solidariedade e empatia, que por sua vez são a pré-condicionante para que se exija uma resolução do problema.
Não há „exclusão habitacional“: Há „ficar sem abrigo“ e „ir viver para debaixo da ponte“.
Isto inclui as novas famílias e os novos Portugueses?
Achei a foto curiosa. O apartamento está para venda há quantos anos?
Eu não sou um sem abrigo, sou habitacionalmente excluído.
Eu não sou pobre, estou em fase de desenvolvimento financeiro.
Eu não estou desempregado, estou a trabalhar nas oportunidades futuras.