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    5 Kommentare

    1. O que os dados da noticia demonstram é que há muita gente a viver acima das suas possibilidades.

      A verdade nua e crua é que atualmente com a quantidade de pessoas a viver em Portugal e a quantidade de casas para habitar o normal não é uma pessoa sozinha conseguir habitar uma casa. Um T3 é neste momento pensado para habitarem duas famílias ou um casal de classe alta. A pessoa singular só pode ocupar um quarto, ou então devido ao seu baixo rendimento ir para as zonas que permitem a a taxa de esforço recomendada.

      Se é justo ? Se não deveríamos dar melhores condições ? Podemos argumentar que sim outros que não, mas é a realidade atual de Portugal e do ocidente.

      Há uns anos víamos as „cápsulas“ de 7m2 de Hong Kong como algo disparatado, e em vez e procurar resolver o problema da habitação, andamos por aqui a empurrar o problemas, ora pois não há casas para todos, não há nenhuma lei, nenhuma constituição ou seja o que for que crie as casas que precisam do ar.

      Isto só vai piorar, a procura continua a ser 5 vezes a oferta o resto são balelas.

    2. „Exclusão habitacional“

      Entretanto eu acho que quem inventa estes eufemismos devia ser chicoteado em praça publica.

      EDIT:

      Porque [o único propósito deste tipo de linguagem é disfarçar a realidade nua e crua da tragédia](https://www.youtube.com/watch?v=o25I2fzFGoY) para desencorajar sentimentos de preocupação, solidariedade e empatia, que por sua vez são a pré-condicionante para que se exija uma resolução do problema.

      Não há „exclusão habitacional“: Há „ficar sem abrigo“ e „ir viver para debaixo da ponte“.

    3. phillius_phallus on

      Eu não sou um sem abrigo, sou habitacionalmente excluído.

      Eu não sou pobre, estou em fase de desenvolvimento financeiro.

      Eu não estou desempregado, estou a trabalhar nas oportunidades futuras.

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