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    12 Kommentare

    1. Few-Customer6731 on

      > Antigamente, a esquerda estava bastante bem implantada entre os operários. Hoje, já não é esta exactamente a realidade. Há menos operários e há menos esquerda.

      > **Duvido que todos os maquinistas sejam de esquerda ou votem necessariamente à esquerda.** Mas quando hoje Montenegro disse que era “preciso pôr cobro” aos problemas causados pela greve dos maquinistas estava a querer usar uma luta laboral para tentar captar o voto de todos aqueles que se viram prejudicados de chegar aos locais de trabalho pela greve da CP.

      > É verdade que **é incompreensível a decisão do tribunal arbitral de não fixar serviços mínimos**. No entanto, quando Luís Montenegro faz aquele discurso populista do “francamente, nós um dia vamos ter que pôr cobro a isto” sabe exactamente o que quer. Não é pôr em causa o direito à greve – como, aliás, explicitou – mas dar a entender que vai estar ao lado dos trabalhadores que sofrem com as greves e não ao lado dos que usam (ou abusam, como disse) do direito à greve.

      > “Os efeitos da greve não podem ser de tal maneira desproporcionais que todos os outros cidadãos têm uma compressão dos seus direitos”. Ora, na base do direito à greve está a “compressão” dos direitos dos outros cidadãos e é por isso que as Forças Armadas não podem fazer greve, nem os governos – tirando o célebre governo dirigido pelo almirante Pinheiro de Azevedo, que sucedeu a Vasco Gonçalves e decidiu suspender as actividades em 1975.

      > Se um governo de gestão não pode recorrer à requisição civil, como disse Montenegro, está errado e a lei deveria ser mudada. Esse impedimento pode pôr em causa a segurança das populações. Agora, o objectivo eleitoral de Luís Montenegro foi bastante básico: **pôr pobres contra pobres**, um clássico da política. “Há que ponderar todos os interesses que têm que ser assegurados por parte dos poderes públicos e por parte de quem exerce este tipo de funções”. Mas isso já está na lei da greve.

      > **Quando a administração da CP fez um acordo** com os maquinistas para aumentos salariais**, a 24 de Abril, agiu sem o conhecimento do ministro da tutela?** É que o argumento de que um governo de gestão não pode processar os aumentos não faz sentido. A menos que a administração da CP tenha decidido à revelia do Governo aumentar os maquinistas e depois não teve ordens para processar os salários, a péssima gestão desta greve é culpa do Governo.

      Edit: destaques.

    2. mas por que raio havia ele de ter puder em fazer campanha? faz ele todos os outros nesta altura. Seja com o Papa, com o apagão, com invasões de marcianos.

    3. Vão haver muitos que um dia quando tiverem vergados vão perceber que foram eles os verdadeiros culpados de estarem vergados.

      Os ataques aos direitos sucedem-se. Foi o luto do 25 de abril, foi a festa do catarolar do 1 de Maio, é o ataque aos direitos das greves.

      Depois chorem quando se virem sem ferramentas legais para combater as precariedades e as injusti;cas laborais.

    4. Não sei se já repararam, mas transparência ou seriedade não são propriamente pontos fortes do Montenegro…

    5. Mas qual é o problema de fazer campanha com este assunto? Uma coisa é discordarem com o conteúdo específico que ele disse, mas se um candidato da oposição dissesse algo como „estas greves provam o falhanço do governo“ também seria inadmissível usá-lo para fazer campanha?

    6. MasterBorealis on

      Acho graça que para estes meninos que defendem a greve, a palavra „trabalhadores“, não inclui mais ninguém, nem mesmo os que estão há três dias a sair de casa às 4 e meia da manhã para irem do Barreiro, trabalhar em Sintra, porque se não forem são DESPEDIDOS, e o ordenado mínimo que recebem, não chega para terem carro.
      Há 40 anos que é esta pouca vergonha.

    7. NepentheZnumber1fan on

      Username de 2 palavras, um traço e 4 números.

      Não falha

      É igual em mais de metade dos posts anti-Psd, o desespero é hilariante

    8. Uma greve que comprova o falhanço do Luís avenças enquanto governo! E pior, desbaratou o dinheiro que tinha e agora não houve dinheiro para a CP e como não percebe nada de estado, nem ele nem os seus ministros, esqueceram-se de garantir serviços mínimos! Este governo é uma comédia, conseguem estar ao nível do governo de Santana lopes! Deve ser por isso que ele aparece quase todos os dias, sente algo parecido com o dele heheheh

    9. YellowAggravating172 on

      Tenho uma proposta.

      Há quantos sindicatos? Uns 20?

      Amarre-se todos os que os lideram a uns carris, a intervalos de 50 metros cada um. Depois, arranje-se um comboio e, em marcha lenta, vai-se avançando por ali fora.

      A cada um que seja transformado em compota de morango, trava-se e pergunta-se aos outros: „Então, vão parar com esta brincadeira ou quê?“.

      Se a resposta for afirmativa, acaba-se esta palhaçada.

      Se a resposta for negativa, prossegue-se. (De qualquer forma, têm tantos líderes sindicais, que mal darão pela falta de meia-dúzia, se for preciso).

      (/j, só para o infiltrado da PJ que já esteja a erguer o sobrolho).

    10. Primary-Gas-3251 on

      Então porque é que eles fizeram greve durante re a campanha? Tinham 350 dias do ano para a fazerem. Puseram se a jeito. Sempre a prejudicaram os pobres que precisam do comboio para irem trabalhar. Espero que aquela empresa seja liquidada e o mercado ferroviário liberalizado para bem dos utentes.

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