
„Pedro Delgado Alves übernahm in einer Luft und dem Beobachter, der dem Prozess des Premierministers zustimmte und Informationen mit Fabian Figueiedo ausgetauscht hat.“
https://observador.pt/especiais/deputado-do-ps-assume-que-acedeu-a-informacao-sobre-clientes-de-montenegro-horas-antes-debate/
Von Hozukr
12 Kommentare
Ah afinal não foi o Montenegro que trouxe isto cá para fora.
Não só os deputados do PS já sabia desta informação desde 2ª feira (e não apenas a horas do debate) como foi algum deles a passar a informação à comunicação social, para tentar piorar a imagem de Montenegro.
Pergunta, isto não é crime, estando ainda dentro do período de sigilo?
Para além de cometerem um crime, ainda agem como se nada soubessem (e o PNS fê-lo em direto!) e tivesse sido o LM a divulgar os documentos, que bem… Os fins não justificam os meios, que moral que têm para falar dos outros, sinceramente.
Até às eleições, os „Serviços de Inteligência“ do PS e do PSD vão estar bem ocupados, a desenterrar os maiores podres que vão descobrindo sobre o LM ou o PNS.
Para quem não tem assinatura, acedeu a que informação e como?
Mas isto não é público?
Diz que é procedimento padrão sendo ele o presidente do grupo de trabalho
Talvez seja melhor esperar a AR se pronunciar
Tudo normal aqui! Nada para ver! /s
É muito perigoso quando escumalha sem princípios começa a ficar desesperada.
„Não forneci informação para o exterior, a informação é pública“: Pedro Delgado Alves confirma que acedeu a informação sobre clientes da Spinumviva
1 mai 2025
Pedro Delgado Alves, deputado do PS, confirma que acedeu à informação sobre clientes da Spinumviva horas antes do debate entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos. Em entrevista à CNN Portugal, o deputado, que faz parte do Grupo de Trabalho do Registo de Interesses da Assembleia da República, diz que esta situação “não é extraordinária”, já que aquele grupo de trabalho sabe sempre quando um “deputado X deu entrada de uma nova declaração de registo de interesses” no parlamento.
Os clientes de uma empresa fazem parte do seu sigilo legítimo. Não se espera, por exemplo, que o pai de Pedro Nuno Santos divulgue publicamente quem são os seus clientes. Possuir uma empresa é motivo de suspeita, mas ser se filho de alguém com uma empresa que do qual se é (ou foi) acionista já não é.
Se a participação de uma empresa em concursos públicos levanta suspeitas apenas por o Primeiro-Ministro ter anteriorimente feito negocios com ela, também seria pertinente analisar os contratos estabelecidos entre o Estado e empresas ligadas ao pai de Pedro Nuno Santos, já que envolveram montantes significativos.
Se isto diz alguma coisa é que nenhum dos dois é grande coisa.
O que é lixado, porque a vontade é de votar em partidos alternativos, mas realisticamente sabemos que não têm hipótese de formar governo. E a dispersão de votos só ajuda um destes dois políticos desinteressantes.
É a chamada aliança oculta, mas que desde 2015 todos sabem que cada voto no Livre, CDU, BE e PS é exatamente para o mesmo objetivo.