Mais valia fazerem uma faixa para carros e darem um desconto para os de lycra irem ao ginásio.
crabcarl on
Mesma coisa em Coimbra, apesar do canal ainda nem sequer estar em condições.
Porquê?
Porque é o único exemplo de uma ciclovia dedicada que existe na cidade. As ciclovias existentes frequentemente são vias partilhadas com carros ou peões e sofrem da intermitência de desaparecer a cada 300 metros.
A última ciclovia (que é partilhada com peões e veículos) a ser construída em Coimbra obriga o ciclista a mudar de passeio (da direita para a esquerda e vice versa) 4 vezes em 2 quilómetros de estrada, fora o design fantástico de nas rotundas onde para ir em frente a ciclovia vai ao passeio que fica 20 metros dentro da via perpendicular.
A próxima planeada (monte formoso) também já está decidida como via partilhada durante várias partes do trajeto. Chegando a ter pontos onde, para poderem ter uma árvore no passeio a cada x metros, [acaba a ciclovia e volta a começar onde volta a haver espaço para ciclovia e árvores coexistirem](https://i.imgur.com/iigk7Uj.png). Tudo, claro, num passeio onde os peões com certeza vão preferir andar no asfalto lisinho da ciclovia.
Os gabinetes de arquitectura das CM e da IP estão cheios de incompetentes. Velhos que a última vez que usaram transporte público ou leve como meio de mobilidade diário foi quando andavam no liceu há 40 anos atrás.
mastah_D_Omina on
Fico sem perceber se são muitas, se poucas.
charge-pump on
Quem diria que se as pessoas tiverem condições para usarem a bicicleta em ambiente urbano, elas acabam por usa-la.
Muaddib_Portugues on
Meh
300 é muito pouco. A grande maioria do tempo aquilo está às moscas. Nunca vi mais de duas bicicletas a passar ao mesmo tempo e passo lá todos os dias.
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5 Kommentare
Mais valia fazerem uma faixa para carros e darem um desconto para os de lycra irem ao ginásio.
Mesma coisa em Coimbra, apesar do canal ainda nem sequer estar em condições.
Porquê?
Porque é o único exemplo de uma ciclovia dedicada que existe na cidade. As ciclovias existentes frequentemente são vias partilhadas com carros ou peões e sofrem da intermitência de desaparecer a cada 300 metros.
A última ciclovia (que é partilhada com peões e veículos) a ser construída em Coimbra obriga o ciclista a mudar de passeio (da direita para a esquerda e vice versa) 4 vezes em 2 quilómetros de estrada, fora o design fantástico de nas rotundas onde para ir em frente a ciclovia vai ao passeio que fica 20 metros dentro da via perpendicular.
A próxima planeada (monte formoso) também já está decidida como via partilhada durante várias partes do trajeto. Chegando a ter pontos onde, para poderem ter uma árvore no passeio a cada x metros, [acaba a ciclovia e volta a começar onde volta a haver espaço para ciclovia e árvores coexistirem](https://i.imgur.com/iigk7Uj.png). Tudo, claro, num passeio onde os peões com certeza vão preferir andar no asfalto lisinho da ciclovia.
Os gabinetes de arquitectura das CM e da IP estão cheios de incompetentes. Velhos que a última vez que usaram transporte público ou leve como meio de mobilidade diário foi quando andavam no liceu há 40 anos atrás.
Fico sem perceber se são muitas, se poucas.
Quem diria que se as pessoas tiverem condições para usarem a bicicleta em ambiente urbano, elas acabam por usa-la.
Meh
300 é muito pouco. A grande maioria do tempo aquilo está às moscas. Nunca vi mais de duas bicicletas a passar ao mesmo tempo e passo lá todos os dias.