Rechtsextrem führt die Konzentration am 25. April mit „Schweinefleisch auf Skelett“ bei Martim Moniz durch, PSP ist kein Risiko einer öffentlichen Störung

    https://expresso.pt/sociedade/seguranca/2025-04-23-extrema-direita-realiza-concentracao-de-25-de-abril-com-porco-no-espeto-no-martim-moniz-psp-nao-ve-risco-de-desordem-publica-53032e6d

    Von YellowAggravating172

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    20 Kommentare

    1. KokishinNeko on

      Artigo exclusivo… ficamos na mesma.

      Indo pelo título, também não vejo risco nenhum, apesar da intenção ser clara e óbvia, se houver distúrbios certamente virão da parte de quem se ofende por terceiros comerem porco.

      A verdadeira questão que importa é… quem leva as minis?

    2. raviolli_ninja on

      Ah, sim. Tentar ofender com um porco no espeto os gajos que cozinham febras nas cozinhas dos restaurantes desse Portugal fora.

    3. Own-Contest-4470 on

      Em Portugal, o abate halal, que segue práticas islâmicas, é alvo de críticas por desrespeitar os padrões éticos de bem-estar animal estabelecidos pela União Europeia e por receber um tratamento privilegiado que contraria a coerência legislativa. O Regulamento (CE) nº 1099/2009 exige o atordoamento prévio dos animais antes do abate para minimizar o sofrimento, um padrão considerado essencial para um abate humano. Contudo, uma exceção é concedida ao abate halal, permitindo que o animal, posicionado voltado para Meca, seja cortado na garganta por um muçulmano treinado, sem atordoamento, enquanto se pronuncia uma invocação religiosa. Esse método, que prioriza a drenagem completa do sangue, é criticado por grupos como a associação Animal, que apontam evidências científicas sugerindo que a ausência de atordoamento prolonga a dor e o estresse do animal, violando princípios de bem-estar amplamente aceitos.

      O tratamento privilegiado dado ao abate halal é questionável, pois a exceção religiosa parece ceder à pressão de comunidades muçulmanas e à crescente demanda por produtos halal, impulsionada por imigração e turismo, em detrimento de normas éticas aplicadas universalmente em outros contextos. Enquanto Portugal reforça a liberdade religiosa, a isenção do atordoamento cria uma incoerência: práticas seculares de abate são rigorosamente reguladas, mas o abate islâmico escapa dessas exigências, mesmo quando evidências apontam para maior sofrimento animal. Essa disparidade alimenta o argumento de que a legislação favorece sensibilidades culturais em vez de priorizar o bem-estar animal, comprometendo a consistência dos padrões éticos no país.

    4. Gosto de ver o pessoal a fazer-se de parvo como se isto não tivesse um objectivo especifico.

      Sim, deves poder comer o que quiseres onde quiseres.

      Não, não deves ser um parvalhão com a mania que és edgy e organizar uma coisa qual youtuber merdoso só para tentares provocar.

      Mas pronto, é o mundo de hoje em dia…

    5. O partido da „ponte salazar“ ainda tem a puta da lata de fingir celebrar o 25 de Abril

    6. Aleatorio94random on

      Percebo a intenção mas, ignorando isso, acho que todos podemos concordar que porco no espeto é um petisco incrível! Sol, porco no espeto e jola e digo-vos já que o dia é bem passado.

    7. Crafty_Cellist_4836 on

      Mas estamos em Portugal ou num país árabe ?

      Podemos assar porcos onde quisermos

    8. > grupo reune-se em espaço publico

      O drama. Se ser jaguim fosse crime ja tinha havido sarilho por la ha uns 15 dias atrás.

    9. Se o Chega fosse inteligente, o que deveria ter feito era organizar um desfile de mulheres em biquíni, noutra altura. Assim, caso acontecesse algo, porque para certas religiões as mulheres não podem andar assim despidas, seria mais difícil condenar o Chega. Porque ou defendes os imigrantes e a sua religião, ou defendes o direito das mulheres a vestir o que quiserem, onde quiserem.

      Claro que eu nunca degeria que uma mulher andasse seminua naquela zona, tendo em conta que foram duas raparigas de Erasmus violadas ali.

    10. reciclado78 on

      Nota-se a milhas o objetivo de merda e depois ainda temos que aturar grunhos aqui nos comentários a desconversar a fingir que é apenas um churrasco e tal, um pano encharcado de merda nas trombas era o que mereciam

    11. Zarator2025 on

      Os mouros comem carne de porco e bebem álcool e não querem saber se o ala gosta ou não.
      Essa conversa de não comer porca e não beber álcool é treta.

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