A conquista de Ceuta e restante „Algarve-de-além-mar“ foi em grande parte motivada pela necessidade de mais terra pois já nessa altura éramos deficitários em cereais. É a nossa realidade geográfica, é lidar.
Alkasuz on
Bem podiam arranjar maneira de convencer os donos das estufas e plantações a produzir cereais em vez de mirtilos e abacates para exportação.
Estrumpfe on
~~O problema não é importar cereais, o problema é não exportar outra coisa qualquer o suficiente para equilibrar a balança.~~
~~E por que caralho lhe chamam uma „condenação da história“? Que descontextualização de merda é essa?~~
**EDIT: só tinha passado os olhos no artigo por alto. A ler melhor, confirmo que não é uma condenação histórica, mas sim uma condenação europeia 🙂 devia ter adivinhado :)**
**Pelos vistos há uma certa verdade em dizer que se trata duma questão de soberania**
Infelizmente, a forma como o artigo está escrito e o seu título dão a entender aos desatentos que o problema é dos solos portugueses, o que é mentira.
MaximumThick6790 on
O solo português não presta para cereais. Se queremos ser independentes é mudar a farinha de trigo por milho, Millet e talvez bolotas e batatas.
Heavyk0s on
por mim podem importar só as Estrelinhas
NaturalSelectionist on
Cereais e alimentos e para países de terceira divisão tipo o brasil produzirem porque estas áreas não dão grande crescimento económico e os salários são baixos.
Portugal tem e de produzir Tungsténio e baterias de lítio, tanques em vez de dar cheques a Ucrânia de 150 milhões é fazer um contrato com a Alemanha para produzir tanques leopard aqui e mandar para lá
Intelligent-Fox-1342 on
Este é como o Trump. Não conhece o conceito de vantagem comparativa. Importamos 80% dos cereais, mas somos o maior produtor mundial de cortiça, e dos maiores produtores de azeite. E temos uma indústria de vinho com muito maior valor acrescentado.
Bifito on
Certo e qual é o problema? Mais vale importar coisas baratas do que coisas caras como componentes tecnológicos que podíamos produzir em Portugal. Claro que seria bom produzirmos todo o tipo de material mas há setores que em Portugal não podem continuar a ser sustentados, que reeduquem a mão de obra e que a ponham a trabalhar em setores mais produtivos.
VicenteOlisipo on
Nada que não se resolva com a destruição do que resta da frota industrial de pesca [/rant de gajo que passa a vida a chamar a atenção para a importância da soberania alimentar]
uberprimata on
Notícia do dia: a maioria da população não produz os seus sapatos, não cose a sua roupa, não planta a sua comida. Parece que há 300 anos se descobriu que se dividir o trabalho e cada um se focar numa coisa, ficamos todos com mais coisas ao trocar o nosso trabalho especializado pelo trabalho especializado dos outros.
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10 Kommentare
A conquista de Ceuta e restante „Algarve-de-além-mar“ foi em grande parte motivada pela necessidade de mais terra pois já nessa altura éramos deficitários em cereais. É a nossa realidade geográfica, é lidar.
Bem podiam arranjar maneira de convencer os donos das estufas e plantações a produzir cereais em vez de mirtilos e abacates para exportação.
~~O problema não é importar cereais, o problema é não exportar outra coisa qualquer o suficiente para equilibrar a balança.~~
~~E por que caralho lhe chamam uma „condenação da história“? Que descontextualização de merda é essa?~~
**EDIT: só tinha passado os olhos no artigo por alto. A ler melhor, confirmo que não é uma condenação histórica, mas sim uma condenação europeia 🙂 devia ter adivinhado :)**
**Pelos vistos há uma certa verdade em dizer que se trata duma questão de soberania**
Infelizmente, a forma como o artigo está escrito e o seu título dão a entender aos desatentos que o problema é dos solos portugueses, o que é mentira.
O solo português não presta para cereais. Se queremos ser independentes é mudar a farinha de trigo por milho, Millet e talvez bolotas e batatas.
por mim podem importar só as Estrelinhas
Cereais e alimentos e para países de terceira divisão tipo o brasil produzirem porque estas áreas não dão grande crescimento económico e os salários são baixos.
Portugal tem e de produzir Tungsténio e baterias de lítio, tanques em vez de dar cheques a Ucrânia de 150 milhões é fazer um contrato com a Alemanha para produzir tanques leopard aqui e mandar para lá
Este é como o Trump. Não conhece o conceito de vantagem comparativa. Importamos 80% dos cereais, mas somos o maior produtor mundial de cortiça, e dos maiores produtores de azeite. E temos uma indústria de vinho com muito maior valor acrescentado.
Certo e qual é o problema? Mais vale importar coisas baratas do que coisas caras como componentes tecnológicos que podíamos produzir em Portugal. Claro que seria bom produzirmos todo o tipo de material mas há setores que em Portugal não podem continuar a ser sustentados, que reeduquem a mão de obra e que a ponham a trabalhar em setores mais produtivos.
Nada que não se resolva com a destruição do que resta da frota industrial de pesca [/rant de gajo que passa a vida a chamar a atenção para a importância da soberania alimentar]
Notícia do dia: a maioria da população não produz os seus sapatos, não cose a sua roupa, não planta a sua comida. Parece que há 300 anos se descobriu que se dividir o trabalho e cada um se focar numa coisa, ficamos todos com mais coisas ao trocar o nosso trabalho especializado pelo trabalho especializado dos outros.