Se esta ministra conhece-se e fosse competente é que surpreenderia…
Sardinha42 on
> O Ministério da Administração Interna (MAI) diz desconhecer a versão do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2024 que continha um capítulo sobre extremismos. É a resposta ao pedido de esclarecimentos do Bloco de Esquerda (BE) sobre a omissão dessa secção.
> A versão final do RASI não contém o capítulo ‚Extremismos e Ameaças Híbridas‘, que correspondia as páginas 35 a 29 na versão preliminar. De acordo com o Bloco de Esquerda, a seção que não consta no documento final, revelava „a presença em Portugal de um ‚chapter‘ de uma organização extremista internacional que, embora não esteja classificada na lista de organizações terroristas da União Europeia, já terá sido alvo de sanções financeiras noutros países devido ao incitamento e financiamento do terrorismo“.
> Ainda segundo a versão preliminar do RASI, essa organização, cujo nome não era referido, „realiza eventos internacionais, como encontros musicais, que se tornam locais de radicalização, recrutamento e financiamento das suas atividades, incluindo a produção de propaganda“. O „capítulo amputado“ mencionaria ainda, de acordo com Mariana Mortágua, „‚influencers‘ de extrema-direita e a sua promoção da violência contra mulheres“.
Cada vez mais acredito que esta informação não era suposto ter sido publicada pela Lusa. Só assim se explica que ninguém queira realmente falar sobre esta tal organização tão grande que até ande a organizar concertos musicais internacionais e tenha sido sancionada lá fora por financiamento de terrorismo.
Mas o certo é que se estão cá, em Portugal, deviam mesmo começar a falar disto..
VicenteOlisipo on
Por tudo o que já foi dito cheira a hammerskins.
BreakfastFar6572 on
Se calhar a malta do RASI meteu os pés pelas mãos e era informação confidencial que não devia ter saído ca para fora
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4 Kommentare
Se esta ministra conhece-se e fosse competente é que surpreenderia…
> O Ministério da Administração Interna (MAI) diz desconhecer a versão do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2024 que continha um capítulo sobre extremismos. É a resposta ao pedido de esclarecimentos do Bloco de Esquerda (BE) sobre a omissão dessa secção.
> A versão final do RASI não contém o capítulo ‚Extremismos e Ameaças Híbridas‘, que correspondia as páginas 35 a 29 na versão preliminar. De acordo com o Bloco de Esquerda, a seção que não consta no documento final, revelava „a presença em Portugal de um ‚chapter‘ de uma organização extremista internacional que, embora não esteja classificada na lista de organizações terroristas da União Europeia, já terá sido alvo de sanções financeiras noutros países devido ao incitamento e financiamento do terrorismo“.
> Ainda segundo a versão preliminar do RASI, essa organização, cujo nome não era referido, „realiza eventos internacionais, como encontros musicais, que se tornam locais de radicalização, recrutamento e financiamento das suas atividades, incluindo a produção de propaganda“. O „capítulo amputado“ mencionaria ainda, de acordo com Mariana Mortágua, „‚influencers‘ de extrema-direita e a sua promoção da violência contra mulheres“.
* [**webarchive**](https://archive.ph/xwghu)
Cada vez mais acredito que esta informação não era suposto ter sido publicada pela Lusa. Só assim se explica que ninguém queira realmente falar sobre esta tal organização tão grande que até ande a organizar concertos musicais internacionais e tenha sido sancionada lá fora por financiamento de terrorismo.
Mas o certo é que se estão cá, em Portugal, deviam mesmo começar a falar disto..
Por tudo o que já foi dito cheira a hammerskins.
Se calhar a malta do RASI meteu os pés pelas mãos e era informação confidencial que não devia ter saído ca para fora