Andrew Bernard

    US Air Force Colonel in der Reform, Forscher der Reflexionsgruppe des Atlantic Council

    Diese Chronik wurde vom Atlantic Council für die Veröffentlichung von Expresso bezahlt.

    https://expresso.pt/opiniao/2025-03-20-o-f-35-e-o-caca-que-a-forca-aerea-portuguesa-precisa-e-merece-0041573b

    Von neapo

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    7 Kommentare

    1. JOAO--RATAO on

      Também estava a pensar em comprar um Ferrari em 2ª mão,

      O atual proprietário faz-me um desconto mas não posso ficar com a chave. Tenho de a ir buscar todos os dias a casa dele e só a entrega se lhe apetecer.

      Acham bom negócio?

    2. VicenteOlisipo on

      Mano, eu até concordo que isso é lobbying transparente mas isto é uma forma de editorialização do título, acompanhada por afirmações sobre pagamento sem prova ou sequer indício.

    3. IvanStarokapustin on

      Coronel na reforma? Ele é só alguém que não conseguiu ser promovido a general e teve que sair da Força Aérea. Agora é prostituto de interesses americanos

    4. Internal_Gur_3466 on

      Sendo eu um leigo, esta narrativa da quarta vs quinta geração de caças faz sentido?

      >As aeronaves de quarta geração, independentemente de serem produzidas na Europa ou nos Estados Unidos, não têm as características furtivas nem a fusão de sensores inerentes ao F-35 de quinta geração, necessários para operar, sobreviver e vencer numa batalha enfrentando os sistemas de defesa aérea mais avançados do mundo. O Eurofighter, o Rafale e o Gripen – embora sejam todos excelentes aviões de caça – são todos caças de quarta geração, tal como o F-16 português e o caça que voei durante a minha carreira, o F-15E

      Sou europeísta convicto, e por isso, também quero evitar fazer compras militares aos EUA, mas não podemos ignorar que os EUA são de longe o país que mais investimento fazem no campo militar há décadas, e falamos de [diferenças abismais, em termos de números absolutos](https://www.statista.com/statistics/262742/countries-with-the-highest-military-spending/). O equipamento militar de ponta em quase todos os domínios (ex: o Javelin que tantas baixas causou ao exército russo na Ucrânia) é produzido pela Lockheed Martin, a mesma empresa que produz os F35 e investe biliões de dólares todos os anos em I&D militar.

      Por isso o ponto do autor pode ser válido: que caça é melhor para a FAP?

      Dito isto, sim, o autor é um lobista, mas isso é super comum (e diria bom?) nos EUA, normalmente nunca escondem ao que vêm nem têm pudor em o assumir: „Andrew Bernard; Coronel da Força Aérea dos EUA na reforma, investigador do grupo de reflexão Atlantic Council“

    5. É só um anuncio publicitário rasca. Se Portugal comprar estes aviões arrisca-se a que ocorra a mesma coisa que aconteceu com os Kamov. Além disto há industria Europeia aeronautica com investimentos em Portugal, como a Airbus e a Thales. Eu nunca percebi a insistência em comprar aviões aos americanos que tiveram sempre zero contrapartidas para Portugal. Espero que os proximos caças sejam Europeus e sejam uma oportunidade para Portugal desenvolver mais a industria aeronáutica em parceria com a Europa.

    6. Atenção que não acho que haja problema nenhum com lobbying deste género **às claras** – sabes que estás a ouvir um pitch de um vendedor. Acho muitas vezes preferível à malta paga pela Russia e outros que anda aí a fingir que é um comentador imparcial.

      > A colaboração de 35 anos de Portugal com os Estados Unidos no programa F-16 deverá ser evidência suficiente para o ministério da Defesa Nacional português mostrar que os Estados Unidos são um parceiro previsível e fiável para sistemas de armas de ponta. Os Estados Unidos têm sido um fornecedor leal de manutenção, logística, software e armamento para o F-16 para Portugal desde o início do programa, permitindo mesmo às OGMA conduzir atualizações do F-16 e converter F-16 para a Roménia.

      O problema está todo neste parágrafo. Tudo o que tornou os Estados Unidos um parceiro confiável no passado foi-se. Já não são uma democracia funcional, já não respeitam os tratados que fazem, já não são inimigos da máfia russa que é uma ameaça enorme à Europa, etc.

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