***Adorado por muitos no Chega*** *(mais do que tolerado por quase todos), o ex-líder social-democrata é um dos poucos que defende entendimentos entre PSD e Chega — e isso não é de somenos no atual quadro parlamentar. Ainda assim,* ***Passos não quer ser envolvido*** *neste tipo de movimentações, nem as que são feitas no PSD, muito menos as que são organizadas por outros partidos.*
*“****Era o fim do não é não****.” A teoria ecoa nos corredores do Chega e antecipa um momento que poderia ser fundamental para André Ventura: ter uma influência governativa à altura da bancada de deputados. E ser com Passos Coelho era* ***ouro sobre azul****, já que o ex-líder do PSD é visto dentro do Chega como o homem que pode tirar proveito da maioria de direita avolumada que existe (e potencialmente pode continuar a existir) na Assembleia da República.*
*Os números das sondagens em plena crise política têm mostrado que o cenário pode ficar* ***muito idêntico*** *ao que existe atualmente: seja com PS ou AD à frente, nenhum dos partidos surge em boas condições de conseguir uma maioria, mesmo com coligações. E o facto de Luís Montenegro ter assumido que só governava se ficasse em primeiro lugar obriga à* ***antecipação de cenários****: se é verdade que a IL, dependendo dos deputados conquistados, pode salvar Montenegro (caso a AD conquiste o primeiro lugar); os números também mostram que se Pedro Nuno Santos vencer as eleições dificilmente terá condições para construir uma maioria à esquerda.*
*Ora, é exatamente neste* ***impasse*** *que o Chega encontra uma possível* ***viragem na história*** *do partido. Ainda assim, a esperança pode ter, logo à partida, um senão para resolver: Passos Coelho já fez saber que nunca voltaria ao poder* ***sem ir a votos*** *e o próprio André Ventura já torceu o nariz à ideia de alguém chegar a primeiro-ministro sem ser escrutinado pelo povo, mas no atual contexto há quem* ***desvalorize*** *essas circunstâncias.*
*Dirigentes e deputados do Chega ouvidos pelo Observador recordam as três eleições legislativas em três anos e a provável repetição de um cenário com uma maioria ampla à direita, pelo que consideram que Passos Coelho* ***não deve ser descartado*** *em qualquer circunstância — até porque o país poderia ser arrastado para um cenário de ingovernabilidade. “Vivem-se tempos excecionais e* ***não faria sentido*** *levar o país a novas eleições”, atira um deputado, enquanto um outro lança a questão: ser eleito presidente do PSD em congresso não seria suficiente? Ao que tudo indica, para Passos não.*
GaribaldoX on
„Chega sonha“ A hipótese levantada por Pedro Duarte do PSD…
O Chega não diz nada, mas tem direito a uma parede de texto sobre o que não diz…
Potential_Emu2186 on
Não concordo, o CH quer destruir e chamar-lhe governação. Com o Passos, e não gosto dele, ao menos isso não iria acontecer.
Estrumpfe on
Sabem que o regresso do Passos será o fim do Chega, certo? Um fim amigável, mas ainda assim, um fim.
100is99plus1 on
quem quer poder, quem é? quem é? ui ui ui… cheirinho a poder… ahahaha
Mynameisbebopp on
Que noticia fofa, no dia do Pai.
Takssista on
O verdadeiro beijo de Judas…
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7 Kommentare
*A* [*hipótese*](https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fobservador.pt%2Fespeciais%2Fpsd-pode-governar-se-perder-e-uma-decisao-que-vai-ter-de-ser-tomada-a-posteriori%2F)*, levantada por Pedro Duarte, ministro dos Assuntos Parlamentares, de deixar para “a posteriori” e para “quem estiver à frente do PSD” a decisão de o partido formar governo se perder as eleições* ***soou bem*** *a dirigentes e deputados do Chega, que olham para a ideia da seguinte forma: caso a AD perca as eleições, Montenegro não vai ficar à frente do PSD e pode alinhar-se tudo para o regresso de Pedro Passos Coelho.*
***Adorado por muitos no Chega*** *(mais do que tolerado por quase todos), o ex-líder social-democrata é um dos poucos que defende entendimentos entre PSD e Chega — e isso não é de somenos no atual quadro parlamentar. Ainda assim,* ***Passos não quer ser envolvido*** *neste tipo de movimentações, nem as que são feitas no PSD, muito menos as que são organizadas por outros partidos.*
*“****Era o fim do não é não****.” A teoria ecoa nos corredores do Chega e antecipa um momento que poderia ser fundamental para André Ventura: ter uma influência governativa à altura da bancada de deputados. E ser com Passos Coelho era* ***ouro sobre azul****, já que o ex-líder do PSD é visto dentro do Chega como o homem que pode tirar proveito da maioria de direita avolumada que existe (e potencialmente pode continuar a existir) na Assembleia da República.*
*Os números das sondagens em plena crise política têm mostrado que o cenário pode ficar* ***muito idêntico*** *ao que existe atualmente: seja com PS ou AD à frente, nenhum dos partidos surge em boas condições de conseguir uma maioria, mesmo com coligações. E o facto de Luís Montenegro ter assumido que só governava se ficasse em primeiro lugar obriga à* ***antecipação de cenários****: se é verdade que a IL, dependendo dos deputados conquistados, pode salvar Montenegro (caso a AD conquiste o primeiro lugar); os números também mostram que se Pedro Nuno Santos vencer as eleições dificilmente terá condições para construir uma maioria à esquerda.*
*Ora, é exatamente neste* ***impasse*** *que o Chega encontra uma possível* ***viragem na história*** *do partido. Ainda assim, a esperança pode ter, logo à partida, um senão para resolver: Passos Coelho já fez saber que nunca voltaria ao poder* ***sem ir a votos*** *e o próprio André Ventura já torceu o nariz à ideia de alguém chegar a primeiro-ministro sem ser escrutinado pelo povo, mas no atual contexto há quem* ***desvalorize*** *essas circunstâncias.*
*Dirigentes e deputados do Chega ouvidos pelo Observador recordam as três eleições legislativas em três anos e a provável repetição de um cenário com uma maioria ampla à direita, pelo que consideram que Passos Coelho* ***não deve ser descartado*** *em qualquer circunstância — até porque o país poderia ser arrastado para um cenário de ingovernabilidade. “Vivem-se tempos excecionais e* ***não faria sentido*** *levar o país a novas eleições”, atira um deputado, enquanto um outro lança a questão: ser eleito presidente do PSD em congresso não seria suficiente? Ao que tudo indica, para Passos não.*
„Chega sonha“ A hipótese levantada por Pedro Duarte do PSD…
O Chega não diz nada, mas tem direito a uma parede de texto sobre o que não diz…
Não concordo, o CH quer destruir e chamar-lhe governação. Com o Passos, e não gosto dele, ao menos isso não iria acontecer.
Sabem que o regresso do Passos será o fim do Chega, certo? Um fim amigável, mas ainda assim, um fim.
quem quer poder, quem é? quem é? ui ui ui… cheirinho a poder… ahahaha
Que noticia fofa, no dia do Pai.
O verdadeiro beijo de Judas…