
Pedro Nuno möchte, dass ein neuer Porter -Bericht weiß, in welchen Sektoren der Wirtschaftsbranche setzen
https://www.publico.pt/2025/03/17/politica/noticia/pedro-nuno-quer-novo-relatorio-porter-saber-sectores-economia-apostar-2126335
Von Ok_Neighborhood2239
13 Kommentare
Continuem a criticar o homem, pelo menos tem uma visão e um caminho a apontar
Não é preciso um grande estudo: buy local sell global.
– ciências e tecnologia STEM e sectores que suportem.
– Defesa – drones, sistemas anti aéreos e afins
– Saude e suporte a idosos
Já agora, metade dos problemas do pais eram resolvidos se estas empresas fossem proibidas de se instalar nas areas metropolitanas de lx ou porto, e c incentivos para se instalar no interior.
Tiravas pressao da habitação e na saude po
Muito gostam os socialistas de apostar com o dinheiro dos outros.
Apostar na empresa do pai?
Ao fim de tantos anos de governos PS, ainda não sabem onde investir?
E que tal Fora de Lisboa?
Isto era para ser inspirador?
Saiu-se com um grande tiro no pé!
Esta ideia de apostar em sectores específicos da economia em vez de tentar ir a todas e falhar a todas (ou ter parcos resultados a todas) foi a minha parte favorita do programa eleitoral do PS em 2024.
Na altura dos debates referi que já tinha sido feito no tempo da entrada na CEE, pelo Cavaco, e que apesar de várias dessas apostas se terem revelado erradas, tinha sido uma estratégia melhor do que a seguida nas décadas seguintes. Nem sabia na altura desse relatório Porter de 1994. Do vinho, turismo, sector automóvel, calçado, têxteis, madeira e cortiça acho que se pode dizer que triunfaram todos menos os têxteis e madeira, e mesmo esses não por serem um problema em si mas porque a Europa de Leste a China estavam prestes a entrar no mercado ocidental e rebentar com isto tudo. Maior problema do que estes 7 sectores por si mesmos foi a falta completa dos sectores que verdadeiramente iam explodir: serviços informáticos e de conhecimento. O Sócrates depois apostou nesses e nas eólicas renováveis, e também correram +/-, mais as eólicas que os serviços, na verdade.
De qualquer forma, adorava ter uma campanha eleitoral onde se discutissem os sectores onde apostar, em vez do que vamos ter, que é uma campanha de ataque e defesa de personalidades.
Que aposte é em sair da frente. Adoro estas super estratégias que nunca dão em nada, e só servem para redirecionar os impostos dos setores mais produtivos (com mais lucros) para os menos produtivos (que precisam de subsídios). Curiosamente essas empresas que recebem subsídios são sempre de amigos e sobrevivem coladas ao poder, seja qual for o governo.
Se quer investir em alguma coisa que seja no ensino, de resto é deixar as pessoas e as empresas descobrirem e arriscarem por elas mesmas o que faz ou não sentido.
A ideia não é má, não da para apostar em tudo ao mesmo tempo é melhor apostar de uma forma bastante ponderada mas apostar em força.
O mercado escolhe isso melhor que os relatórios
É pena o eleitorado tuga ter memória de peixe. Vão acabar por eleger este gajo, com tudo de mau que isso irá trazer. Era só uma questão de tempo.
A contar co ovo no cu da galinha e tudo
Para quem quer ler o relatório Porter, pode ler [aqui](https://lbc-global.com/wp-content/uploads/2024/05/RELATORIO-PORTER-PORTUGAL-com-Revisao-Grafica-LBC.pdf)
Acho uma boa ideia no geral, mas este novo relatório terá de ser um pouco diferente do Porter, que a meu ver produziu algumas conclusões erradas.
Esta parte de apostar em alguns setores de alto valor e não „ir a todas“ e ser mediano em todas era a minha parte favorita do programa do PS de 2023.
Um relatório com 2 ou 3 alterações:
1 – Um grupo de especialistas internacionais (muito importante pois com os nossos não vamos a lado algum) de áreas como a economia, engenharia, etc.
2 – Recomendações mais abrangentes do que apenas os setores, mas também outras medidas de desburocratização e ambiente de negócios
Portugal precisa de responder à questão, queremos ser bons em quê? Consoante a resposta, identificar 5 ou 6 setores de futuro e investir, tanto o estado como os privados.
O turismo não precisa de mais apoios, apoiemos com os nosso impostos setores de alto valor acrescentado
Alguns países já pedem relatórios destes, lembro-me por exemplo do último de Macron coordenado por Jean Tirole ou o documento de Kreisky na Áustria (embora aqui fosse um programa eleitoral)