> Numa audição na comissão parlamentar de Poder Local, Ana Raquel Moniz frisou que, até ao momento, o critério que a EtP utiliza para analisar as declarações de rendimento único submetidas por titulares de cargos públicos é cronológico, ou seja, *se um presidente de um instituto público enviar uma declaração antes de um ministro, será avaliada primeiro.*
> Ana Raquel Moniz reagia a uma pergunta do deputado do Chega Luís Paulo Fernandes, que abordou as declarações que a presidente da EtP fez em 25 de fevereiro, também numa audição no parlamento, na qual afirmou que só 25% das declarações submetidas por titulares de cargos públicos tinham sido avaliadas até ao momento:
> „Se esta legislatura terminar hoje, ou amanhã, o que é certo é que só temos 25% das declarações analisadas. O que me parece muito estranho porque, se estamos todos em funções – de governantes a deputados – todos deveríamos já estar analisados“, defendeu. (…) Ana Raquel Moniz justificou a situação com o facto de a EtP só ter três técnicos superiores a verificarem as declarações, salientando que „não é possível fazer mais neste momento“.
> Nesta audição, Ana Raquel Moniz salientou ainda que, neste momento, a EtP está a analisar um caso „em que poderá estar em causa a violação da exclusividade“, mas „ainda está na fase de envio à titular ou titular do ofício em que se notifica que vai ser enviado ao Ministério Público ou à entidade que exerce poderes de fiscalização sobre esta matéria“.
> Depois de interpelada pelos deputados para saber se, em causa, poderá estar um membro do Governo – numa alusão ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e à sua relação com a empresa Spinumviva -, *Raquel Moniz garantiu que o processo em questão „nada tem a ver com o que se possa vir a passar hoje“, referindo-se ao debate e votação de uma moção de confiança ao Executivo, esta tarde na Assembleia da República.*
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> Numa audição na comissão parlamentar de Poder Local, Ana Raquel Moniz frisou que, até ao momento, o critério que a EtP utiliza para analisar as declarações de rendimento único submetidas por titulares de cargos públicos é cronológico, ou seja, *se um presidente de um instituto público enviar uma declaração antes de um ministro, será avaliada primeiro.*
> Ana Raquel Moniz reagia a uma pergunta do deputado do Chega Luís Paulo Fernandes, que abordou as declarações que a presidente da EtP fez em 25 de fevereiro, também numa audição no parlamento, na qual afirmou que só 25% das declarações submetidas por titulares de cargos públicos tinham sido avaliadas até ao momento:
> „Se esta legislatura terminar hoje, ou amanhã, o que é certo é que só temos 25% das declarações analisadas. O que me parece muito estranho porque, se estamos todos em funções – de governantes a deputados – todos deveríamos já estar analisados“, defendeu. (…) Ana Raquel Moniz justificou a situação com o facto de a EtP só ter três técnicos superiores a verificarem as declarações, salientando que „não é possível fazer mais neste momento“.
> Nesta audição, Ana Raquel Moniz salientou ainda que, neste momento, a EtP está a analisar um caso „em que poderá estar em causa a violação da exclusividade“, mas „ainda está na fase de envio à titular ou titular do ofício em que se notifica que vai ser enviado ao Ministério Público ou à entidade que exerce poderes de fiscalização sobre esta matéria“.
> Depois de interpelada pelos deputados para saber se, em causa, poderá estar um membro do Governo – numa alusão ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e à sua relação com a empresa Spinumviva -, *Raquel Moniz garantiu que o processo em questão „nada tem a ver com o que se possa vir a passar hoje“, referindo-se ao debate e votação de uma moção de confiança ao Executivo, esta tarde na Assembleia da República.*
* [webarchive](https://archive.ph/2yjHD)
Aparentemente o critério deles era um compromisso de honra ligeiramente mais profissional.
Não imagino o estado da corrupção em Portugal caso não fossem os média a esmiuçar a classe política.
Quanto custa por ano esta Entidade de Inutilidade Pública? 🤣😂🤣😂