Isso… Comprem uns F-35 para ficarem inutilizáveis quando o Trump carregar no kill switch.
joca_the_second on
Se Portugal fosse para comprar F-35s, só iríamos receber os caças lá para 2035. Por essa altura, os americanos já podem ter feito um novo 180 e estar outra vez virados para a Europa.
Também os Franceses podem entretanto fazer o seu 180 ao eleger a Le Pen e ficamos a sofrer o mesmo desfecho.
Agora é caso se calcular esse risco e a Força Aérea perceber o quanto precisa de um caça de 5ª geração ou se consegue fazer a missão com um caça de 4.5ª geração.
rickz123456 on
Considerando que os EUA se tornaram inimigos da Europa, a escolha parece óbvia e são os Rafaele
Aparentemente os F-35 são melhores, mas não compraria
DarthSet on
Esta conversa dos F35 serem desactivados e preocupante, e de momento a aposta mais segura seria o rafale.
E comprar umas unidades e se elvolver na producao de um caca de quinta ou sexta geracao na europa.
Similar-Sea4478 on
Se temos mesmo que gastar dinheiro preferia que o mesmo fosse gasto a comprar equipamentos europeus…
A própria UE deveriasse unir e adoptar uma estratégia de produção de material militar em conjunto
Decent_Persimmon8120 on
O F-35 não tem qualquer „kill switch“, utiliza sim uma rede em nuvem para otimizar a manutenção e cadeia de logística mas se esta rede vier abaixo, o avião é alvo de qualquer manutenção ou reparação sem problema nenhum. A maior vulnerabilidade está no software, ele é atualizado de forma relativamente simples, mas todas as atualizações partem dos Estados Unidos, o avião consegue voar sem problema nenhum com software desatualizado, mas ficará obsoleto mais depressa pois ele serve para adaptar o avião a novas ameaças assim como permitir a integração de novos sensores e munições. De salientar que o programa do F-35 só foi possível graças a um esforço conjunto dos Estados Unidos com mais 19 países aliados, com a produção de componentes distribuída entre estes, qualquer coisa que Trump faça para limitar ou restringir o F-35 aos países que o operam hoje, irá resultar em centenas de milhares de milhões em perdas para os Estados Unidos e um atraso significativo de décadas na modernização da aviação do USMC e da USAF. Quanto a possíveis escolhas, o Rafale é inequivocamente superior, mas não apresenta na minha opinião, um salto tecnológico capaz de justificar os custos de aquisição e manutenção, o F-16 já deveria ter sido substituído ou modernizado entre 2015 e 2020 pelo que já estamos a perder muito tempo. Tendo em consideração a atual situação com os Estados Unidos, e o atraso significativo que temos em relação ao resto dos nossos aliados e do mundo, o caça mais barato disponível agora mesmo no mercado será a melhor opção por mais que nos deixe para trás, o F-16AM MLU chega ao fim de vida em 2030 e precisamos de algo que voe até 2050
aberrantasc on
São aviões distintos com aplicações diferentes. Um F-35 é um avião para ser o „cérebro“ das cenas, consegue transmitir informações dos seus sistemas para outros aviões, tornar até um F-16 mais completo com toda a informação presente. Um Rafale é concebido mais para dogfighting, não para „stealth“, o Rafale é detetado a distâncias muito maiores do que o F-35 por esta razão e não são jatos especificamente rápidos o que decresce a sobrevivência do piloto em caso de perigo. O Rafale é também uma „geração“ atrás do F-35, com custos menores de fabrico mas também muito mais manutenções que o F-35. Há mais diferenças mas aqui o ponto que tento chegar é que nenhum é relativamente superior ao outro, são ambos com aplicações distintas, o melhor era um mix de ambos e ir faseando os F-16 para os Typhoon (ou até manter os F-16 visto que conseguem maior autonomia (+1320km) que um Typhoon. Não há um claro vencedor, mas que temos de nos atualizar, temos.
ForsakeNtw on
Kill Switch é preocupante. Já vi histórias que existe, histórias que não, e que o que podem deixar de fornecer é peças para o avião…
Seja como for, e trabalhando em tecnologia, acredito mais na teoria que o Kill Switch exista, assim como as atualizações de software sejam apenas permitidas a certos actores através de chaves criptográficas que apenas os Estados Unidos possuirão, o que limita e muito a viabilidade destes aviões para a União Europeia.
Tendo em conta a possibilidade real de haver um conflito entre a Europa e os Estados Unidos por causa da Gronelândia, é muito preocupante pensar que podemos literalmente estar a dar as armas ao inimigo.
Com a protecção nuclear da França a ser extendida aos parceiros Europeus, parece-me lógico termos um avião (Rafale) capaz de carregar ogivas nucleares Francesas em pontos estratégicos como os Açores caso haja algum tipo de ameaça vinda do homem do outro lado do atlântico.
luso_warrior on
Comprar o F-35 para depois sermos chantageados pelos EUA como está a ser a Ucrânia ?
Escobar1888 on
Segundo dizem mesmo que existia um kill switch se os EUA o usarem é um kill switch à sua industria de armamento já que ninguem vai querer comprar mais equipamento nessas condições.
É duvidoso que os donos disto tudo, tão gananciosos como poderosos, fossem permitir, mesmo sendo o Trump, fechar assim a torneira dos dollars.
Mesmo sem kill switch o f35 está dependente demais dos americanos para quem quer ser independente deles.
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11 Kommentare
https://12ft.io/https://observador.pt/opiniao/portugal-e-a-substituicao-dos-f-16-a-escolha-certa-entre-o-f-35-e-o-rafale-com-o-fcas-em-perspectiva/
Isso… Comprem uns F-35 para ficarem inutilizáveis quando o Trump carregar no kill switch.
Se Portugal fosse para comprar F-35s, só iríamos receber os caças lá para 2035. Por essa altura, os americanos já podem ter feito um novo 180 e estar outra vez virados para a Europa.
Também os Franceses podem entretanto fazer o seu 180 ao eleger a Le Pen e ficamos a sofrer o mesmo desfecho.
Agora é caso se calcular esse risco e a Força Aérea perceber o quanto precisa de um caça de 5ª geração ou se consegue fazer a missão com um caça de 4.5ª geração.
Considerando que os EUA se tornaram inimigos da Europa, a escolha parece óbvia e são os Rafaele
Aparentemente os F-35 são melhores, mas não compraria
Esta conversa dos F35 serem desactivados e preocupante, e de momento a aposta mais segura seria o rafale.
E comprar umas unidades e se elvolver na producao de um caca de quinta ou sexta geracao na europa.
Se temos mesmo que gastar dinheiro preferia que o mesmo fosse gasto a comprar equipamentos europeus…
A própria UE deveriasse unir e adoptar uma estratégia de produção de material militar em conjunto
O F-35 não tem qualquer „kill switch“, utiliza sim uma rede em nuvem para otimizar a manutenção e cadeia de logística mas se esta rede vier abaixo, o avião é alvo de qualquer manutenção ou reparação sem problema nenhum. A maior vulnerabilidade está no software, ele é atualizado de forma relativamente simples, mas todas as atualizações partem dos Estados Unidos, o avião consegue voar sem problema nenhum com software desatualizado, mas ficará obsoleto mais depressa pois ele serve para adaptar o avião a novas ameaças assim como permitir a integração de novos sensores e munições. De salientar que o programa do F-35 só foi possível graças a um esforço conjunto dos Estados Unidos com mais 19 países aliados, com a produção de componentes distribuída entre estes, qualquer coisa que Trump faça para limitar ou restringir o F-35 aos países que o operam hoje, irá resultar em centenas de milhares de milhões em perdas para os Estados Unidos e um atraso significativo de décadas na modernização da aviação do USMC e da USAF. Quanto a possíveis escolhas, o Rafale é inequivocamente superior, mas não apresenta na minha opinião, um salto tecnológico capaz de justificar os custos de aquisição e manutenção, o F-16 já deveria ter sido substituído ou modernizado entre 2015 e 2020 pelo que já estamos a perder muito tempo. Tendo em consideração a atual situação com os Estados Unidos, e o atraso significativo que temos em relação ao resto dos nossos aliados e do mundo, o caça mais barato disponível agora mesmo no mercado será a melhor opção por mais que nos deixe para trás, o F-16AM MLU chega ao fim de vida em 2030 e precisamos de algo que voe até 2050
São aviões distintos com aplicações diferentes. Um F-35 é um avião para ser o „cérebro“ das cenas, consegue transmitir informações dos seus sistemas para outros aviões, tornar até um F-16 mais completo com toda a informação presente. Um Rafale é concebido mais para dogfighting, não para „stealth“, o Rafale é detetado a distâncias muito maiores do que o F-35 por esta razão e não são jatos especificamente rápidos o que decresce a sobrevivência do piloto em caso de perigo. O Rafale é também uma „geração“ atrás do F-35, com custos menores de fabrico mas também muito mais manutenções que o F-35. Há mais diferenças mas aqui o ponto que tento chegar é que nenhum é relativamente superior ao outro, são ambos com aplicações distintas, o melhor era um mix de ambos e ir faseando os F-16 para os Typhoon (ou até manter os F-16 visto que conseguem maior autonomia (+1320km) que um Typhoon. Não há um claro vencedor, mas que temos de nos atualizar, temos.
Kill Switch é preocupante. Já vi histórias que existe, histórias que não, e que o que podem deixar de fornecer é peças para o avião…
Seja como for, e trabalhando em tecnologia, acredito mais na teoria que o Kill Switch exista, assim como as atualizações de software sejam apenas permitidas a certos actores através de chaves criptográficas que apenas os Estados Unidos possuirão, o que limita e muito a viabilidade destes aviões para a União Europeia.
Tendo em conta a possibilidade real de haver um conflito entre a Europa e os Estados Unidos por causa da Gronelândia, é muito preocupante pensar que podemos literalmente estar a dar as armas ao inimigo.
Com a protecção nuclear da França a ser extendida aos parceiros Europeus, parece-me lógico termos um avião (Rafale) capaz de carregar ogivas nucleares Francesas em pontos estratégicos como os Açores caso haja algum tipo de ameaça vinda do homem do outro lado do atlântico.
Comprar o F-35 para depois sermos chantageados pelos EUA como está a ser a Ucrânia ?
Segundo dizem mesmo que existia um kill switch se os EUA o usarem é um kill switch à sua industria de armamento já que ninguem vai querer comprar mais equipamento nessas condições.
É duvidoso que os donos disto tudo, tão gananciosos como poderosos, fossem permitir, mesmo sendo o Trump, fechar assim a torneira dos dollars.
Mesmo sem kill switch o f35 está dependente demais dos americanos para quem quer ser independente deles.