Face à notícia publicada pelo jornal Público, com o título „Expropriações para a alta velocidade em Espinho assumem traçado diferente“, o Ministério das Infraestruturas e Habitação vem esclarecer:
* É falso que o traçado da primeira fase do primeiro troço da Linha de Alta Velocidade, entre Porto e Oiã, tenha sofrido alterações;
* O concurso para esta fase da Linha de Alta Velocidade foi publicado a 15 de janeiro de 2024 pelo anterior Governo, tendo então a tutela da área das Infraestruturas o Primeiro-Ministro António Costa;
* No concurso, lançado aquando do Governo liderado pelo Primeiro-Ministro António Costa, define-se uma faixa de variação de traçado de 400 metros dentro da qual o concessionário do concurso poderá, em sede de projeto de execução, otimizar o traçado final;
* No contexto do projeto de execução, competirá ao concessionário obter junto da Associação Portuguesa do Ambiente o necessário licenciamento ambiental definitivo, consubstanciado na emissão de Declaração de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE) e que irá envolver nova consulta pública;
* Após adjudicação do contrato, não cabe à Infraestruturas de Portugal, muito menos ao Governo em funções, intervir na definição do traçado final deste troço;
* O Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH) não teve, não tem, nem deveria ter conhecimento desse traçado final, pois, como referido, o mesmo é da responsabilidade do concessionário;
Como tem sido repetido por este Governo, obras que impactam gerações não podem nem devem sofrer alterações constantes. Sendo o respeito pelas decisões anteriores a regra deste Ministério.
O MIH, tendo tido conhecimento da correção da notícia do Público, não deixa de avaliar como muito grave o facto de, em momento algum ter sido questionado sobre a referência a um hipotético benefício para um grupo privado do eventual traçado da Linha de Alta Velocidade, pergunta que teria resposta categórica.
Jamais o MIH beneficia ou influencia a favor de quaisquer grupos ou interesses. O único interesse que prossegue é o mais elevado interesse público e dos portugueses.
Dito isto, como é que ficamos? Porque as TVs ainda estão a passar a versão que a quinta pertence a um familiar da família Violas atualmente e há malta a dizer que não na outra thread.
Top-Representative13 on
Essa é uma pergunta que tens de fazer à ERC e à CCPJ…
Que consequências vão existir para o Público e os jornalistas envolvidos na publicação dessa notícia, que pelos vistos é falsa….
Mental_Confection_17 on
Em 2023, o financiamento público do serviço público de media, totalizou 205,3 milhões de euros. É bom saber que parte do dinheiro dos nossos impostos vai para fake news. /s
amanita_shaman on
O Público não é um jornal sério. É propaganda e desinformação de extrema-esquerda. Deveria perder todos os apoios estatais
Ac1De9Cy0Sif6S on
É do sobrinho do dono da solverde btw
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
5 Kommentare
Face à notícia publicada pelo jornal Público, com o título „Expropriações para a alta velocidade em Espinho assumem traçado diferente“, o Ministério das Infraestruturas e Habitação vem esclarecer:
* É falso que o traçado da primeira fase do primeiro troço da Linha de Alta Velocidade, entre Porto e Oiã, tenha sofrido alterações;
* O concurso para esta fase da Linha de Alta Velocidade foi publicado a 15 de janeiro de 2024 pelo anterior Governo, tendo então a tutela da área das Infraestruturas o Primeiro-Ministro António Costa;
* No concurso, lançado aquando do Governo liderado pelo Primeiro-Ministro António Costa, define-se uma faixa de variação de traçado de 400 metros dentro da qual o concessionário do concurso poderá, em sede de projeto de execução, otimizar o traçado final;
* No contexto do projeto de execução, competirá ao concessionário obter junto da Associação Portuguesa do Ambiente o necessário licenciamento ambiental definitivo, consubstanciado na emissão de Declaração de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE) e que irá envolver nova consulta pública;
* Após adjudicação do contrato, não cabe à Infraestruturas de Portugal, muito menos ao Governo em funções, intervir na definição do traçado final deste troço;
* O Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH) não teve, não tem, nem deveria ter conhecimento desse traçado final, pois, como referido, o mesmo é da responsabilidade do concessionário;
Como tem sido repetido por este Governo, obras que impactam gerações não podem nem devem sofrer alterações constantes. Sendo o respeito pelas decisões anteriores a regra deste Ministério.
O MIH, tendo tido conhecimento da correção da notícia do Público, não deixa de avaliar como muito grave o facto de, em momento algum ter sido questionado sobre a referência a um hipotético benefício para um grupo privado do eventual traçado da Linha de Alta Velocidade, pergunta que teria resposta categórica.
Jamais o MIH beneficia ou influencia a favor de quaisquer grupos ou interesses. O único interesse que prossegue é o mais elevado interesse público e dos portugueses.
> [webarchive](https://archive.ph/VetQp)
——————————
Dito isto, como é que ficamos? Porque as TVs ainda estão a passar a versão que a quinta pertence a um familiar da família Violas atualmente e há malta a dizer que não na outra thread.
Essa é uma pergunta que tens de fazer à ERC e à CCPJ…
Que consequências vão existir para o Público e os jornalistas envolvidos na publicação dessa notícia, que pelos vistos é falsa….
Em 2023, o financiamento público do serviço público de media, totalizou 205,3 milhões de euros. É bom saber que parte do dinheiro dos nossos impostos vai para fake news. /s
O Público não é um jornal sério. É propaganda e desinformação de extrema-esquerda. Deveria perder todos os apoios estatais
É do sobrinho do dono da solverde btw