É isto que se quer. Estamos no bom caminho. Assim acabam-se os problemas como imigrantes. Basta que virem todos portugueses.
PikachuTuga on
E temos mais de 1 milhão de imigrantes sem nacionalidade portuguesa. Quando esses se naturalizarem (é só 5 anos) vamos ficar com perto de 30% de cidadãos que não nasceram em Portugal.
Impressionante como em 8 anos no poder PS, BE e PCP promoveram a maior alteração na demografia de Portugal em quase 900 anos de história.
itssStormy on
Mas a substituição populacional não era uma teoria da conspiração racista da extrema-direita?
noscrubs29 on
Portugal na vanguarda da mudança! Amo 😍
Como é que diziam há uns anos? O multiculturalismo é a nossa maior força! s/ 😁
O António Costa e geringonça são sem dúvida os maiores traidores à Pátria e aos Portugueses de que alguma vez há memória.
Bifito on
A malta mais jovem vai envelhecer e ver o país mudar completamente, nas suas últimas horas vai ser socorrida e enterrada eventualmente por pessoas que não têm somente pais e avós de naturalidade portuguesa. Sem ninguém para os passar, os costumes portugueses vão ficar extintos e a única prova de vida será nos vídeos lançados no youtube (se ainda existir), arquivos dos canais de televisão e museus. Portugal vai virar um mini EUA, fragmentado socialmente e culturalmente, vão surgir as pequenas comunidades autónomas (em nome só) onde somente europeus, africanos ou asiáticos vão poder comprar casa, formando-se guettos para que se proteja a integridade cultural de cada uma destas etnias. Vamos ter uma sociedade de pouca confiança nas instituições, em que o sentido de comunidade já não é respeitado. A cultura e história portuguesa vai ser completamente alterada, a cultura portuguesa vai ser substituída em grande parte do território e a história de Portugal vai ser reinterpretada para que a integração da população não portuguesa seja mais fácil (portugal sempre teve africanos e muçulmanos no seu território, etc).
16% em 2025. Para quem ache que os números vão diminuir ou estabilizar estão muito enganados.
A geração mais antiga teve a vantagem de morrer antes de ver o seu próprio país morrer. Nós vamos partilhar do mesmo destino que os Palestinianos e Curdos.
nebuerba on
Fui renovar o meu B.I e havia pessoas que nem sequer sabem falar português, ao balcão apercebi-me que era dos únicos a falar português.
Sardinha42 on
Falta de aviso não foi. Sobre todo o conceito de portas abertas. Mas esse era „de extremas“. Caiam prai, agora. Porque para se levantar, primeiro tem que se cair. Vamos a ver até onde cai para que o que sobrar, eleja a seguir para levantar.
Quanto mais esticarem a corda, mais drástico será o que vem depois. E temos muitos exemplos disto lá fora.
BelaBesta on
Adoro como só agora é que já podemos finalmente falar disto e dizer que já é demais.
Pois lembro-me há uns anitos atrás aqui, dizia-se ser chalupa ou conspiracionista e até extremista pensar-se que realmente existe uma substituição demográfica a ocorrer.
É sempre quando é tarde demais.
E pelos downvotes assumo que a malta precisa de sofrer mais um bocado pelos vistos.
OSpaceCowboy on
> Diretor do Observatório das Migrações diz que „percentagem não estará muito distante de outros países europeus“.
Tem sempre piada que há sempre uma estatística justificativa para mitigar o impacto deste tipo de notícias. Nas notícias sobre imigração também há sempre um „ah e tal, a percentagem continua mais baixa que a da França que é de larecos por cento.“
Infinite--Drama on
Estamos na média europeia, portanto está tudo bem, segundo a notícia.
Vamos pelo bom caminho… Principalmente tendo em conta que os número reais são efetivamente mais altos.
gugasman on
Não querendo defender o descontrolo actual, contudo, tenho amigos que vieram com os pais há 20 anos, e tanto eles comos os pais não têm naturalidade como Portugal e são tão portugueses como quem cá nasceu.
O problema é a malta que vêm e não tem intenção de se adaptar. Para terem nacionalidade portuguesa deveria ser necessário passar vários exames, e não apenas os tais 5 anos.
BroaxXx on
Isto também só acontece porque, toda a gente sabe, que a maioria desse pessoal só está à espera dum passaporte europeu para se pôr a andar daqui para fora.
O que eu achava graça é se, por algum motivo (não importa qual), o espaço Schengen acabasse e esses „portugueses“ fossem recambiado a para Portugal.
Só queria ver o que íamos fazer com um milhão de portugueses que nem sabe falar português.
Mas enfim… Fazer perguntas é ser preconceituoso. É o resultado.
Leonel_83 on
Os senhores já ouviram falar do plano Kalergi? 
hapad53774 on
>A percentagem de população que possui a cidadania portuguesa, mas não nasceu em Portugal é, atualmente, de 16%
Ou seja, um filho de Portugueses nascido no Luxemburgo é estrangeiro, mas um filho de Paquistaneses ilegais é Português.
Usar critérios destes num estado-nação com uma diáspora enorme faz um sentido do caraças.
Manumura on
Se lermos isto com atenção, vamos entender que a maioria são brasileiros que chegam a Portugal e pedem a Nacionalidade porque têm um pai, mãe ou um dos avós que são portugueses. Não vejo grande problema nisto. O problema é quando o pessoal mouro ou Indiano começar a pedir….
Aggravating-Body2837 on
Engraçado como se mistura descendentes de portugueses com estrangeiros.
Filhos de portugueses nascidos no estrangeiro também entram aqui. E não são poucos.
Spiritual-Peak2678 on
Não podemos manda-los para as trincheiras morrer pela causa?
Freak_on_Fire on
Eu sou filho de pais portugueses mas nasci na África do Sul. Estou incluído nesses 16%. Como eu há uma grande quantidade de gente, não só da África do Sul como da França, Inglaterra, Venezuela, Angola, Moçambique, etc. É muito importante essa nuance, principalmente para a quantidade de comentários parolos de „substituição racial“ neste post.
Estrumpfe on
O facto de já se falar em naturalidade é um bom sinal.
Falta seguir o exemplo da Suécia, que tem uma proposta de revisão constitucional para poder revogar a cidadania a quem tenha dupla nacionalidade, e vai passar a exigir critérios muito apertados para atribuição de cidadania a estrangeiros.
chalana81 on
Esse título é apenas click bait, façam o breakdown dessa percentagem e depois conversamos
Content-Long-4342 on
Bora bora, tudo a eito.
PlanetWyh on
Fora os que já adquiriram a nacionalidade…
TryHardPT on
Os comentários neste thread parece que vêm diretamente do portugueses, o caminho que este sub tem vindo a percorrer nos últimos anos é assustador para dizer o mínimo.
el_Bosco1 on
Depois de um interregno de uns dias com as polémicas do chega, be e PSD, voltamos no sub ao prato do costume: posta de xenofobia em lume brando.
Brainwheeze on
Eu não tenho naturalidade portuguesa não só porque tenho um mãe estrangeira como nasci no estrangeiro. Mas o que eu acho mais interessante é algumas pessoas darem tanta importância ao segundo ponto, que se eu tivesse nascido cá eu seria considerado „menos estrangeiro“, quer que a minha mãe seja estrangeira ou não. Fico confuso com o quão frequentemente me perguntam „Mas nasceste onde??“ quando revelo que a minha mãe não é portuguesa de nascença.
BuzzEU on
Não interessa. Daqui a 5 anos bazam porque Portugal é só a porta para a Europa.
Eles nem se dão ao trabalho de aprender a língua porque já estão a pensar em bazar assim que tiverem a nacionalidade.
Nem os imigrantes pobres querem cá ficar. Essa devia ser a verdadeira preocupação. Speedrun para fazer o passaporte português valer zero.
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27 Kommentare
Oprah meme.
É isto que se quer. Estamos no bom caminho. Assim acabam-se os problemas como imigrantes. Basta que virem todos portugueses.
E temos mais de 1 milhão de imigrantes sem nacionalidade portuguesa. Quando esses se naturalizarem (é só 5 anos) vamos ficar com perto de 30% de cidadãos que não nasceram em Portugal.
Impressionante como em 8 anos no poder PS, BE e PCP promoveram a maior alteração na demografia de Portugal em quase 900 anos de história.
Mas a substituição populacional não era uma teoria da conspiração racista da extrema-direita?
Portugal na vanguarda da mudança! Amo 😍
Como é que diziam há uns anos? O multiculturalismo é a nossa maior força! s/ 😁
O António Costa e geringonça são sem dúvida os maiores traidores à Pátria e aos Portugueses de que alguma vez há memória.
A malta mais jovem vai envelhecer e ver o país mudar completamente, nas suas últimas horas vai ser socorrida e enterrada eventualmente por pessoas que não têm somente pais e avós de naturalidade portuguesa. Sem ninguém para os passar, os costumes portugueses vão ficar extintos e a única prova de vida será nos vídeos lançados no youtube (se ainda existir), arquivos dos canais de televisão e museus. Portugal vai virar um mini EUA, fragmentado socialmente e culturalmente, vão surgir as pequenas comunidades autónomas (em nome só) onde somente europeus, africanos ou asiáticos vão poder comprar casa, formando-se guettos para que se proteja a integridade cultural de cada uma destas etnias. Vamos ter uma sociedade de pouca confiança nas instituições, em que o sentido de comunidade já não é respeitado. A cultura e história portuguesa vai ser completamente alterada, a cultura portuguesa vai ser substituída em grande parte do território e a história de Portugal vai ser reinterpretada para que a integração da população não portuguesa seja mais fácil (portugal sempre teve africanos e muçulmanos no seu território, etc).
16% em 2025. Para quem ache que os números vão diminuir ou estabilizar estão muito enganados.
A geração mais antiga teve a vantagem de morrer antes de ver o seu próprio país morrer. Nós vamos partilhar do mesmo destino que os Palestinianos e Curdos.
Fui renovar o meu B.I e havia pessoas que nem sequer sabem falar português, ao balcão apercebi-me que era dos únicos a falar português.
Falta de aviso não foi. Sobre todo o conceito de portas abertas. Mas esse era „de extremas“. Caiam prai, agora. Porque para se levantar, primeiro tem que se cair. Vamos a ver até onde cai para que o que sobrar, eleja a seguir para levantar.
Quanto mais esticarem a corda, mais drástico será o que vem depois. E temos muitos exemplos disto lá fora.
Adoro como só agora é que já podemos finalmente falar disto e dizer que já é demais.
Pois lembro-me há uns anitos atrás aqui, dizia-se ser chalupa ou conspiracionista e até extremista pensar-se que realmente existe uma substituição demográfica a ocorrer.
É sempre quando é tarde demais.
E pelos downvotes assumo que a malta precisa de sofrer mais um bocado pelos vistos.
> Diretor do Observatório das Migrações diz que „percentagem não estará muito distante de outros países europeus“.
Tem sempre piada que há sempre uma estatística justificativa para mitigar o impacto deste tipo de notícias. Nas notícias sobre imigração também há sempre um „ah e tal, a percentagem continua mais baixa que a da França que é de larecos por cento.“
Estamos na média europeia, portanto está tudo bem, segundo a notícia.
Vamos pelo bom caminho… Principalmente tendo em conta que os número reais são efetivamente mais altos.
Não querendo defender o descontrolo actual, contudo, tenho amigos que vieram com os pais há 20 anos, e tanto eles comos os pais não têm naturalidade como Portugal e são tão portugueses como quem cá nasceu.
O problema é a malta que vêm e não tem intenção de se adaptar. Para terem nacionalidade portuguesa deveria ser necessário passar vários exames, e não apenas os tais 5 anos.
Isto também só acontece porque, toda a gente sabe, que a maioria desse pessoal só está à espera dum passaporte europeu para se pôr a andar daqui para fora.
O que eu achava graça é se, por algum motivo (não importa qual), o espaço Schengen acabasse e esses „portugueses“ fossem recambiado a para Portugal.
Só queria ver o que íamos fazer com um milhão de portugueses que nem sabe falar português.
Mas enfim… Fazer perguntas é ser preconceituoso. É o resultado.
Os senhores já ouviram falar do plano Kalergi? 
>A percentagem de população que possui a cidadania portuguesa, mas não nasceu em Portugal é, atualmente, de 16%
Ou seja, um filho de Portugueses nascido no Luxemburgo é estrangeiro, mas um filho de Paquistaneses ilegais é Português.
Usar critérios destes num estado-nação com uma diáspora enorme faz um sentido do caraças.
Se lermos isto com atenção, vamos entender que a maioria são brasileiros que chegam a Portugal e pedem a Nacionalidade porque têm um pai, mãe ou um dos avós que são portugueses. Não vejo grande problema nisto. O problema é quando o pessoal mouro ou Indiano começar a pedir….
Engraçado como se mistura descendentes de portugueses com estrangeiros.
Filhos de portugueses nascidos no estrangeiro também entram aqui. E não são poucos.
Não podemos manda-los para as trincheiras morrer pela causa?
Eu sou filho de pais portugueses mas nasci na África do Sul. Estou incluído nesses 16%. Como eu há uma grande quantidade de gente, não só da África do Sul como da França, Inglaterra, Venezuela, Angola, Moçambique, etc. É muito importante essa nuance, principalmente para a quantidade de comentários parolos de „substituição racial“ neste post.
O facto de já se falar em naturalidade é um bom sinal.
Falta seguir o exemplo da Suécia, que tem uma proposta de revisão constitucional para poder revogar a cidadania a quem tenha dupla nacionalidade, e vai passar a exigir critérios muito apertados para atribuição de cidadania a estrangeiros.
Esse título é apenas click bait, façam o breakdown dessa percentagem e depois conversamos
Bora bora, tudo a eito.
Fora os que já adquiriram a nacionalidade…
Os comentários neste thread parece que vêm diretamente do portugueses, o caminho que este sub tem vindo a percorrer nos últimos anos é assustador para dizer o mínimo.
Depois de um interregno de uns dias com as polémicas do chega, be e PSD, voltamos no sub ao prato do costume: posta de xenofobia em lume brando.
Eu não tenho naturalidade portuguesa não só porque tenho um mãe estrangeira como nasci no estrangeiro. Mas o que eu acho mais interessante é algumas pessoas darem tanta importância ao segundo ponto, que se eu tivesse nascido cá eu seria considerado „menos estrangeiro“, quer que a minha mãe seja estrangeira ou não. Fico confuso com o quão frequentemente me perguntam „Mas nasceste onde??“ quando revelo que a minha mãe não é portuguesa de nascença.
Não interessa. Daqui a 5 anos bazam porque Portugal é só a porta para a Europa.
Eles nem se dão ao trabalho de aprender a língua porque já estão a pensar em bazar assim que tiverem a nacionalidade.
Nem os imigrantes pobres querem cá ficar. Essa devia ser a verdadeira preocupação. Speedrun para fazer o passaporte português valer zero.