É fácil, comecem por pedir mais fiscalização com os motoristas ilegais.
zizop on
Que cromos. Andam a reclamar de receberem pouco mas depois saem-se com esta:
>A AMN-TVDE pretende que seja a Autoridade da Mobilidade e do Transportes a presidir a um Conselho Consultivo (anual) de promoção da autorregulação do setor.
É por isto que a consciência de classe é importante: nunca uma empresa vai auto-regular diminuir os lucros só para pagar melhor, ainda por cima quando estas pessoas nem são trabalhadoras da empresa, em termos legais. São „colaboradores“.
Se querem efectivamente direitos, exijam que a Uber faça um contrato de trabalho com os motoristas. O Código do Trabalho ainda por cima já prevê o reconhecimento deste vínculo no caso específico das plataformas digitais…
mpgd on
Mas eles já estão na rua..
Piadas à parte, começar pela fiscalização e responsabilização das plataformas.
Visara57 on
Quanto mais oferta, menos salário
Southern-Still-666 on
Excesso de trabalhadores leva a uma competição pelo menor salário. Trabalhar na UBER é e sempre foi algo flexível, para complementar horários ou conciliar com outro trabalho. O problema é admitirmos a entrada de imigrantes para virem trabalhar nestas plataformas a tempo inteiro e por tostões. Imigração sim mas com contrato de trabalho para um emprego a sério
lskrew on
deviam fazer uma greve de um ano
Gigameister on
se aceitarem legislação para aprenderem português de forma obrigatória eu apoio.
Gobeklitepi on
As condições já existiam… Chamam-se taxistas.
DimitryKratitov on
Infelizmente ninguém vai perceber o que estão a dizer…
TMmouse on
Já foi algo que deu dinheiro a muitos, neste momento há muitos a fazer contas à vida que não conseguem devido a haver meio mundo como motoristas…
Estrumpfe on
Saem a ganhar as empresas donas de frotas.
1. Não passam o aumento de tarifas aos colaboradores, ficam com mais lucro
2. Aceleram a substituição de colaboradores portugueses por imigrantes
3. Tudo ajudado pela „auto-regulação“ que também reivindicam.
Têm demasiada oferta de mão-de-obra. Só tenho pena dos tugas que tem de competir nesse mercado de merda, criado pela imigração. Que podiam ganhar um extra para ajudar nas duas despesas, mas este cenário torna isso impossível.
BraveTip7987 on
Isso implicaria que a Uber desse um tostão por quem trabalha para eles.
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12 Kommentare
É fácil, comecem por pedir mais fiscalização com os motoristas ilegais.
Que cromos. Andam a reclamar de receberem pouco mas depois saem-se com esta:
>A AMN-TVDE pretende que seja a Autoridade da Mobilidade e do Transportes a presidir a um Conselho Consultivo (anual) de promoção da autorregulação do setor.
É por isto que a consciência de classe é importante: nunca uma empresa vai auto-regular diminuir os lucros só para pagar melhor, ainda por cima quando estas pessoas nem são trabalhadoras da empresa, em termos legais. São „colaboradores“.
Se querem efectivamente direitos, exijam que a Uber faça um contrato de trabalho com os motoristas. O Código do Trabalho ainda por cima já prevê o reconhecimento deste vínculo no caso específico das plataformas digitais…
Mas eles já estão na rua..
Piadas à parte, começar pela fiscalização e responsabilização das plataformas.
Quanto mais oferta, menos salário
Excesso de trabalhadores leva a uma competição pelo menor salário. Trabalhar na UBER é e sempre foi algo flexível, para complementar horários ou conciliar com outro trabalho. O problema é admitirmos a entrada de imigrantes para virem trabalhar nestas plataformas a tempo inteiro e por tostões. Imigração sim mas com contrato de trabalho para um emprego a sério
deviam fazer uma greve de um ano
se aceitarem legislação para aprenderem português de forma obrigatória eu apoio.
As condições já existiam… Chamam-se taxistas.
Infelizmente ninguém vai perceber o que estão a dizer…
Já foi algo que deu dinheiro a muitos, neste momento há muitos a fazer contas à vida que não conseguem devido a haver meio mundo como motoristas…
Saem a ganhar as empresas donas de frotas.
1. Não passam o aumento de tarifas aos colaboradores, ficam com mais lucro
2. Aceleram a substituição de colaboradores portugueses por imigrantes
3. Tudo ajudado pela „auto-regulação“ que também reivindicam.
Têm demasiada oferta de mão-de-obra. Só tenho pena dos tugas que tem de competir nesse mercado de merda, criado pela imigração. Que podiam ganhar um extra para ajudar nas duas despesas, mas este cenário torna isso impossível.
Isso implicaria que a Uber desse um tostão por quem trabalha para eles.