As escolhas bizarras do Estado Português: em 1997, decidiu-se que a CP não podia gerir a infraestrutura ferroviária por causa da Sagrada Concorrência. A REFER, agora IP teria de ser o árbitro isento que não escolheria a a CP em detrimento de outros.
Hoje, o Governo planeia entregar a gestão da infraestrutura a um privado, destruindo por completo a ideia de uma empresa estatal reguladora do sector e criando uma linha em desarticulação com a restante rede ferroviária.
leto78 on
No Reino Unido, onde o sistema ferroviário tem falhado bastante, os poucos casos de sucesso são onde a infraestrutura e as operações são geridas pelo mesmo concessionário. Neste formato, não há conflitos e atribuição de culpas quando há manutenção na via e os serviços são perturbados. O concessionário tem como objectivo uma infraestrutura que funcione bem e tenha uma manutenção com o mínimo impacto possível.
pc0999 on
Outra PPP ou concessão porque a Fertagus está a correr muito bem, tal como os restantes transportes públicos privados…
Que desgraça de governo.
JustALittlePoro on
Mais um exemplo de um governo do PSD a „oferecer“ todos os serviços públicos a privados, para depois uns anos mais tarde vermos que correu mal.
Hopeful-Ad2639 on
O que podemos esperar: bilhetes caros, aumentos anuais acima da inflação, lucro garantido e compensações chorudas para a concessinária. E uma concessão com a duração de >50 anos.
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5 Kommentare
As escolhas bizarras do Estado Português: em 1997, decidiu-se que a CP não podia gerir a infraestrutura ferroviária por causa da Sagrada Concorrência. A REFER, agora IP teria de ser o árbitro isento que não escolheria a a CP em detrimento de outros.
Hoje, o Governo planeia entregar a gestão da infraestrutura a um privado, destruindo por completo a ideia de uma empresa estatal reguladora do sector e criando uma linha em desarticulação com a restante rede ferroviária.
No Reino Unido, onde o sistema ferroviário tem falhado bastante, os poucos casos de sucesso são onde a infraestrutura e as operações são geridas pelo mesmo concessionário. Neste formato, não há conflitos e atribuição de culpas quando há manutenção na via e os serviços são perturbados. O concessionário tem como objectivo uma infraestrutura que funcione bem e tenha uma manutenção com o mínimo impacto possível.
Outra PPP ou concessão porque a Fertagus está a correr muito bem, tal como os restantes transportes públicos privados…
Que desgraça de governo.
Mais um exemplo de um governo do PSD a „oferecer“ todos os serviços públicos a privados, para depois uns anos mais tarde vermos que correu mal.
O que podemos esperar: bilhetes caros, aumentos anuais acima da inflação, lucro garantido e compensações chorudas para a concessinária. E uma concessão com a duração de >50 anos.