Die Polizei, die am Tod von Odair Moniz beteiligt ist, beschuldigt dem Mord: MP will ihn verbieten, zu trainieren

    https://www.publico.pt/2025/01/29/sociedade/noticia/ministerio-publico-acusa-homicidio-policia-envolvido-morte-odair-moniz-2120568

    Von CharityNational1915

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    6 Kommentare

    1. ZegotinhaPT on

      E os animais que quase mataram um motorista a arder, já foram apreendidos? Investigados? Acusados de alguma coisa sequer? Ou só quem tem „direito“ a investigações e acusações aceleradas são os agentes da policia?

      País ao contrário.

    2. Bom trabalho Polícia Judiciária 👏👏👏👏👏

      Sempre a trabalhar em prol dos valores da justiça, sem precisar de meter baixas para apoios psicológicos.

      É continuar com excelente trabalho, porque é com o vosso trabalho que povo distingue uma Polícia com „p“ grande e uma polícia grunha subsidio-dependente e mal intencionada.

    3. Agora quero ver se o chega tambem pede justiça imediata para este criminoso, como faz antes do julgamento para todo o tipo de gente que não gosta.

    4. Plus_Jorg3N_7882 on

      Eu também gostava de saber se os delinquentes que andaram a incendiar, destruir autocarros e que atacaram o motorista, ferindo-o gravemente com mazelas para o resto da vida também já têm o processo pronto na nossa „justiça“. É que foi na mesma altura… Ou será racismo, mencionar o caso?

    5. raviolli_ninja on

      Tenho pena do puto polícia. Tenho a sensação (eh!) que lhe foi feita a cama pelos colegas mais seniores e estrutura de comando desde o princípio: enviaram um polícia inexperiente para um cenário complicado, provavelmente sob pressão dos colegas para agir duro, e como resultado de estar cagado de medo, disparou. Em cima disso, os colegas falsificaram declarações que ele nunca proferiu (admitiu desde cedo que a vítima – já lhe podemos chamar assim! – não tinha qualquer arma).

      Este miúdo/polícia é o menos culpado de tudo isto, e tem a vida destruída. A esta junta-se a do Odair.

    6. „O processo ainda está a decorrer e o agente é inocente até prova contrário“.

      Portanto o título enganador, mas não se esperava outra coisa de um artigo do Público escrito pela Joana Gorjão Henriques.

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