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    12 Kommentare

    1. > Muitas das 49 cadeias portuguesas estão sobrelotadas, havendo mais de dois mil estrangeiros. Na cadeia de Sintra já são mais de 30%, enquanto na Carregueira ficam-se pelos 22%. Entretanto, a máfia brasileira, o PCC, está a ‘batizar’ novos elementos nas prisões portuguesas.

      > Mas quem marcou a semana que agora termina foi Luís Neves, diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), que conseguiu dividir ainda mais as águas da criminalidade, ao referir que «120 pessoas de outros países estão presas num universo de mais de 10 mil». Como é óbvio, o diretor da PJ sabe muito bem ler os quadros da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, que qualquer um pode consultar, mas «esqueceu-se de falar nos outros dois mil estrangeiros **que estão presos, e não detidos**. 2036 é bem diferente de 120», ironiza ao Nascer do SOL um oficial da PSP. É óbvio que Luís Neves queria demonstrar que no item ‘Outros’ – onde estarão os paquistaneses, indianos, nepaleses e bangladeshianos –, o número é relativamente baixo, ficando-se pelos 125, contando com as mulheres.

      > «O Dr. Luís Neves, pelo qual tenho a maior das considerações, falou em números, mas tenho muita dificuldade em decifrá-los. Talvez seja por ter falado em detidos pela PJ, enquanto eu conheço é os presos, ou reclusos, aqueles que estão presos. Mas vamos imaginar que dois jovens entram numa ourivesaria e agridem ao murro e ao pontapé a proprietária, ficando esta em mau estado. O órgão de polícia criminal que irá tomar conta da ocorrência será a PSP ou a GNR. Como não houve armas envolvidas, nem homicídio, esses jovens podem ser detidos e depois condenados a cumprir pena de prisão efetiva», diz Hermínio Barradas, presidente da Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional ao Nascer do SOL. Como é óbvio, **esse assalto nunca entraria nas contas da PJ**. Este é apenas um de muitos casos que se podem constatar com uma visita a uma das 49 cadeias portuguesas.

      > Neste momento, em Portugal haverá mais de mil elementos do Primeiro Comando Capital (PCC), a máfia brasileira, e nas cadeias portuguesas estão a fazer cada vez mais batismos, angariando novos membros. «Sim, tem havido batismos, de converterem uma pessoa ‘normal’ a essa organização. Calculamos que já são mais os não brasileiros, que andam à volta dos 80-100 nas cadeias»,

      * webarchive: https://archive.ph/p3zGT / printscreen: https://imgur.com/oj8pB4P

      Respeitem as regras do sub, por favor. Evitem a S-word. Achei pertinente os dois parágrafos do meio. Há sempre várias formas de contar a mesma coisa. Tudo depende do ângulo. 🤔 O que nunca ajudou ninguém são os *juguetes* manhosos com ângulos e palavras.

    2. Portugal tem uns dos níveis mais baixos de estrangeiros na prisão. Existem países com níveis de 70%.

    3. sardinha_frita on

      A julgar pela conversa de alguns entendidos há uns dias parecia que só havia meia dúzia de estrangeiros presos. Afinal ainda são alguns.

    4. Traditional-Big-6574 on

      Devia ser 2000 criminosos estrangeiros usam os recursos do estado pagos pelos contribuintes

    5. Comfortable-Treat-50 on

      quando forem presos ponham eles em tendas e todos os dias ir construir a prisão com as ferramentas.

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