
Entlassungen im Block. Partei präsentiert Dutzende Maßnahmen zum Schutz schwangerer, postnataler und stillender Frauen? [Verdadeiro]
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/despedimentos-no-bloco-partido-apresentou-dezenas-de-medidas-para-proteger-mulheres-gravidas-puerperas-e-lactantes/
Von UnethicalApparatus
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15 Kommentare
Até quando é para falar mal do BE, conseguem dar um título „bondoso“ para não parecer tão mal. Mas claro que o polígrafo é completamente isento e trata todos por igual.
Eu também posso apresentar 1000 medidas boas e não cumprir nenhuma. Como é que isso se chama, espera, eu lembro-me, hipo coisa… hipocrisia?
Polígrafo mais uma vez a fazer política em vez de fact-checking.
O título devia só dizer que era Verdadeiro que tinham despedido mulheres a amamentar. Em vez disso põem no título que é verdadeiro que existiram despedimentos mas que também apresentaram dezenas de medidas para proteger. São mais os elogios no título do que a avaliação aos factos. Enfim, nada de novo.
O bloco de esquerda não é contra o termos „mulheres“ e sobretudo „mulheres grávidas“?
Acho sempre piada, neste tipo de situações. como as criticas se tornam um pouco obtusas.
Se o BE despediu as funcionárias esteve mal, mas, deviamos então achar que não deviam ser apresentadas medidas que protegem as grávidas deste mesmo tipo de situações?
Então, se as medidas não forem apresentadas e aprovadas, qual é exactamente o problema da atitude do Bloco em relação às grávidas?
O que retiro da notícia é que o BE é contra as falsas extinções de posto de trabalho, no entanto esta trabalhadora do BE foi despedida por uma verdadeira extinção do posto de trabalho.
Faz o que eu digo não faças o que eu faço
Pensemos no contexto: o BE, tal como uma empresa que está em downsizing, pela diminuição de votos e respetivo orçamento, necessita reduzir os seus quadros. Certamente que o CDS teve a mesma situação, e é um partido conservador e que incentiva a natalidade. Portanto, aqui não é uma questão de retórica política, é de gestão empresarial.
Havendo extinção de posto de trabalho, pagando indemnização (ou chamemos acordo), possibilitando a trabalhadora ao acesso aos subsídios legais, beneficiando esta de 1 ou 2 anos deste complemento, só agora vem a público retaliar. Esperteza saloia, não? Cuspir no prato onde comeu, só depois da refeição feita.
Entendo o buzz, a ironia\hipocrisia que os adversários políticos possam querer dar, mas o essencial é a natureza e a necessidade\importância da função exercida, e não o ponto de vista sobre natalidade da empresa X ou Y. O posto foi extinto, à esquerda, à direita, ao liberal e ao conservador.
A trabalhadora não nega que os seus direitos tenham sido salvaguardados. Hipocrisia é não compreendermos que muitas mulheres, em situação de possíveis 1 ou 2 anos de subsídio, não recusariam um acordo financeiro para cessar contrato. O problema é passados esses anos, sem a fonte de rendimento, acharem que foi uma „licença com vencimento“, pago pela SS, e que o lugar é dela por direito.
Da saga: a minha vida corre mal e a culpa é do BE.
Em casa de ferreiro…
Rumo à extinção.
A parte top é que o polígrafo apenas avalia a veracidade da pergunta „Partido apresentou dezenas de medidas para proteger mulheres grávidas, puérperas e lactantes?“ no artigo  bem, neste caso confirmam algo positivo. O resto continua em disputa, o que só por si não abona a favor do BE.
Regras para vós mas não para nós.
Hipocrisia e sem vergonhice
É fácil apresentar 1000000 ideias de lei quando sabes que 1) não serás tu a teres que as cumprir e 2) és um partido de protesto sem grandes responsabilidades. É que o BE nem autarquias gere.
O certo é que à primeira oportunidade em que realmente tiveram que gerir seja o que for, já existe um escândalo laboral. Diz tudo.