Já não era sem tempo. O sistema português está a limitar o investimento e a inovação.
Miguel3403 on
Finalmente o sistema atual não faz sentido nenhum
hapad53774 on
IL bem 👏
zalkier on
Se isso trouxer mais pontos de carregamento para as cidades e que seja a preços que compensem ter um carro eletrico…
IL bem.
park777 on
SIM.
Acrobatic-Cress4737 on
E bem
a-better-tomorrow-pt on
Deixo aqui a indicação, que nem todos ainda sabem, já é possível carregar em Portugal com a Wenea e a Electroverse e pagar o valor ao kWh em vez de ser ao minuto + kWh.
Isto é para mim o principal problema. Quando ia meter gasolina sabia que pagava um valor por litro, afixado de forma clara. Aqui é preciso andar a fazer contas porque o CEME cobra por kWh, o OPC cobra ao minuto e o preço depende da velocidade de carregamento do carro e do posto e no final ainda temos as taxas e taxinhas.
Resolvendo isso, metam os pagamentos com um qualquer cartão bancário. É terrível ir a Espanha e ter que andar com apps diferentes porque cada operador está em redes diferentes.
JohnSnowHenry on
Isso sim é de valor…o sistema atual é apenas ridículo
patinhasRD on
Qualquer solução que aumente a competição é geralmente melhor para o utilizador. A questão é se os postos vão aumentar (o custo de investimento em novos postos não é incomportável, mas a variedade de tecnologias e a incerteza sobre o comportamento dos EUA em termos de eletrificação torna o investimento um pouco arriscado).
Vamos a ver é se, como acontece frequentemente em Portugal, isto não vai ser na realidade apenas uma medida para „inglês ver“ devido a cartelização na prática por parte dos incumbentes. É importante que operadores estrangeiros possam facilmente oferecer serviços para impedir esta possibilidade.
patinhasRD on
Uma opção com que concordo, mas que estranho por vir de um partido dito „liberal“:
„Em concreto, a IL quer que passe a estar estipulado no regime jurídico da mobilidade elétrica que os operadores de pontos de carregamento têm o dever de „disponibilizar forma de pagamento ‚ad hoc‘ em todos os pontos de carregamento por si operados, nomeadamente mas não limitado à afixação de códigos QR“.
O partido sugere ainda que seja proibido descriminar entre „os preços ‚ad hoc‘ cobrados aos utilizadores e os preços cobrados aos prestadores de serviços de mobilidade, nem entre os preços cobrados a diferentes prestadores de serviços de mobilidade“.
Conforme disse, concordo com a ideia, mas é obviamente uma intrusão na liberdade negocial dos operadores…
Abstrartistic on
Avisem-me quando puder pagar com cartao nos postos e sem precisar pré-registos ridículos.
Ate a p*ta de uma maquina de sandes e bebida deixa-me pagar com cartão ffs!
Creepy-Front-8095 on
Pagamentos ad hoc já estão previsto estarem disponíveis em todos os postos…
a IL que se informe.
TomatilloKooky3213 on
Isto é tudo muito giro. Mas os preços base do kwh são sempre definidos e fixos pela ERSE. O que a IL se queixa é a simplificação que as empresas, na sua maioria privadas, têm que desenvolver.
Se isto significa regular e obrigar as empresas exploradoras de Pontos de Carregamento a ter métodos mais simplificados, óptimo! Mas acho giro para um partido como a IL querer a mão reguladora no estado para estas coisas.
Outro ponto a ter em atenção, isto não significa mais pontos de carregamento distribuidos pelo país e pelas cidades. Para isso acontecer há a necessidade de investimento na rede eletrica nacional, principalmente nas cidades onde a rede eléctrica é antiga e não comporta com uma expansão repentina de postos de carregamento.
A ver, parece-me uma boa medida na teoria, mas com muita pouca ação na prática.
Eastern-Mark-5499 on
Coloquem bola de reboque e andem com um gerador a gasóleo atrás.
EfficientInsecto on
continuem a conduzir os vossos Teslas e a apoiar o Goebbels do seculo XXI
FMSV0 on
Ha paises em q temos de ter um cartao de cada „dono do posto“, em Portugal tirando a tesla e continente, todos os outros postos estao ligados à mobi.e, logo todos sem excepção dao para usar.
Isto nao é a realidade nos outros países (ou pelo menos em vários), por isso vamos ter alguma calma com estas propostas.
Tal como nos multibancos, ha vantagens em ter uma empresa a gerir a rede e nao 200.
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
17 Kommentare
Ok.
Já não era sem tempo. O sistema português está a limitar o investimento e a inovação.
Finalmente o sistema atual não faz sentido nenhum
IL bem 👏
Se isso trouxer mais pontos de carregamento para as cidades e que seja a preços que compensem ter um carro eletrico…
IL bem.
SIM.
E bem
Deixo aqui a indicação, que nem todos ainda sabem, já é possível carregar em Portugal com a Wenea e a Electroverse e pagar o valor ao kWh em vez de ser ao minuto + kWh.
Isto é para mim o principal problema. Quando ia meter gasolina sabia que pagava um valor por litro, afixado de forma clara. Aqui é preciso andar a fazer contas porque o CEME cobra por kWh, o OPC cobra ao minuto e o preço depende da velocidade de carregamento do carro e do posto e no final ainda temos as taxas e taxinhas.
Resolvendo isso, metam os pagamentos com um qualquer cartão bancário. É terrível ir a Espanha e ter que andar com apps diferentes porque cada operador está em redes diferentes.
Isso sim é de valor…o sistema atual é apenas ridículo
Qualquer solução que aumente a competição é geralmente melhor para o utilizador. A questão é se os postos vão aumentar (o custo de investimento em novos postos não é incomportável, mas a variedade de tecnologias e a incerteza sobre o comportamento dos EUA em termos de eletrificação torna o investimento um pouco arriscado).
Vamos a ver é se, como acontece frequentemente em Portugal, isto não vai ser na realidade apenas uma medida para „inglês ver“ devido a cartelização na prática por parte dos incumbentes. É importante que operadores estrangeiros possam facilmente oferecer serviços para impedir esta possibilidade.
Uma opção com que concordo, mas que estranho por vir de um partido dito „liberal“:
„Em concreto, a IL quer que passe a estar estipulado no regime jurídico da mobilidade elétrica que os operadores de pontos de carregamento têm o dever de „disponibilizar forma de pagamento ‚ad hoc‘ em todos os pontos de carregamento por si operados, nomeadamente mas não limitado à afixação de códigos QR“.
O partido sugere ainda que seja proibido descriminar entre „os preços ‚ad hoc‘ cobrados aos utilizadores e os preços cobrados aos prestadores de serviços de mobilidade, nem entre os preços cobrados a diferentes prestadores de serviços de mobilidade“.
Conforme disse, concordo com a ideia, mas é obviamente uma intrusão na liberdade negocial dos operadores…
Avisem-me quando puder pagar com cartao nos postos e sem precisar pré-registos ridículos.
Ate a p*ta de uma maquina de sandes e bebida deixa-me pagar com cartão ffs!
Pagamentos ad hoc já estão previsto estarem disponíveis em todos os postos…
a IL que se informe.
Isto é tudo muito giro. Mas os preços base do kwh são sempre definidos e fixos pela ERSE. O que a IL se queixa é a simplificação que as empresas, na sua maioria privadas, têm que desenvolver.
Se isto significa regular e obrigar as empresas exploradoras de Pontos de Carregamento a ter métodos mais simplificados, óptimo! Mas acho giro para um partido como a IL querer a mão reguladora no estado para estas coisas.
Outro ponto a ter em atenção, isto não significa mais pontos de carregamento distribuidos pelo país e pelas cidades. Para isso acontecer há a necessidade de investimento na rede eletrica nacional, principalmente nas cidades onde a rede eléctrica é antiga e não comporta com uma expansão repentina de postos de carregamento.
A ver, parece-me uma boa medida na teoria, mas com muita pouca ação na prática.
Coloquem bola de reboque e andem com um gerador a gasóleo atrás.
continuem a conduzir os vossos Teslas e a apoiar o Goebbels do seculo XXI
Ha paises em q temos de ter um cartao de cada „dono do posto“, em Portugal tirando a tesla e continente, todos os outros postos estao ligados à mobi.e, logo todos sem excepção dao para usar.
Isto nao é a realidade nos outros países (ou pelo menos em vários), por isso vamos ter alguma calma com estas propostas.
Tal como nos multibancos, ha vantagens em ter uma empresa a gerir a rede e nao 200.