PJ-Direktor applaudierte, als er Daten zeigte, die diejenigen in Frage stellen, die „Vorstellungen von Unsicherheit“ verbreiten.

    https://cnnportugal.iol.pt/policia-judiciaria/inseguranca/diretor-da-pj-aplaudido-ao-mostrar-dados-que-poem-em-causa-quem-difunde-percecoes-de-inseguranca/20250117/678a69c6d34e94b82909ceb5

    Von Mountain_Beaver00s

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    27 Kommentare

    1. Mountain_Beaver00s on

      >“Alguém se recorda dos anos 80 e 90 do consumo de heroína em que não havia família que não tivesse um familiar que tivesse sofrido?” Ou “Arroios e Intendente em que não se poderia lá entrar?” – questionou o diretor da PJ, acrescentando ainda: “Querem comparar esses períodos com o período que hoje em que vivemos e dizer que hoje é que é mau?”

      >Luís Neves recordou números de 2009, quando se verificaram 888 ataques a carinhas de segurança e transportes de valores, bancos ou postos de combustíveis.

      >“Hoje não temos 4% desses ataques”, disse. Hoje, o motivo para a detenção – cumprimento de pena ou prisão preventiva – tem como crime mais comum o furto simples e qualificado, seguido da violência doméstica, explicou o dirigente da PJ, que também recusou a ideia de que os estrangeiros sejam responsáveis por níveis relevantes de criminalidade.

      >“Em 2009 tínhamos 631 estrangeiros” num universo de 400 mil imigrantes e no ano passado, perante mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal, o “rácio de detidos é o segundo mais baixo” desde que há este tipo de contabilidade, explicou.

      >Sobre os estrangeiros e a criminalidade, Luís Neves distinguiu os casos que estão relacionados com “organizações criminosas transnacionais, cibercrime ou estupefacientes”, bem como “criminalidade contra o património” que tem conexões internacionais.

      >“Não são imigrantes” os envolvidos nesses casos, explicou, salientando ainda que Portugal é porta de entrada da UE para quem vem da América Latina e África e as prisões portugueses refletem a presença de “mulas” de transporte de droga que, normalmente, “são pessoas pobres”.

      >“Prendemos por ano [este tipo de casos] às dezenas e às vezes às centenas”, explicou.

    2. rickz123456 on

      Mas aqui os meus colegas redditores e o Luís Montenegro disseram que…

      Olha este a vir com dados e cenas, onde já se viu.

      A ginástica mental neste tópico vai ser engraçada

      As declarações dizem-me que o debate sobre segurança, embora necessário, está assente em premissas que na sua maioria, são falsas

    3. PM_ME_YOUR_THEORY on

      Estou só aqui para ver os futuros comentários com a ginástica mental do pessoal.

    4. Análises comparativas do que se têm e o que tinhamos? Não.

      Nós queremos é „dados“ porque „quem não deve não teme“, certo reddit?

    5. Upset_Recognition_4 on

      Devo ter tido imenso azar então, de ser assaltado em 2023 em Lisboa.

    6. el_barbarero on

      „Se andarmos para trás no tempo o suficiente, na realidade somos todos estrangeiros.“

      Disse um redditor

    7. O homem pode ter toda a razão do mundo.

      Usar pessoas detidas/presas para justificar uma conversa quando ~~tempos~~ temos a justiça com casos como o gajo dos catalizadores, violadores com histórico e até avôzinhos pedófilos a serem metidos na rua..

      Usar presos para justificar algo não é a espingarda que ele acha que é.

    8. KokishinNeko on

      Algumas comparações são desonestas IMHO.

      Usando a mesma lógica: *em 2024 o cybercrime aumentou imenso face a 1986!!!!!*

    9. UnethicalApparatus on

      Faz sentido usar o rácio crimes/imigrantes para tentar desmistificar as percepções de insegurança? Não devia ser simplesmente o número de crimes?

      Tirando isso, os números valem o que valem quando a sua recolha é deficiente.

    10. atirapelajanelafora on

      >“Em 2009 tínhamos 631 estrangeiros” num universo de 400 mil imigrantes e no ano passado, perante mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal, o “rácio de detidos é o segundo mais baixo” desde que há este tipo de contabilidade, explicou.

      Para haver detidos tinham de fazer o trabalho deles no primeiro lugar e apanhar os criminosos… mas todos nós sabemos a eficácia dos nossos serviços de segurança quando recebemos aquela carta a dizer que o caso foi arquivado 2 anos depois…

    11. ishmaelhansen on

      Não sei qual é mais deprimente, os grunhos da teoria da substituição ou os defensores do darwinismo social no literacia financeira

    12. bomdiacapitao on

      Lá vem a brigada do costume com os downvotes e com o discurso preparado.

    13. YellowAggravating172 on

      >Olhando para os detidos em Portugal, Luís Neves salientou que, excluindo os oriundos de países extra-europeus, África e América Latina que estão relacionados com crimes que nada têm a ver com imigrantes, os valores são muito baixos.

      Não sei se compreendi muito bem este segmento em particular…

      Corrijam-me se estiver a fazer uma interpretação errada, mas estão aqui a ser deliberadamente excluídos da análise de crimes „praticados por imigrantes“ os praticados por indivíduos oriundos de todos os países extra-europeus?

      E nesse caso, os únicos a ser contabilizados, e a contribuir para valores „muito baixos“, seriam imigrantes europeus ou nacionais?

      Não sei se é a frase que está mal construída ou se sou eu que não estou a compreendê-la bem (li o artigo na diagonal, confesso). Alguém consegue explicar melhor?

    14. DarthTuga2000 on

      A discussão sobre imigrantes é incompleta em Portugal. Duvido muito que europeus que vieram pois o seu poder de compra é superior ao português cometam crimes violentos. Claro não esquecer que Portugal também tem altas taxas de naturalização. O envelhecimento da população também contribui para a diminuição de crime.

    15. Eu li a noticia a procura de dados atuais e acabei por ler historinhas do passado que não explicam nada de nada.

      Malta lembra-se nos anos 80 e 90 quando toda gente sofria do uso de drogas? E lembram em 2000 quando o consumo de drogas foi descriminalizado? Ora pois o crime baixou! Milagre português 🤡

    16. JustATownStomper on

      A esta altura do campeonato, nem o Ventura vir dizer que os imigrantes não são o problema com dados para apoiar iria convencer os debilitados deste sub que o „voltem pa vossa terra“ não tem outro fundamento que não seja racismo e/ou xenofobia.

    17. Minimum-League-9827 on

      Deixei de acreditar em „dados“ quando começaram a espalhar o mito do wage gap, que aparece nos „dados“ mas não têm em causa o contexto…

    18. Living_Distance6127 on

      Portugal não está preparado para receber tantos imigrantes. As tensões sociais que criou e que se irão intensificar, as infra estruturas débeis, os serviços públicos a rebentar pelas costuras, falta de meios para integrar os imigrantes que já cá estão. Toda esta açorda vai cair mal no goto das futuras gerações.

    19. “Em 2009 tínhamos 631 estrangeiros” num universo de 400 mil imigrantes e no ano passado, perante mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal“

      Com aumento tão brutal no número de imigrantes e muitos sem controlo nenhum a perceção das pessoas não irá mudar e já quanto aos números seria preciso um estado serio sobre o tema bem como da atuação da policia como por exemplo a nível de queixas que depois não têm qualquer seguimento.

    20. Withered_Boughs on

      É interessante ver que um certo tipo de pessoa afinal já coloca a polícia em dúvida. Mesmo curioso.

    21. DowntownExchange6705 on

      A história das carrinhas de valores é um exemplo totalmente absurdo, basta ver as séries longas do setor bancário português publicadas pelo Banco de Portugal. Em 2009 tinhamos mais de 8000 agências bancárias em Portugal, hoje são pouco mais de 4500. As operações em numerário desceram mais em mais de mil milhões de operações(número de pagamentos) entre 2009 e 2022.

      Em suma, não é sinal de que Portugal esteja mais seguro. Simplesmente, o racional económico para os assaltos a carrinhas de valores desapareceu!

    22. Ay lmao.

      Só estou aqui para ver a ginástica mental dos Andrés do lado.

      A d o r o

    23. O problema não é as meras sensações senhor diretor, é um facto que nos anos 80/90 Lisboa era um antro e depois melhorou, contudo, comparado com 2010, 2025 está muito pior senhor diretor.

      Os dados que apresenta, até podiam ser factuais, se em Portugal as pessoas fossem presas e não mandadas a penas suspensas e casos a cair.

      Mas na boa, um grande abraço chefe.

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