Tweet von Ana Gomes: „In Martim Moniz gibt es viele Fehden. Aber es gibt auch zwischen Fans verschiedener Vereine, und ich sehe nicht, dass sie gegen die Wand gedrückt werden“, bemerkte die Community. „Falsch. In diesem Video, das 2 Wochen alt ist, sehen wir, wie Benfica-Fans mit den Händen an der Wand durchsucht werden Wand.“

    https://x.com/expresso/status/1878603100140748983

    Von AwareofAnaLucia

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    32 Kommentare

    1. Que cheiro a desespero da malta do caviar, depois do aproveitamento politico de algo que já aconteceu no passado e que ninguém chorou, haver uma rixa logo no dia a seguir e sair uma sondagem contra o que eles querem vender.

    2. „Polícia revista adeptos dos «No Name Boys» após causarem distúrbios“

      O que fizeram a malta que foi às compras para serem revistados?

      Estavam no sítio errado na hora errada, é isso?

      Tudo isto já farta. Se reviste SUSPEITOS não qualquer pessoa aleatória…

    3. esmusssein33 on

      A razão pela qual a esquerda odeia as notas de comunidade e prefere os „fact checkers“ enviesado ao lado deles.. 

    4. É o procedimento habitual depois de haver desacatos e não de forma preventiva.

    5. Estar a comprar as polícias revistarem membros das claques depois de eles causarem distúrbios com lojistas e pessoas que estavam só a passar naquela zona e lojistas não faz sentido nenhum.

      Isto não é gotcha que muitos no Twitter pensam que é

    6. Majestic_Gold7835 on

      Vai acontecer o que aconteceu na américa a população portuguesa vai se fartar e vai votar tudo na direita …

      A kamala tentou virar woke e pro emigração e viu-se no que deu.

    7. notenoughspacefor on

      Se há alguém que é tratado abaixo de cão pela polícia são as pessoas das claques (com ou sem razão, vai variando).

      Comparação de merda.

    8. É um video de membros dos no name boys, delinquentes encartados portanto, a serem revistados na sequencia de violências. Acho bem que sejam enconstados à parede. Não se trata de uma operação preventiva onde estás calmamente a andar pela rua e encostam-te à parede porque tens a tez escura.

    9. O futebol português é bem capaz de ser o palco neste país onde há maior violência policial gratuita. É ver a quantidade de malta inocente que já ficou de cabeça rachada por estar perto de recintos desportivos. 

    10. banidadopomar on

      Oh, ela não tem culpa de não ter tv em casa, além do mais passa lá pouco tempo.

    11. iwillthinkaboutit on

      Eu não acho que este seja um bom take sobre os acontecimentos, mas há que distinguir as situações de forma mais clara. Até considero que o futebol pode servir como uma comparação útil para analisar estes dois cenários. No caso do Martim Moniz, a ação policial foi, supostamente, de prevenção. Não foi motivada por nenhum acontecimento específico, mas pela preocupação de uma fatia da população com o facto de pessoas de outra cor de pele habitarem de forma concentrada numa região da capital.

      Na intervenção indiscriminada, foram envolvidos não só moradores mas também donos de negócios e outras pessoas que apenas estavam na zona. Trata-se, portanto, de uma ação que não foi uma reação investigada a um acontecimento concreto. Isso explica porque, posteriormente, houve manifestações: a intervenção foi percebida como baseada exclusivamente na cor de pele e sem um motivo de origem legítimo. Essa abordagem levanta questões éticas e legais óbvias, porque medidas preventivas que discriminam sem provas claras acabam por violar princípios básicos de justiça e igualdade.

      Por outro lado, é normal que exista intervenção policial quando há motivos concretos para isso. No futebol, por exemplo, tensões violentas são conhecidas e acontecem dentro de um contexto específico: os jogos. A polícia, nesses casos, age muitas vezes de forma reativa, baseada em um histórico bem documentado de anos de problemas, especialmente em partidas com rivalidades acirradas.

      A diferença central entre os dois casos é a legitimidade da intervenção. É nesse ponto que considero que o exemplo dado pela Ana Gomes é fraco, porque acaba por desviar o foco da discussão. No caso do Martim Moniz, a polícia poderia ter justificado uma ação baseada no último ato de violência entre dois grupos, se esse fosse o motivo. Mas essa não foi a razão da intervenção inicial, que foi classificada como preventiva, embora não tivesse um foco claro além da origem natural dessas pessoas.

      Neste contexto, vale relembrar que a polícia não conseguiu justificar sua ação nem com base em acontecimentos prévios nem com resultados que comprovassem a eficácia da medida. Isso deixa espaço para críticas, sobretudo quanto ao critério usado para discriminar quem deveria ou não ser alvo da operação.

    12. Own_Box9758 on

      E eu a pensar que só a extrema direita é que difundia fake News nas redes sociais 😫

    13. VicenteOlisipo on

      Vocês estão mesmo a comparar a ocasional resposta policial a ações de hooliganismo junto de organizações violentas ligadas ao crime organizado, com a ação „preventiva“ sobre funcionários de kebab aleatórios para fazer show securitário? É suposto fingir que isto é um argumento de boa-fé?

    14. Different-Draft-8187 on

      No final da Taça da Liga que decorreu em Leiria no sábado, não faltaram adeptos encostados, revistados e mais de uma dúzia de detidos. Esta alucinada em que país vive?

    15. Acrobatic-Paint7185 on

      Só uma pequena diferença, esses adeptos não foram encostados à parede indiscriminadamente sem terem feito nada.

      Espero ter ajudado em identificar o problema subjacente disto tudo.

    16. O X impede a irmã do Herman e semelhantes de mentir, vida dificil para a extrema esquerda.

    17. Só tenho pena que existam pessoas que dão ouvidos a esta gente, mas enfim, é a liberdade individual de cada um.

    18. Enough_sapiens on

      A Ana Gomes nunca disse nada de jeito. Não ia ser agora. Veio agora falar daquilo que não sabe. Quando no futebol até „jaulas“ existem e escoltas policiais em „caixa de segurança“ e revistas minuciosas. Quis só dar o exemplo para atacar o futebol quando neste exemplo específico até é dos exemplos onde existe maior intervenção policial.

    19. Quão desligada da realidade tem que estar uma pessoa para dizer uma palermice destas?

    20. DoctorMonday on

      Ela falar de adeptos de futebol que maior parte das vezes são tratados como animais nos estádios principalmente nas deslocações e de uma falta de noção

    21. TachosParaOsFachos on

      Claques organizadas conhecidas por causar disturbios.

      vs

      Comerciantes a trabalhar e pessoas que passavam na rua.

    22. pimientopadron on

      A Senhora Embaixadora nunca foi a um jogo grande ou a um jogo da Champions

    23. Há alturas que estarem calados é a melhor resposta. Alguém que meta esta merda na porra de um memorando e envie em bcc para todos os militantes do PS.

    24. GallaeciCastrejo on

      Esta alucinada acabou de dizer que as claques de futebol não são revistadas nem controladas de perto pelas autoridades??

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