Banco de Portugal verschärft die Kreditvergabe an Privathaushalte und Verbraucher. Reduziert den Aufwand, gibt aber mehr Jahre Zeit, um sich zu amortisieren
Banco de Portugal verschärft die Kreditvergabe an Privathaushalte und Verbraucher. Reduziert den Aufwand, gibt aber mehr Jahre Zeit, um sich zu amortisieren
E o Estado a continuar a ser credor universal, incluindo de imigrantes. É continuar e ver quem é que paga a festa quando a música acabar, pois acaba sempre.
FuckMeMyselfAndYou on
Basicamente no final quem fica a perder é o Zé povinho. Quem fica a ganhar é o banco. Claro.
josefinoz on
“ a partir de 1 de agosto, as famílias só vão poder comprometer, no máximo, 45% do seu rendimento líquido mensal“
myrahz on
Até fico tolo com o que leio por aqui
Bem, o facto de se alargar o prazo possível do crédito não obriga a que seja feito.
Neste momento, 82% das novas operações têm até 30% de taxa de esforço, portanto achar que baixar de 50 para 45 é o fim do mundo é só mesmo de quem quer reclamar com tudo e todos.
Existe mais contestação em baixar a taxa de esforço de 50 para 45 do que existir arrendamento que ronda os 100% de taxa de esforço, enfim.
Outra coisa é que é verdade que estender o prazo do crédito faz com que a longo prazo se pague mais juros, contudo também faz com que a longo prazo, o peso do crédito no rendimento das pessoas vá baixando, porque a prestação mantém-se estável (mediante alterações das taxas) mas o rendimento tem tendência sempre a subir devido à inflação, pelo que pagar 1000€ de prestação hoje, não tem o mesmo peso na carteira das pessoas que pagar 1000€ de prestação daqui a 10 anos.
Enough_sapiens on
Tira com uma mão, dá com a outra.
Muda para manter tudo na mesma.
RaistefodaOhMidirus on
Estou a ver, ainda agora recebi carta de uma entidade se queria aumentar o limite do cartão.
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9 Kommentare
Alguém tem a notícia sem paywall ?
„Mais anos para se pagar“, Mas que excelente medida para ajudar os bancos.
E medidas concretas para ajudar as famílias?
Esperem, isto era suposto ser para ajudar as famílias?
Ahahah, eles pensam que vocês são burros, e riem-se na vossa cara.
https://www.rtp.pt/noticias/economia/banco-de-portugal-aperta-regras-para-quem-pede-credito-a-habitacao-ou-ao-consumo_n1750930
Sem paywall do observador
E o Estado a continuar a ser credor universal, incluindo de imigrantes. É continuar e ver quem é que paga a festa quando a música acabar, pois acaba sempre.
Basicamente no final quem fica a perder é o Zé povinho. Quem fica a ganhar é o banco. Claro.
“ a partir de 1 de agosto, as famílias só vão poder comprometer, no máximo, 45% do seu rendimento líquido mensal“
Até fico tolo com o que leio por aqui
Bem, o facto de se alargar o prazo possível do crédito não obriga a que seja feito.
Neste momento, 82% das novas operações têm até 30% de taxa de esforço, portanto achar que baixar de 50 para 45 é o fim do mundo é só mesmo de quem quer reclamar com tudo e todos.
Existe mais contestação em baixar a taxa de esforço de 50 para 45 do que existir arrendamento que ronda os 100% de taxa de esforço, enfim.
Outra coisa é que é verdade que estender o prazo do crédito faz com que a longo prazo se pague mais juros, contudo também faz com que a longo prazo, o peso do crédito no rendimento das pessoas vá baixando, porque a prestação mantém-se estável (mediante alterações das taxas) mas o rendimento tem tendência sempre a subir devido à inflação, pelo que pagar 1000€ de prestação hoje, não tem o mesmo peso na carteira das pessoas que pagar 1000€ de prestação daqui a 10 anos.
Tira com uma mão, dá com a outra.
Muda para manter tudo na mesma.
Estou a ver, ainda agora recebi carta de uma entidade se queria aumentar o limite do cartão.