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17 Kommentare

  1. EveryPen260 on

    Já tinha lido a notícia ontem e ainda não consegui perceber bem os detalhes, seguro sísmico ? Em todas as zonas ou só de risco ? Etc. 

    Mas em geral concordo e faz todo o sentido. E já tinha escrito aqui que devia ser obrigatório. 

    Todos os prédios em Lisboa deviam ter seguro anti sismo, se acontecer uma catástrofe se não houver seguros a sério será outro desastre e temos de estar prevenidos. 

    Até porque quando acontece catástrofes o estado ajuda e faz quem tem seguro parecer um palhaço se o estado vai ajudar quem não se precaveu não valia a pena gastar eu dinheiro em ter seguro. 

  2. Admirable-Cell-2658 on

    Isto é o Euromilhões para as seguradoras, o lobby está forte!

    Se preparem eles vão aproveitar para subir seguros.

  3. Não vai ser obrigatório, citando o PM durante a apresentação, isto não vai passar de um “desígnio”, no fundo, um conjunto de desejos, de aspirações. A prova disso é que a quantia (22 mil milhões), quando dividida pelos 8 anos, corresponde a mesmo investimento do que aquilo que foi queimado na TAP.

  4. Finalmente! Não gosto que o estado imponha este tipo de coisas, mas de cada vez que há uma catástrofe lá andamos todos a pagar as casas da malta que não tem seguros!

    Por isso, óptimo. Se a malta não consegue assumir que se não tem seguro, tem que assumir o risco individualmente, o estado que obrigue a fazer seguros.

    O estado deve servir apenas para cobrir as situações que os seguros não cobrem

  5. Aliás até deveria ser obrigatório uma avaliação. Em zonas de forte probabilidade sísmica o seguro ter essa cobertura, em zonas baixas e próximas de rios contra inundancoes… etc

  6. Realistic-Swimmer422 on

    Por curiosidade, alguém tem noção se quem tinha seguro já recebeu o dinheiro das seguradoras para cobrir os prejuízos? E se sim qual foi a percentagem que recebeu face ao orçamento para reparação?

  7. Eu tenho pouca experiência com activação de seguros, mas vamos imaginar que há um sismo em Lisboa e que metade dos edifícios ficam inabitáveis/inutilizados.

    Os seguros conseguem cobrir todos estes clientes? Estamos certos disso?

    Acredito que primeiro estarão os edifícios/infraestrutura mais importantes (hospitais, aeroporto, metro, pontes, faculdades, etc) e só depois as habitações privadas. Chega para isso tudo?

    Ou para além de estarmos a pagar o seguro, o Estado vai ter de entrar na mesma?

    Pergunta genuína de alguém que tem equacionado nos últimos tempos se vale a pena manter o seguro contra sismos…

  8. DonaldTheAnt on

    Boa. Mais dinheiro para as seguradoras. Que são conhecidas por assumir as suas responsabilidades sempre que é preciso. No final o estado pagará à mesma, mas assim as seguradoras metem um bom bocado ao bolso. É deixar o Luís trabalhar…

  9. Opa eu só votei no homem na segunda volta para não dar força ao esterco do adversário. No entanto isso não significa que eu queira ter um Seguro em casa. Ele está bem em Belém

  10. Curious-Sky1988c on

    A ASF podia obrigar as seguradoras a assumirem os valores correctos dos imóveis. Quando é feito um seguro, nós somos responsáveis por informar porque valor queremos assegurar o bem.

    Mas depois de houver problemas e o valor for baixo, a seguradora paga apenas a proporcionalidade. E se o valor for alto, paga até ao limite.

    Porque não faz sentido serem as pessoas a assumir o valor do bem e depois no sinistro, a seguradora é que vai definir. Para isso define logo no inico.

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