„In Portugal nimmt die Radikalisierung zu“, gibt MAI zu. RASI wird Daten zu Nationalitäten enthalten

https://www.rtp.pt/noticias/politica/a-radicalizacao-esta-a-aumentar-em-portugal-admite-mai-rasi-vai-incluir-dados-sobre-nacionalidades_v1734874

Von Castro_Laboreiro

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10 Kommentare

  1. PsychologicalPace664 on

    Cada vez que escrevem „jovens“ ou „grupo“ em noticiários aquilo que as pessoas associam imediatamente é ciganos, negros, imigrantes, etc…
    Ou seja, mesmo que sejam brancos de classe média, ninguém vai ver assim, ajudando imenso a piorar os estereótipos

  2. Quando os dados mostrarem o que toda a gente sabe, vamos ter os paladinos a dizer que são adulterados ou que têm nacionalidade mas não são PoRtUgUeSes

  3. Quando a „nacionalidade“ sai num pacote de chocapic… São todos „portugueses“

  4. Murky_Ad6160 on

    Se querem realmente acabar com esta conversa de uma vez é incluir a naturalidade no RASI e aí acaba-se de uma vez esta questão.

    Eu não sei que lado tem razão só quero é transparência e vir a nacionalidade no RASI só vai fazer com exista mais desconfiança o que é necessário é a NATURALIDADE…

  5. Finalmente. É a única forma de tentar terminar com narrativas, tanto de um lado como do outro. Completa demonstração de dados e informação. Um dos lados vai perder um brinquedo. Veremos qual será eventualmente. Agora, o que era mesmo importante era vir acompanhado de „origem do criminoso“, a naturalidade. Mas um passinho de cada vez.

    De resto..

    > Em causa o crime que envolve um homem, militante do PS, que ficou em prisão preventiva depois de ter atirado um cocktail molotov contra os manifestantes que protestavam contra o aborto na Marcha pela Vida, em março.

    Opá, então não informaram o homem que foi apenas vinho tinto?

    Alguns users aqui do sub estão a falhar.

  6. Nada melhor para a sociedade do que ocultar quem comete crimes, para que a sociedade se possa dizer que não estereotipa. /s

    É literalmente a inversão do que deveria acontecer.

    Usar linguagem neutra para mais tarde o povo se aperceber de quem cometeu o crime, e como consequencia de segunda ordem deixam de confiar nos Media porque estes ajudam a passar uma narrativa em vez de se focarem nos fatos. Os jornalistas e o jornalismo no ocidente é cada vez mais algo moral e activista, do que a busca imparcial pela verdade.

    Depois, nada melhor para uma sociedade como facilitar a naturalização, para que depois possamos dizer que são todos portugueses, mais uma vez passando uma narrativa especifica. (Tecnicamente isto até é double dipping, por um lado aproveitas que tornaste alguém português, por outro podes assim dizer que quem cometeu o crime é português).

    Os primeiros passos têm estado a ser tomados para não tornar a nacionalidade algo fast food e para todos, mas é preciso ir mais além: as estatísticas relativas a crimes precisam de ter informação seria e factual para que a sociedade saiba o que está a acontecer e para que o povo vote de forma consciente para que as medidas legais a serem tomadas sejam as necessárias.

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