Viel Glück, Jungs.

Ich habe eine offizielle Petition an die Versammlung der Republik gerichtet, um ein vollständiges Verbot aller Formen von Online-Glücksspielen und -Wetten in Portugal zu fordern.

​Mein zentrales Argument ist, dass das moderne Spiel nicht mehr existiert "azar" Feinmechanik zu werden. Algorithmen sollen Fehler in unserem Gehirn ausnutzen, die zu Sucht und chronischen Geisteskrankheiten führen. Der Staat lässt dies zu, weil er Hunderte Millionen an Steuern einnimmt, ignoriert aber die tatsächlichen Kosten: zerrüttete Familien, Überschuldung und eine schwere Belastung des NHS.

​Ich weiß, dass dies eine drastische Maßnahme ist, aber ich glaube, dass es die einzige Lösung für einen Gesundheitsnotstand ist, der aus finanziellen Gründen der Regierung ignoriert wird.

​Wir benötigen 7.500 Unterschriften, damit dieses Thema im Plenum der Versammlung der Republik debattiert werden kann.

​Wenn Sie der Meinung sind, dass der Profit des Staates nicht mehr wert sein kann als die psychische Gesundheit seiner Bürger, unterschreiben Sie hier:

http://participacao.parlamento.pt/initiatives/6217

Ich würde gerne Ihre Meinung hören: Glauben Sie, dass ein vollständiges Verbot der einzige Weg ist, oder ist das derzeitige System nicht geeignet? "Verordnung" (wobei der Staat ein Partner in der Sucht ist) für irgendjemanden noch Sinn macht?

[Petição] Pela Interdição Total do Jogo de Azar: Proteção da Saúde Mental e Emergência de Saúde Pública
byu/Hugo_195 inportugal



Von Hugo_195

17 Kommentare

  1. Ace-_Ventura on

    Com algo tão radical, não vais ter apoio e é apenas algo simbólico. 

  2. Acho completamente rídiculo a quantidade de anúncios que existem a casinos online, se não tornam ilegal o jogo, que ao menos proíbam a sua divulgação somehow,

  3. E se eu quiser de vez em quando jogar Poker na Pokerstars não posso fazê-lo por quê? Mas quem és tu ou o Estado para me dizer onde eu posso gastar o meu dinheiro ou não

  4. EuSoLeioAsGordas on

    Eu até apoiava, se pudesse continuar a estourar o meu dinheiro da forma que quero (casinos, raspadinhas, pu*as e vinho verde).

    Não necessariamente por esta ordem  

  5. Vou aproveitar o post para fazer uma pergunta:

    há umas semanas vi uma reportagem sobre estas cenas dos casinos e apostas online (com foco nos ilegais em PT), e em que uns gajos & gajas que são designados de „influencers“ andavam a encher os bolsos para publicitar essas merdas.

    A dúvida aqui seria, e sendo eles/elas cidadãos portugueses, podia o Estado meter-lhes um imposto de 99% sobre os ganhos relativos a isto ou bastava-lhes ter uma conta num país diferente (desses com contornos de paraísos fiscais) e escapavam facilmente a isso?

  6. Jules-Bonnot on

    Deixo uma sugestão. Proibir a venda em locais não licenciados de jogo. Tipo café.

     E Taxar devidamente casas onde se aposta. 

  7. Old-Zookeepergame429 on

    Esse último parágrafo quase me dá vontade de fazer uma petição contra esta petição, que arrogância

  8. tousoaber23 on

    O tabaco, álcool, etc. também destroem imensas famílias. Por que motivo não crias uma petição para acabar com os mesmos? Talvez sejas consumidor e não te daria jeito

  9. ICEGRILLZ666 on

    Proíbir totalmente o jogo só vai empurrar os actuais jogadores para casas a operar no mercado negro / grey areas. Não é solução. Possíveis soluções:

    1. Proíbir totalmente a publicidade ao jogo, como fizeram com o tabaco;
    2. Controlo mais eficiente da auto-exclusão, encerrar loopholes actuais que permite às pessoas contornarem a auto exclusão;
    3. Aumentar a idade mínima de 18 para 21 anos;
    4. Controlo mais efetivo do marketing virado ao consumidor como já acontece na Dinamarca e na Alemanha;
    5. Diminuir os actuais limites e standardizar por todas as casas;

  10. myquidproquo on

    Não concordo. 

    Digo isto como alguém que nunca fez uma aposta, nem no desporto nem no casino.

    Sou contra, assim como seria contra a proibição do uso de drogas, proibição do alcool, proibição do fast food, etc…

    Não gosto da ideia de que temos que proibir tudo o que é negativo quando usado de forma abusiva. Há muita coisa que pode ser usada de forma abusiva.

    As pessoas têm que ser responsáveis e saber fazer as suas escolhas. E correr riscos faz parte da vida.

    Mais depressa seria a favor da proibição dos astrologos e cartomantes, porque esses estão literalmente a enganar pessoas.

    Acho que informar, divulgar os problemas, as consequências e limitar os anúncios seria um bom caminho a seguir para mitigar o problema.

  11. Não faz sentido, proibição total apenas leva a pujança de jogo ilegal, há coisas que nunca consegues impedir totalmente, a historia humana já nos ensinou muito isso, entre outros exemplos, drogas, prostituição, etc.

    É preferível jogo legalizado, até certo ponto claro, aonde podes fiscalizar e controlar pelo menos parte das coisas.

  12. Mercado regulado: muita gente joga neste mercado.

    Proibição total: deixas de ter acesso, em teoria. Na prática, acabas por conhecer A ou B que te convida para um jogo ou site, acabas viciado e deixas de ter qualquer tipo de proteção.

    O papel do estado não é ser paternalista, mas sim zelar pelo nosso bem estar dentro dos possíveis.

    Existe auto exclusão e outras formas para proteger as pessoas, mesmo sendo um pretexto para o estado conseguir amealhar alguns trocos.

    Tens aqui mais detalhes da importância de ter este mercado regulado https://www.srij.turismodeportugal.pt/pt/jogo-seguro/o-problema-do-jogo-ilegal

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