
Das Porträt der Freundschaft in Portugal: weniger Freunde, immer weniger soziale Interaktion und zunehmende Einsamkeit
https://sicnoticias.pt/saude-e-bem-estar/2026-04-10-com-a-solidao-a-aumentar-portugueses-tem-cada-vez-menos-amigos-e-menos-interacao-social-e2faaa12?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Facebook&fbclid=Iwb21leARFnt5jbGNrBEWe22V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHg0He0Clx6dGzLR3DHY3A_EcLod5aKpebFuWzm3sJVgkW9uNE6WZrMWNbCMj_aem_CEVs5Lq72sg-tfzUChpFLg#Echobox=1775804336
Von Dangerous-Theory91
20 Kommentare
[Turning Japanese](https://www.youtube.com/watch?v=nGy9uomagO4&pp=ygUbdHVybmluZyBqYXBhbmVzZSB0aGUgdmFwb3Jz)
~~And yes, I know what the song is about~~
Não há tempo, não há dinheiro e há imensas opiniões extremadas.
Mesmo assim sempre foi normal as amizades para a vida se fazerem na escola e uma ou outra no trabalho ao longo da vida.
Ter uma rede grande de amigos é a exceção.
Edit: acrescentar que quando se mete trabalhos diferentes, em zonas diferentes, caras metades e crianças as coisas tornam-se incompatíveis muito rápido.
ou trabalho ou fico a sair com os amigos… os dois não dão ao mesmo tempo
É uma tendência global. Provavelmente relacionada com as redes sociais, facilidade em fazer „amigos“ e relações parassociais.
Eu acho que tem mais a ver com a dependência das redes do que com dinheiro. Na adolescência não tinha dinheiro para nada e saía para conviver com amigos. Agora vejo os meus primos adolescentes que não saem de casa, passam o dia a fazer vídeos para o tik tok, a ver tik tok e por aí ficam
As redes sociais tornaram o mundo mais “pequeno” tiraram a necessidade das pessoas conviver. Já não há o “então o que tens feito?” porque está tudo em facebooks, instagrams e assim, agora deixamos um like e está a interação feita.
O meu grupo de amigos com o trabalho vai-se afastando, com algum tempo livre que tenho decidi fazer voluntariado aos sábados a fazer companhia a um casal de idosos, combato o isolamento social de ambos e aprendo a jogar á bisca!.
Bem, isso é mais culpa da cultura digital a que chegamos, hoje em dia com internet em casa e muitos também com teletrabalho. Por um lado se tornou tudo muito mais fácil mas por outro, nos tornámos muito mais seletivos. Há 40, 30 anos não tinha nada disso, e o pessoal saía muito mais pela cultura atual naquele tempo, hoje mudou. Simplesmente temos de aceitar o estado do mundo a que chegou ou simplesmente nos consolamos com um passado que nunca mais voltará.
Um grupo com cerca de 10amigos a sério é bom ou mau ?
Como li aqui, ou no Twitter, já não sei, penso que se deve ao facto de, pelo menos no que se refere aos jovens, não terem um sítio físico onde se possam reunir, beber uns copos baratos e conviver. Tudo parece caro, hoje em dia. 3 finos são quase 10 euros, facilmente, em qualquer lado, sem que se trate de um estabelecimento in.
Num estágio da vida em que o dinheiro é, normalmente, escasso, parece-me compreensível. Depois, torna-se um hábito. Quem nunca contou trocos e fez ginástica mental para ver se podia, ou não, sair com os amigos, com tal idade?
O nível de vida vai erodindo dia a pós dia e quem vive com rendimentos próximos do salário mínimo ou pouco acima do mesmo, não consegue providenciar por grandes extravagâncias para além do essencial.
É surpreendente, mas o salário mínimo são quase 1000e e ainda se vê os 1200e da praxe para quem está a começar. Não estou muito por dentro de valores de entrada para jovens, mas é essa a percepção que tenho.
O número é o mesmo, mas o poder de compra…
Na geração dos 30s, penso que será o normal do acontecer, com os trabalhos que esgotam, com o início da vida familiar e os afazeres do dia a dia — pelo menos, foi o que sempre ouvi comentado.
Párem de promover o lixo que são as redes sociais que só fazem com que a situação descrita piore!
O trabalho dificulta muito. Horários incompatíveis, gente que se muda, vidas sociais paralelas, cansaço no geral, eventualmente gente começa a ter filhos…
Já para não falar que acaba por haver um custo real associado a estar com os amigos, nem que seja só o combustível.
É preciso um esforço consciente para manter as amizades e é muito raro o grupo voltar a estar todo junto no mesmo sitio.
Sendo assim eu contrario as estatísticas, tendo em conta que, à medida que o tempo vai passando as amizades verdadeiras, aquelas que estão cá para nós nos momentos leves e difíceis, só estão a chegar agora…
Adicionado aos outros argumentos que tenho visto aqui listados, também a crise na habitação não ajuda, visto que os círculos familiares e as amizades tendem a ser quebradas pela distância causada pela necessidade de cada vez se morar mais longe dos sítios onde se foi criado devido à falta de disponibilidade financeira para morar nos centro urbanos. O afastamento físico torna a manutenção das amizades não só num problema social mas também logístico.
devemos estar na beira da contracultura das redes sociais e ainda bem!!
ter alturas da vida que se consegue conviver mais ou conviver menos, sempre existiram. A diferença é que não existia o escape fácil que há hoje e por isso as pessoas forçavam a socialização.
quando a geração influencer ficar maioritáriamente fora de moda, possivelmente a coisa irá estabilizar.
Então é o estilo de vida das grandes cidades. De dia é a correria para trabalho casa jantar dormir. Ao fim de semana tratar da casa/compras e depois algum tempo para descansar e família dar uma volta.
Good Luck, Have Fun, Don’t Die é um filme que espelha bem a nossa sociedade e para onde caminhamos.
Curioso que no meu caso tem sido o inverso. Às vezes quero paz e sossego e já tenho um jantar ou outra coisa qualquer com amigos para fazer. Estou a ver que tenho sorte.
ok
A população ocidental subscreve ao individualismo que liberalismo promove. Depois fica espantado com estes resultados.