Im Jahr 2025 wurden die durchschnittlichen Arbeitskosten pro Stunde in der gesamten Wirtschaft in der EU auf 34,9 € geschätzt; Höchster Wert in Luxemburg (56,8 €)
Fdx … Mais um gráfico a mostrar que de Ocidental não temos nada.
Few-Customer6731 on
Não está mau de todo, mas acho que ainda há um caminho a percorrer para melhorar a nossa produtividade, é estudar o que é que a Roménia e a Bulgária estão a fazer. É esperar que o pacote laboral seja a aprovado. Vamos lá malta!
/s
Ceftiofur on
Não há estratégia a longo-prazo para este país.
Enquanto quisermos apenas viver do turismo e dos cafés vai ser assim. Principalmente quando se decide quadruplicar o número de imigrantes num curto espaço de tempo, imigrantes esses que não se importam de receber o mínimo porque continua a ser melhor do que no país deles.
Egoist-a on
Isto podia ser uma grande oportunidade de indistrialização de Portugal, mas por alguma razão as empresas continuam a não querer investir cá por causa da carga de impostos estúpida de governos imposto-dependentes que insistimos em colocar no governo.
VicenteOlisipo on
Claramente com estes custos de trabalho altíssimos a prioridade é alterar o código do trabalho para esmagar ainda mais a capacidade negocial dos trabalhadores.
charge-pump on
Quando a revisão laboral for aprovada o custo português vai para o preço da uva mijona.
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7 Kommentare
É sair enquanto podem
Fdx … Mais um gráfico a mostrar que de Ocidental não temos nada.
Não está mau de todo, mas acho que ainda há um caminho a percorrer para melhorar a nossa produtividade, é estudar o que é que a Roménia e a Bulgária estão a fazer. É esperar que o pacote laboral seja a aprovado. Vamos lá malta!
/s
Não há estratégia a longo-prazo para este país.
Enquanto quisermos apenas viver do turismo e dos cafés vai ser assim. Principalmente quando se decide quadruplicar o número de imigrantes num curto espaço de tempo, imigrantes esses que não se importam de receber o mínimo porque continua a ser melhor do que no país deles.
Isto podia ser uma grande oportunidade de indistrialização de Portugal, mas por alguma razão as empresas continuam a não querer investir cá por causa da carga de impostos estúpida de governos imposto-dependentes que insistimos em colocar no governo.
Claramente com estes custos de trabalho altíssimos a prioridade é alterar o código do trabalho para esmagar ainda mais a capacidade negocial dos trabalhadores.
Quando a revisão laboral for aprovada o custo português vai para o preço da uva mijona.