Der pensionierte Richterberater des Rechnungshofs wurde wegen 16 Verbrechen im Zusammenhang mit der Prostitution von Minderjährigen angeklagt, die angeblich zwischen 2019 und 2023 in São Miguel auf den Azoren begangen wurden.

Der pensionierte Richterberater Manuel Mota Botelho wurde an diesem Donnerstag wegen neun Straftaten im Zusammenhang mit der Prostitution von Minderjährigen, davon einer schweren Straftat, zu fünf Jahren Gefängnis verurteilt, wobei die Strafe für den gleichen Zeitraum zur Bewährung ausgesetzt wurde.

Der pensionierte Richterberater des Rechnungshofs wurde vor dem Obersten Gerichtshof (STJ) in Lissabon wegen 16 Verbrechen im Zusammenhang mit der Prostitution von Minderjährigen angeklagt, die zwischen 2019 und 2023 in São Miguel auf den Azoren begangen wurden.

https://sapo.pt/artigo/prostituicao-de-menores-juiz-manuel-mota-botelho-condenado-6984bf066135850c631266c4

Von ConfidentMongoose

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25 Kommentare

  1. ConfidentMongoose on

    5 anos de pena suspensa, isso mesmo… Pena suspensa por 16 crimes de ter sexo com menores, que foram todos provados em tribunal.

    Se não fosse juíz os colegas tinham sido tão brancos? Vergonha de país.

  2. YellowAggravating172 on

    Tendo em conta aquilo que é a leniência generalizada, ao nível judicial, para com estes violadores de crianças, não duvido que este seja apenas um de muitos no aparelho da magistratura que tenha cometido crimes deste tipo.

    5 anos de pena suspensa? Toca a investigar o juiz que sentenciou este, que já me cheira mal daqui.

  3. A cada dia que passa, Portugal mostra-se cada vez mais uma republica das bananas, uma anedota total.

  4. PossibleSolid7148 on

    25€ por serviços sexuais é uma miséria total que nem as raparigas de estrada se sujeitam. e ele sendo rico sabe disso

  5. O verdadeiro problema deste país é este. ninguém é punido por absolutamente nada.

    O nosso sistema judicial precisa de uma revisão de cima a baixo.

  6. farfetcher89 on

    Faz me um pouco de confusão que se use o termo “prostituicao de menores”. Os menores não têm maturidade para consentir, muito menos mercantilizar, sexo com adultos. Isto são 16 crimes de violação de menores.

    Mas enfim, uma opção ou a outra – 5 anos de pena suspensa é concerteza uma anedota. Continuo a dizer o que digo há muitos anos, o maior problema de Portugal é a justiça – quem resolva os problemas com a justiça em Portugal vai ver 20 anos de prosperidade. É o último resquício de aristocracia e feudalismo em Portugal e nota-se. Um país comandado pela FDL a toda a linha.

  7. ApprehensiveScene349 on

    Entretanto, na China, vão avançar com pena de morte para violadores de crianças. Portugal é um paraíso.

  8. john_121212 on

    Pena suspensa lmao

    Não há justiça neste pais, o sistema judicial é, simplesmente, ineficaz

    Uma reforma para ontem

  9. Pootisman16 on

    Se tivesse sido eu, ficava na prisão para o resto da vida.

    Este país está podre.

  10. ConfidentMongoose on

    Continuamos a ser o maior paraíso para pedófilos na Europa, onde o turismo sexual é um trunfo para os sucessivos governos portugueses.

  11. Posso? Com licença então.
    Que vergonha do caralho!

    E mais não digo, porque seria interpretado como incentivo ao ódio e á violência, contudo vou exclamar o seguinte da forma mais requintada possível:
    Portugal em breve vai, por necessidade, frustração e desespero, recorrer à justiça vigilante. Tenho dito.

  12. VicenteOlisipo on

    Mas lembrem-se: querer que os juízes tenham algum tipo de supervisão além deles mesmos é interferência política na justiça.

  13. Euphoric-Praline-829 on

    Condenado e pena suspensa em cima, tendo sexo com menores,

    Que puta vergonha de País, foda-se…

  14. Oh, nos Açores… isso por lá é quase aceitável e muita gente fecha os olhos. Mas este nao vai fazer companhia ao Farfalha.

  15. Este juiz ja tinha sido investigado na altura do caso “ garagem do farfalha“, rede de prostituição e abuso de menores, o Farfalha acabou de ser condenado novamente depois de preso e de estar em liberdade.
    Que raiva. Não acredito mesmo na justiça portuguesa. É uma vergonha a forma como crimes de abuso de menores são julgados, entre outros.

    [https://sicnoticias.pt/pais/justica/2026-01-20-farfalha-reincidente-em-crimes-sexuais-condenado-a-15-anos-de-prisao-por-lenocinio-importunacao-e-coacao–e58db64a](https://sicnoticias.pt/pais/justica/2026-01-20-farfalha-reincidente-em-crimes-sexuais-condenado-a-15-anos-de-prisao-por-lenocinio-importunacao-e-coacao–e58db64a)

  16. É preferível a paralisia honesta à hipocrisia activa, ou mudamos a palavra para refletir honestamente o que fazemos („pena“ teria ser antes „acompanhamento controlado“, „medida reparadora“), ou mudamos a ação para corresponder ao que dizemos, ou paramos de fazer teatro jurídico das penas sem penalização

  17. PikachuTuga on

    Qualquer pessoa normal acha que penas suspensas para violadores de menores são inaceitáveis. Não se percebe porque é que os partidos moderados não avançam para o agravamento de penas para crimes graves como a pedofilia ou violação.

    São notícias destas que dão votos ao Ventura… Como se diz na Ciência Política, quando os partidos moderados não dão resposta às legítimas exigências do povo mais tarde ou mais cedo o povo vai votar em partidos nos extremos.

  18. Isto não é apenas um caso judicial isolado. É um sintoma grave de disfunção institucional.

    Estamos a falar de um juiz conselheiro jubilado, Manuel Mota Botelho, condenado por crimes de recurso à prostituição de menores. Crimes provados em tribunal, cometidos ao longo de vários anos. E a consequência prática é uma pena suspensa, sem um único dia de prisão efectiva.

    Convém ser claro em três pontos, porque aqui costuma começar a manipulação retórica:

    Primeiro: não houve absolvição.
    O tribunal considerou os factos provados. Isto não é um “caso duvidoso”, nem uma zona cinzenta.

    Segundo: pena suspensa, neste contexto, é impunidade.
    Quando falamos de crimes contra menores, a suspensão da pena transmite uma mensagem brutal: há crimes que, se forem cometidos pelas pessoas certas, não têm consequências reais.

    Terceiro: o estatuto importa, e muito.
    Não é populismo dizer isto, é realismo institucional. Se fosse um cidadão comum, sem carreira no topo da magistratura, alguém acredita honestamente que o desfecho seria o mesmo? A justiça portuguesa pode ser formalmente igual, mas materialmente é profundamente desigual.

    O problema mais fundo não é jurídico. É moral e sistémico.

    Um Estado de direito vive de confiança. Quando essa confiança é corroída por decisões que parecem proteger elites internas, o dano vai muito além deste caso. As pessoas deixam de acreditar: que a lei é igual para todos, que os mais vulneráveis estão protegidos, que o sistema se auto-regula.

    E depois há quem se surpreenda com a revolta, o cinismo ou o crescimento de discursos anti-sistema.

    Criticar isto não é “atacar a justiça”.
    É precisamente o contrário: é exigir que a justiça esteja à altura da sua função, sobretudo quando envolve crianças e abuso de poder.

    Porque um sistema que é indulgente com crimes destes, quando cometidos por quem o próprio sistema formou e promoveu, não está apenas a falhar juridicamente, está a falhar como Estado.

    E isso, sim, é uma vergonha colectiva.

    Não é de estranhar que tantos profissionais do foro abandonem a advocacia perante este tipo de sinais institucionais.

  19. Independent_Ask_7185 on

    O Chega esta cheio de gente dessa. É só ter coragem de ler o livro Por Dentro do Chega e tirar as palas.

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