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16 Kommentare

  1. [https://www.rtp.pt/noticias/eleicoes-presidenciais-2026/sondagem-da-catolica-vitoria-confortavel-de-seguro-nas-intencoes-de-voto-da-segunda-volta_n1715713](https://www.rtp.pt/noticias/eleicoes-presidenciais-2026/sondagem-da-catolica-vitoria-confortavel-de-seguro-nas-intencoes-de-voto-da-segunda-volta_n1715713)

    >**Desta amostra, 82 por cento diz que vai votar de certeza.** Apesar de ser uma larga maioria, não é possível prever o valor para a abstenção e assume-se que “a percentagem de abstencionistas será sempre superior às percentagens que se encontram neste tipo de inquéritos”.

    >(…)

    >Com base nestes inquiridos, **60 por cento dos que votaram em Cotrim de Figueiredo tenciona votar agora em Seguro e só 14 por cento destes aposta em Ventura** (há também 17 por cento que votará em branco ou nulo). **Do eleitorado de Gouveia e Melo, 63 por cento diz que votará Seguro e 16 por cento em Ventura**. Já entre os participantes que votaram por **Marques Mendes na primeira volta, 69 por cento tenciona votar no antigo secretário-geral do Partido Socialista e só 11 por cento no líder do Chega**. 

    >Quem votou noutros candidatos também apoia, em geral, António José Seguro. **Destes 89 por cento diz que votará Seguro e apenas 1 por cento em André Ventura.** 

    >Nesta sondagem da Católica também se analisou a intenção de voto em função do voto nas últimas eleições Legislativas, no ano passado.

    >Há três dados importantes: **André Ventura “conquista quase todos os eleitores do Chega”, com 88 por cento dos votos; António José Seguro tem o apoio de quase todos os eleitores do Partido Socialista, conquistando 85 por cento; e do eleitorado da AD, que ganhou as eleições em 2025, há 62 por cento a apoiar Seguro e 15 por cento Ventura**.

    >(…)

    >De toda a amostra, 40 por cento diz que estas eleições são entre “moderados e extremistas”, 17 por cento diz que é entre “esquerda e direita” e outros 17 por cento entre “democratas e não democratas”. Há uns 13 por cento que acham que é “entre socialistas e não socialistas”. 

    >Há que ter em conta a perceção que os eleitores têm de uma segunda volta na corrida a Belém, o que não acontecia há 40 anos. Em termos de o que isto representa, **muitos eleitores de Seguro percecionam esta segunda volta como um “duelo” entre “moderados e extremistas” (55 por cento) ou “democratas e não democratas” (23 por cento)**. Já os **eleitores de Ventura a consideram que estas eleições são um “confronto” entre “esquerda e direita” (41 por cento) ou “socialistas e não socialistas” (21 por cento).** 

  2. RoutineReply5761 on

    Irrelevante. A única coisa que vai interessar é quantos votos acima dos 1.5M de votos no Chega é que o Ventura vai ter.

  3. Ainda assim assustador que 1 em cada 3 portugueses cai nas balelas do Ventura. Isso diz muito sobre o nosso país como um todo como se a culpa de todos os males fosse dos políticos. O nosso grande problema são as mentalidades!

  4. Deveriam parar de fazer sondagens, assim cada um tenta usar a própria cabeça.
    Modificar sondagem não tem risco nenhum, mas uma sondagem comprada pode influenciar os mais frágeis.

  5. Ready-Pirate3328 on

    > “A intenção direta de voto mostra que 56 por cento dos eleitores estarão com este candidato e 25 por cento com Ventura”.

    A distribuição de indecisos é um exercício de adivinhação, os resultados do Seguro na 1ª volta demonstram-no.

    A intenção direta de voto é o mais relevante indicador das sondagens e nesta indica que o Ventura está estagnado abaixo de um teto eleitoral.

  6. Own-Bluejay1568 on

    Duvido mesmo muito. Se a amostra for os meus amigos, a divisao esta mais perto do 50-50.

  7. StigmaFreund on

    Não me sinto confortável com o facto de 33% dos eleitores consideram votar no Andrézinho.

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