>**Desta amostra, 82 por cento diz que vai votar de certeza.** Apesar de ser uma larga maioria, não é possível prever o valor para a abstenção e assume-se que “a percentagem de abstencionistas será sempre superior às percentagens que se encontram neste tipo de inquéritos”.
>(…)
>Com base nestes inquiridos, **60 por cento dos que votaram em Cotrim de Figueiredo tenciona votar agora em Seguro e só 14 por cento destes aposta em Ventura** (há também 17 por cento que votará em branco ou nulo). **Do eleitorado de Gouveia e Melo, 63 por cento diz que votará Seguro e 16 por cento em Ventura**. Já entre os participantes que votaram por **Marques Mendes na primeira volta, 69 por cento tenciona votar no antigo secretário-geral do Partido Socialista e só 11 por cento no líder do Chega**.
>Quem votou noutros candidatos também apoia, em geral, António José Seguro. **Destes 89 por cento diz que votará Seguro e apenas 1 por cento em André Ventura.**
>Nesta sondagem da Católica também se analisou a intenção de voto em função do voto nas últimas eleições Legislativas, no ano passado.
>Há três dados importantes: **André Ventura “conquista quase todos os eleitores do Chega”, com 88 por cento dos votos; António José Seguro tem o apoio de quase todos os eleitores do Partido Socialista, conquistando 85 por cento; e do eleitorado da AD, que ganhou as eleições em 2025, há 62 por cento a apoiar Seguro e 15 por cento Ventura**.
>(…)
>De toda a amostra, 40 por cento diz que estas eleições são entre “moderados e extremistas”, 17 por cento diz que é entre “esquerda e direita” e outros 17 por cento entre “democratas e não democratas”. Há uns 13 por cento que acham que é “entre socialistas e não socialistas”.
>Há que ter em conta a perceção que os eleitores têm de uma segunda volta na corrida a Belém, o que não acontecia há 40 anos. Em termos de o que isto representa, **muitos eleitores de Seguro percecionam esta segunda volta como um “duelo” entre “moderados e extremistas” (55 por cento) ou “democratas e não democratas” (23 por cento)**. Já os **eleitores de Ventura a consideram que estas eleições são um “confronto” entre “esquerda e direita” (41 por cento) ou “socialistas e não socialistas” (21 por cento).**
Sad-Awareness-8209 on
33% do chega.
Só custa à primeira
RoutineReply5761 on
Irrelevante. A única coisa que vai interessar é quantos votos acima dos 1.5M de votos no Chega é que o Ventura vai ter.
banaslee on
Ide votar.
MSilverLX on
Six seeven
MrMonizaz on
Ainda assim assustador que 1 em cada 3 portugueses cai nas balelas do Ventura. Isso diz muito sobre o nosso país como um todo como se a culpa de todos os males fosse dos políticos. O nosso grande problema são as mentalidades!
Deveriam parar de fazer sondagens, assim cada um tenta usar a própria cabeça.
Modificar sondagem não tem risco nenhum, mas uma sondagem comprada pode influenciar os mais frágeis.
BasedEmu on
As sondagens sempre subestimam o ventura.
JonPQ on
Irrelevante. Saiam de casa no domingo e vão votar. Chova o que chover.
Ready-Pirate3328 on
> “A intenção direta de voto mostra que 56 por cento dos eleitores estarão com este candidato e 25 por cento com Ventura”.
A distribuição de indecisos é um exercício de adivinhação, os resultados do Seguro na 1ª volta demonstram-no.
A intenção direta de voto é o mais relevante indicador das sondagens e nesta indica que o Ventura está estagnado abaixo de um teto eleitoral.
costinha69 on
Ventura arranca e não faças pó óoo manu
Own-Bluejay1568 on
Duvido mesmo muito. Se a amostra for os meus amigos, a divisao esta mais perto do 50-50.
StigmaFreund on
Não me sinto confortável com o facto de 33% dos eleitores consideram votar no Andrézinho.
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16 Kommentare
Nem me vou ao trabalho de sair de casa.
[https://www.rtp.pt/noticias/eleicoes-presidenciais-2026/sondagem-da-catolica-vitoria-confortavel-de-seguro-nas-intencoes-de-voto-da-segunda-volta_n1715713](https://www.rtp.pt/noticias/eleicoes-presidenciais-2026/sondagem-da-catolica-vitoria-confortavel-de-seguro-nas-intencoes-de-voto-da-segunda-volta_n1715713)
>**Desta amostra, 82 por cento diz que vai votar de certeza.** Apesar de ser uma larga maioria, não é possível prever o valor para a abstenção e assume-se que “a percentagem de abstencionistas será sempre superior às percentagens que se encontram neste tipo de inquéritos”.
>(…)
>Com base nestes inquiridos, **60 por cento dos que votaram em Cotrim de Figueiredo tenciona votar agora em Seguro e só 14 por cento destes aposta em Ventura** (há também 17 por cento que votará em branco ou nulo). **Do eleitorado de Gouveia e Melo, 63 por cento diz que votará Seguro e 16 por cento em Ventura**. Já entre os participantes que votaram por **Marques Mendes na primeira volta, 69 por cento tenciona votar no antigo secretário-geral do Partido Socialista e só 11 por cento no líder do Chega**.
>Quem votou noutros candidatos também apoia, em geral, António José Seguro. **Destes 89 por cento diz que votará Seguro e apenas 1 por cento em André Ventura.**
>Nesta sondagem da Católica também se analisou a intenção de voto em função do voto nas últimas eleições Legislativas, no ano passado.
>Há três dados importantes: **André Ventura “conquista quase todos os eleitores do Chega”, com 88 por cento dos votos; António José Seguro tem o apoio de quase todos os eleitores do Partido Socialista, conquistando 85 por cento; e do eleitorado da AD, que ganhou as eleições em 2025, há 62 por cento a apoiar Seguro e 15 por cento Ventura**.
>(…)
>De toda a amostra, 40 por cento diz que estas eleições são entre “moderados e extremistas”, 17 por cento diz que é entre “esquerda e direita” e outros 17 por cento entre “democratas e não democratas”. Há uns 13 por cento que acham que é “entre socialistas e não socialistas”.
>Há que ter em conta a perceção que os eleitores têm de uma segunda volta na corrida a Belém, o que não acontecia há 40 anos. Em termos de o que isto representa, **muitos eleitores de Seguro percecionam esta segunda volta como um “duelo” entre “moderados e extremistas” (55 por cento) ou “democratas e não democratas” (23 por cento)**. Já os **eleitores de Ventura a consideram que estas eleições são um “confronto” entre “esquerda e direita” (41 por cento) ou “socialistas e não socialistas” (21 por cento).**
33% do chega.
Só custa à primeira
Irrelevante. A única coisa que vai interessar é quantos votos acima dos 1.5M de votos no Chega é que o Ventura vai ter.
Ide votar.
Six seeven
Ainda assim assustador que 1 em cada 3 portugueses cai nas balelas do Ventura. Isso diz muito sobre o nosso país como um todo como se a culpa de todos os males fosse dos políticos. O nosso grande problema são as mentalidades!
Tudo a votar. Uns e outros.
Daqui, quem já foi votar antecipadamente? Votaram no terceiro candidato?
[https://youtu.be/gNOuDPVLMdk?si=qle6iZtMyqxWhy4R](https://youtu.be/gNOuDPVLMdk?si=qle6iZtMyqxWhy4R)
Deveriam parar de fazer sondagens, assim cada um tenta usar a própria cabeça.
Modificar sondagem não tem risco nenhum, mas uma sondagem comprada pode influenciar os mais frágeis.
As sondagens sempre subestimam o ventura.
Irrelevante. Saiam de casa no domingo e vão votar. Chova o que chover.
> “A intenção direta de voto mostra que 56 por cento dos eleitores estarão com este candidato e 25 por cento com Ventura”.
A distribuição de indecisos é um exercício de adivinhação, os resultados do Seguro na 1ª volta demonstram-no.
A intenção direta de voto é o mais relevante indicador das sondagens e nesta indica que o Ventura está estagnado abaixo de um teto eleitoral.
Ventura arranca e não faças pó óoo manu
Duvido mesmo muito. Se a amostra for os meus amigos, a divisao esta mais perto do 50-50.
Não me sinto confortável com o facto de 33% dos eleitores consideram votar no Andrézinho.