Da es so viele Neuigkeiten darüber gab, suchte ich aus reiner Neugier nach dem ersten Begriff, der mir in den Sinn kam: „Portugal“, und ich war erstaunt, als das erste Dokument, das ich zufällig öffnete, eine E-Mail war, die auf die Dokumentation über Maddie Maccain auf Netflix aufmerksam machte, die den Fall mit den Reisen reicher Amerikaner nach Portugal in Verbindung brachte.

Und ja, die überwiegende Mehrheit der Einträge, die ich sah, waren E-Mails "TAP Portugal"

Aber es gibt noch mehr: Epstein kannte das Land so gut, dass er in einer der E-Mails Witze über den RNH-Status (nicht gewöhnliche Einwohner = 10 Jahre Steuerbefreiung) macht und über die Erlangung einer Aufenthaltsgenehmigung spricht.

Ich habe nicht einmal 0,1 % der Einträge mit gesehen "Portugal"

Wer neugierig ist: https://www.justice.gov/epstein

Es muss Material für monatelange Nachrichten geben, wenn nur jemand in der Nachrichtenredaktion daran denkt, die internationale Presse zu lesen.

Epstein files: várias viagens a Portugal, referências ao caso Maddie e até ao estatuto RNH e muito mais
byu/ZaGaGa inportugal



Von ZaGaGa

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9 Kommentare

  1. Then-Bother-9443 on

    Vão falar do envolvimento do Trump, mas o que nos devia realmente preocupar que é Portugal vai ser quase mínimo, aposto.

  2. Há coisas mais importantes a acontecer a nível nacional neste momento.

    Daquilo que se sabe, não há ligações de pessoas politicamente relevantes o suficiente para quebrar alguma coisa, como aconteceu no UK.

  3. A designação fundadora do nosso país foi „Impunidade Lândia“, só ao fim de algum tempo, por razões de marketing, o nome foi atualizado para „Portugal“.

  4. ihavenoidea1001 on

    >alguém das redações se lembrar de ler

    É preciso que os „deixem“ ler e noticiar…. é que no final do dia o interesse protegido é o de quem lhes paga o salário

  5. Tendo o Epstein feito um excelente trabalho a desempenhar a sua função de „hub“ para bilionários, executivos, governadores e diplomatas, criou uma enormíssima rede de contactos que, mais cedo ou mais tarde, envolviria Portugal, que tem muitas ligações aos EUA. É uma questão de se analisar contacto a contacto, com o máximo conhecimento de contexto de cada um deles, para compreender o nível de envolvimento dos nossos compatriotas.

    Sinceramente, não vi nada classificável como „muito grave“ dentro do espetro de ação e crimes do Epstein (ou seja, não vi nenhum português como frequentador assíduo das festas na já mítica ilha). Vejo sim o Epstein a criar ligações governativas e empresariais para ganhar dinheiro com isso

  6. isto do Epstein está tão absurdo que eu qualquer dia acho que vou aparecer nesses ficheiros.

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