>> A característica mais marcante do programa português é que os principais beneficiários do regime parecem ser indivíduos com rendimentos muito elevados, posicionados aproximadamente no percentil 99,997 da distribuição da população ativa.
As nossas conclusões, baseadas no modelo de Brogueira de Sousa e Teles (2025) calibrado para o caso português, reforçam os resultados apresentados pelos autores.
>>Quando vários países adotam regimes fiscais preferenciais semelhantes, a concorrência por talento intensifica-se, gerando ganhos de bem-estar sobretudo para os trabalhadores muito qualificados, enquanto os menos qualificados tendem a enfrentar perdas de bem- estar.
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3 Kommentare
[deleted]
Continuamos a titular benéfiios fiscais sobre politicas de atração de pessoas…
O beneficio seria zero se o programa nao existisse e o custo também…
Nao passamos deste nível de notícias…
Amanha dizem Portugal nao teve custos de educacao com residentes não habituais… o PIB até aumentou com a poupança /s
Podem or ler o artigo original do Banco de Portugal e é grátis
https://www.bportugal.pt/publicacao/revista-de-estudos-economicos-vol-12-no-1
Uma das conclusões:
>> A característica mais marcante do programa português é que os principais beneficiários do regime parecem ser indivíduos com rendimentos muito elevados, posicionados aproximadamente no percentil 99,997 da distribuição da população ativa.
As nossas conclusões, baseadas no modelo de Brogueira de Sousa e Teles (2025) calibrado para o caso português, reforçam os resultados apresentados pelos autores.
>>Quando vários países adotam regimes fiscais preferenciais semelhantes, a concorrência por talento intensifica-se, gerando ganhos de bem-estar sobretudo para os trabalhadores muito qualificados, enquanto os menos qualificados tendem a enfrentar perdas de bem- estar.