Es ist falsch, dass die Schulgruppe Pinhal Novo die Weihnachtsfeierlichkeiten wegen Einwanderern abgesagt hat

    https://www.rtp.pt/noticias/pais/e-falso-que-o-agrupamento-de-escolas-do-pinhal-novo-cancelou-as-celebracoes-de-natal-devido-aos-imigrantes_n1709984

    Von pica_foices

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    15 Kommentare

    1. theratandthemouse on

      Depende do que se considera celebrações, se tirar fotos com a árvore de Natal no fundo for considerado celebrações, então foram canceladas!

    2. > +++ Factos: As fotos escolares foram feitas sem cenários natalícios, mas não foram canceladas celebrações ou eventos dedicados à quadra +++

      Não podem ter sido canceladas se não foram feitas em primeiro lugar. Óbvio. A pergunta é: se foram feitas nos anos anteriores, pq que optaram por não as fazer agora? De repente „não faz sentido“ mas durante anos e anos ninguém pareceu ter problemas com isso até que começaram a querer ser inclusivos.

      Foram feitas no ano anterior? E no outro antes? E se pegarmos em 10 anos, foram feitas todos os anos? Se esta é a única que se destaca uma mudança, qual o motivo? Andam a fazer as perguntas erradas para evitar chegar às respostas certas de um não-assunto que só continua a ser noticia porque convém criar uma narrativa? Não sei. Investigue-se.

    3. No-Context-Orphan on

      Nem sequer sou a favor do chega ou ventura, mas este falso é um bocado patético e só dá mais lenha para a fogueira do chega…

      Está dito que fizeram este ano, as fotos sem motivo natalício para respeitar as outras culturas, mas dizem que é falso que foi cancelado, porque planearam não o fazer este ano (ao contrário dos anteriores)…

      No mínimo isso seria algo no meio de verdadeiro ou falso…

    4. sirbojackhorseman on

      Quando andava na escola nunca tirei fotos com celebrações natalícias e não houve nenhuma queixa. As tretas que a malta arranja para criar narrativas é impressionante.

    5. Problema é que além das „fake news“ vêm outras verdadeiras como não haver qualquer tipo de luzes ou acessórios de natal no Martim Moniz (que quando passei lá nem queria acreditar).

      Ou seja, só mostram quando é notícia falsa, mas não quando é verdadeira, o que leva o povo a „colar“ os media à esquerda. Entretanto, mais 100 votos para o Chega.

    6. YellowAggravating172 on

      Deixem-se destas semânticas patéticas, pá.

      >No entanto, também foi possível confirmar que pelo menos esta escola terá feito as fotos escolares deste ano letivo sem decorações natalícias, como afirmou Ventura. Nas redes ainda circula uma resposta da direção do agrupamento a uma encarregada de educação, onde se explica que „a decisão de não utilizar cenários natalícios procurou respeitar toda a comunidade escolar, reconhecendo tanto as famílias que celebram o Natal como aquelas que, por diferentes motivos culturais, religiosos ou pessoais, não o assinalam.“

      „Tecnicamente, não foram canceladas celebrações à conta dos imigrantes. Apenas se cancelou os cenários natalícios, parte da celebração, para não ofender outras culturas e religiões…“

      *“Ou seja, cancelou-se parte da celebração à conta de culturas e religiões evidentemente de imigrantes…“*

      „CALA-TE! No email a diretora não referiu ‚imigrantes‘ ou ‚celebrações‘ *ipsis verbis* e por isso é mentira! Ouviste? MENTIRA!“

    7. Algumas escolas não querem ter trabalho e gastar dinheiro nisto quando boa parte dos putos já não celebra o Natal. Ninguém vai ficar traumatizado por isto.

    8. Kingdarkshadow on

      Estava aqui uma conta que certificou se que isso era verdade foi cancelado pq tinha uma familiar nessa escola.

      Essa pessoa não iria mentir.

    9. SmilingIsNotEnough on

      Pergunta honesta (porque é mesmo uma dúvida minha) e gostava de saber a vossa opinião.

      Então a pessoa X vai para um país diferente do seu (ou tem uma religião diferente da maioria da celebrada no seu país ou não celebra isto ou aquilo por algum motivo, como alguém ter falecido e ser uma data que magoa). Imaginem que até podem ser vocês a irem para o Japão, por exemplo (só um exemplo porque sei que o catolicismo/cristianismo não é a religião dominante lá e não celebram o Natal como nós). Não é esperado que a pessoa que entra se adapte ao contexto e não o contrário?

      Se não celebra, não celebra. Se celebra algo que não existe naquele país, bem, pode fazê-lo na mesma porque suponho que ninguém vai proibir isso. Imaginemos as tradições de Ano Novo japonesas. Iria o país/cidade em questão deixar de celebrar publicamente e com adereços porque têm pessoas que não celebram ou não são xintoístas/budistas? Ou iriam celebrar na mesma e simplesmente aceitar quem não celebra?

      Porque é que estou a perguntar isto? Porque acho isto um bocado confuso e parece-me mais uma desculpa para poupar dinheiro na decoração do que uma tentativa de integração. Desde sempre me foi dito que, se fossemos para outro país (seja para trabalhar ou de férias), nós tínhamos que nos adaptar a esse país e respeitar os costumes e tradições. E dizer que não metem decorações porque há pessoas que não celebram por algum motivo também acho confuso. Por exemplo, dia do pai ou dia da mãe. Há miúdos que não têm pai ou mãe e ninguém obriga o resto da turma a não fazer os trabalhos desses dias para não ofender esses miúdos. Pelo que sei, adaptam o que essa criança faz para não ser algo do dia. Mas o resto da turma continua a fazer esses trabalhos.

    10. Optimal_Grocery_7553 on

      Numa escola primária do Forte da Casa não houve celebrações de natal este ano! Fonte: O meu frequenta lá o 2° ano.

    11. SchemeBeautiful5303 on

      >a diretora, Maria Pena, explica que „optou-se por um cenário neutro precisamente para garantir que todos os alunos pudessem participar em igualdade, sem deixar de valorizar as tradições que são significativas para muitas famílias“, mas salienta que „o valor afetivo da imagem mantém-se, mesmo sem elementos especificamente alusivos ao Natal.“

      Estes mentígrafos estão cada vez mais desleixados, o próprio texto desmente o que afirmam 🤔 E o pessoal que só lê títulos vai todo atrás, aqui está um verdadeiro hino à ignorância.

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