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    29 Kommentare

    1. sim resume-se: há a identidade privada e subjectiva, e a publica e objectiva. é papelo do indíviduo gerir a primeira no espaço da segunda, não da sociedade.

    2. maedasfocas123 on

      Questão genuina: isto são coisas medicas da ciencia ou coisas estudadas em estudo de género e afins? Grande parte disto estudei na faculdade de letras, mas nunca vi nenhum médico ou cientista na televisão a falar sobre isto.

    3. Pior é que eu não posso expressar a minha opinião sobre a matéria, sou logo suspenso ou cancelado, pelos amigos dos idealistas.

    4. jdcortereal on

      Mas não resume. Ou pelo menos deveria, mas não é o que acontece. Quando dizemos que uma mulher trans é uma mulher de verdade não estamos só a usar linguagem, estamos a transformá-la.

    5. Sejam felizes , fiquem com o adulto que vos aceite , façam o que quiserem dentro da legalidade e do consentimento.

      Mas deixem os espaços femininos para as mulheres , deixem os desportos para as mulheres , deixem as prisões para as mulheres , …

      Fez-se a segregação por sexos em muitos espaços por alguns motivos. Há que não esquecê-los.

    6. É uma imbecilidade à portuguesa que os meios de comunicação social (com objetivos para mim ainda obscuros) promovem.

      Para mim é muito simples: pila? És homem. Podes ser gay, bi etc, mas no teu cartão de cidadão deve dizer sexo masculino. Pipi? lésbica, hetero, etc, mas és do sexo feminino. Mas és mulher e sentes-te como homem ou vice-versa? Isso é contigo não é comigo. No teu cartão deve dizer na mesma o teu sexo biológico, ponto final.

      E os casos de mudança de sexo? Bom, também é simples: mudou de sexo porque desde a nascença apresenta os genitais masculino e feminino? Nesse caso é o sexo que a pessoa efetivamente escolher, deve ser lixado ser ostracizado pela comunidade, olhado de canto e com risota por ter dois genitais. Mas queres mudar de sexo só porque sim, só porque viste na tv que não sei quê e o raio que parta? Oh pá, faz o que quiseres, mas só depois de seres cirurgicamente alterado(a) é que deves poder mudar no C.C. para o sexo que efetivamente mudaste. Antes não. Ou corremos o risco de ver gajos nos balneários das mulheres. Não tenho nada contra quem quer mudar de sexo só porque sim, desde que não o faça por ser doutrinado a tal. O que sou contra é a imbecilidade de ver gajas a quererem ser tratadas como gajos (e vice-versa), mas mantendo o sexo (e a não quererem mudar para o sexo com o qual se identificam sequer). Ou então começo a dizer que me sinto como um unicórnio colorido e quero que me tratem como tal. Ou…Deus. É isso. Pessoal, agora quero ser tratado como Deus. Ok?

      Seja feita a Minha vontade.

      EDIT: vá, em vez de downvote puro, downvotem mas com comentários a explicar o porquê.

    7. Não se resume a uma questão de linguagem. Resume-se a uma discórdia profunda sobre a existência ou validade do conceito de identidade de género, e de discórdia sobre se o sexo biológico pode ser mudado ou não. A linguagem é uma forma de comunicar esta discórdia, que é política e filosófica.

    8. Só vejo uma identidade de gênero na imagem, as restantes considero problemas mentais

    9. A minha opinião em relação a isto permanece a mesma.

      Não quero saber. Cada um com a sua panca. Eu gosto de jogos, de metal, de cerveja, etc, sou livre para o fazer, estou-me a cagar para o que pensam.

      Neste país as pessoas são livres de fazer o que bem entendem portanto façam o mesmo.

      Sejam, façam e caguem no resto e na opinião alheia.

      **E quanto aos alheios, metam-se na vossa vida e parem de ver o que é que o vizinho gosta de comer só porque não comem nada.**

      Edit: Desculpem, esta última foi um bocado buja, mas não vou apagar, até meto em negrito.

    10. godofmishef on

      Sejam felizes!

      Encontrem alguém que vos respeite e vos faça feliz

      Não prejudiquem terceiros

      De resto é-me indiferente o sexo, gênero, a identificação

    11. Left_Capital133 on

      Em teoria é tudo muito simples mas depois na prática as coisas tornam-se bastante complicadas.

      Um exemplo concreto que aconteceu há relativamente pouco tempo…

      O Miguel é um recluso a cumprir pena numa cadeia masculina, declara-se como trans e muda o nome para Raquel, é transferido para uma cadeia feminina, causa problemas e desconforto. As autoridades tiram-no de lá, vêm as reclamações de transfobia e o diabo a sete.

      Como é que manténs espaços femininos e masculinos quando a identidade é fluida e pode mudar conforme o que a pessoa disser? Vais ter de aplicar algum critério, algum escrutínio, e aí chocas logo com os indignados a gritar transfobia.

    12. VicenteOlisipo on

      Eu sou do tempo em que a pessoa trans mais famosa em Portugal era a Roberta Close. Sem escândalo, sem alarme social, era considerada uma das mulheres mais sexy do Mundo. Isto num país incomparavelmente mais conservador do que o atual.

      O que mudou para agora as pessoas trans serem um problema? As forças do mal regressaram ao poder e precisam de minorias para amedrontar os tolos. Os Judeus já não são opção, os gays não pega, os muçulmanos pega só parcialmente, os pedófilos é perigoso porque o tio passou uns dias na ilha… olha, e os trans?

    13. Identidade de género: Não utilizo esse conceito no meu dia a dia, nem conheço quem utilize. Geralmente eu é que identifico os outros, não são os outros que se identificam a eles mesmos. O que tu sentes que és pode ter relevância para ti, mas não tem relevância na comunicação interpessoal. Se tu te sentires esbelto, eu vou continuar a pensar em ti e a falar em ti como feio, se assim o achar. Eu nunca decidi que era homem. Consigo ver que sou, de acordo com a definição do que um homem é, mas não é uma identidade para mim. É apenas um dado adquirido e sou reconhecido como tal.

      Papel de género: Não deixo de achar hilariante que a esquerda rejeite estereótipos e depois ao mesmo tempo quer definir Homem e Mulher com base nos mesmos. Sim, há padrões comportamentais típicos de cada sexo, mas eu não te chamo Homem ou Mulher com base no mesmo. Uma gaja maria rapaz não obedece a esses padrões, mas sempre a vimos como Mulher.

      Portanto, continuo a não encontrar sentido em nada disto.

    14. Reparam que a identidade de gênero está apontada no cérebro ?

      Pois é algo interno, que existem pessoas que sofrem de disforia do género disso não há duvida, da mesma forma que existem pessoas que acreditam que são a reencarnação de Jesus.

      O problema começa quando se força as outras pessoas a terem de aceitar algo que existe unicamente na mente de outra pessoa, muita vezes com ameaças de ser censurada, cancelado etc.

    15. De facto há um problema com origem na linguagem que passa pela alteração – para algumas pessoas – do significado da palavra homem e mulher, mantendo no entanto todo o corpo de normas e regras associadas ao significado antigo.
      E a partir disso começa a confusão.

    16. Scared-Violinist-532 on

      Não é um problema de linguagem, é um problema de limites.

      Já deram nos comentários o exemplo de uma prisão, mas e quando a pessoa é gender-fluid, os pronomes de ambos os géneros são „inventados“ (nenhum deles é masculino ou feminino) e mudam consoante alguma coisa relacionada com os signos?

      A definição de ambos os géneros era um conjunto de adjetivos que soavam mais à descrição da personalidade.

      Pior, é uma pessoa que ficava extremamente indignada quando não se dirigiam a ela com os pronomes corretos.

      Tanto se lutou para acabar com a discriminação relacionada a géneros e orientação sexual, para agora andarem vítimas permanentes com um complexo de personagem principal a exigirem ser tratadas de formas completamente diferentes dos demais. E se não o fizeres? És a reencarnação do Hitler.

    17. Claro que sim é só linguagem, e nós é que nos temos de adaptar. Não, não mudas a tua biologia, és homem ou mulher, se te queres vestir de certa ou comportar de certa forma que tipicamente não está associada a um homem/mulher força, tens a liberdade para isso, mas nao mudes a ciência. E falando em ciência, define uma mulher então?

    18. Não tanto de linguagem mas mais da sociedade, porque será que estas coisas raramente são a maior preocupação das classes mais desfavorecidas, excluindo questões de sobrevivência, e assim foi nos impérios em vésperas de colapso.

    19. O debate é complicado e a ciência ainda está longe de ter uma perspectiva completa do problema. A primeira questão é que o sexo biológico é inferido pelos cromossomas nos humanos, mas não é sempre correto. O que define o sexo biológico é o tamanho das gâmetas, ou seja as células sexuais. Mesmo que a pessoa seja infértil ou ainda esteja em desenvolvimento, estas células existem no corpo. Por isso é que é mais fácil testar os cromossomas, mas existem alguns casos de excepção. Ao contrário de certos anfíbios e outros animais, é impossível para mamíferos trocarem de sexo, por mais que sejam expostos a hormonas sexuais.

      Agora toda a questão dos efeitos das hormonas nas várias fases do desenvolvimento, as questões psicológicas, as questões fisiológicas e o impacto a nível do desporto, etc ainda têm muito para ser estudadas.

      Também há que se considerar que existe um fenómeno cultural e já muitos estudos indicam factores de contágio. Em certas culturas asiáticas, o conceito do terceiro sexo existe há séculos, mesmo antes de se terem desenvolvido os tratamentos com hormonas.

      Estamos longe de chegar a um consenso porque há muitas incógnitas.

    20. Sou uma pessoa simples. Trato as pessoas pelo pronome que querem ser tratadas porque eu ter uma opinião diferente da delas sobre isso não significa que as vá tratar mal. Ainda são pessoas. Serão sempre pessoas. Os meus pais ensinaram-me a ser melhor que isso.

      O que exijo em troca é que se estabeleçam limites bem definidos e os sigam à risca. Como aceitar que um recluso que se identifique como X não pode ser metido em blocos de X se isso significar que se feche os olhos ao que existe à volta dele e ao seu histórico violento com pessoas X. Ou que não se massacre completamente o desporto porque se deixam pessoas Y a competir com pessoas X porque se sentem X. É fácil? Não. **Mas sem lutarem por um lado não me vão ver a lutar pelo outro.**

      Até lá reina a completa indiferença no geral aos seus problemas. Não invalida que, lá está, os trate bem como pessoas se tiver que o fazer. Mas não vou fazer mais nada enquanto certos limites não forem criados e respeitados antes. Não há só direitos. Há também deveres.

      Se a Raquel quiser que a trate por Raquel eu trato. Mas a Raquel não tem o direito de me chatear a cabeça quando lhe digo que tenho uma visão diferente da dela sobre isso se, no fim do dia, isso significar que a trato como Raquel na mesma. E isso acontece demasiadas vezes.

      Se a Raquel que um dia foi Carlos terminar numa prisão, vou ser o primeiro a dizer que é com os outros Carlos que tem que ficar enquanto não se criam sitios para as Raquéis se for um problema para as Carolinas. E não, a Raquel não pode concorrer em coisas como o desporto, por exemplo, contra as outras Carolinas. Ou concorre com Raquéis, nada contra isso, absolutamente nada. Ou contra outros Carlos.

    21. Odd_Hovercraft_709 on

      este tema todo é cortina de fumo para os direitolas se divertirem a tirar o foco do essencial para algo mais minoritário

    22. Glum-Business-6217 on

      Não é só linguagem.
      Se um africano se achar vicking vamos todos dizer que sim?

    23. DoubleSwitch69 on

      Problema de linguagem? sim, mas há que reconhecer os erros nos dois lados. Os ativistas a favor da identidade de género foram os primeiros a incentivar a distinção entre género e sexo, para mais tarde dizerem que as características associados ao género definem o sexo…

      a linguagem só é confusa porque quem a incentiva ter impigi-la como realidade antes de ter uma teoria solida daquilo que é identidade de género. E desculpem mas isto às vezes mostra-se tão ridículo que é difícil não pensar que que é propositado…

    24. quando quem não estudou e está com dúvidas sobre o que é homem ou mulher e que pensam que dá para mudar se calhar mais vale voltar a estudar mais um bocadinho

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