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    10 Kommentare

    1. no_no_no_oh_yes on

      E os que assinaram e assinam? Mesmo com as empresas a querer os trabalhadores nos quadros e eles preferem os contratos pagos à hora?

    2. Glass-Depth-170 on

      Looool, vocês programadores são uns saltitões, já estou a ver… só malandragem e empreendedorismo! Obrigado Montenegro, agora que o Nilton está de baixa, podemos contar contigo.

    3. No-Context-Orphan on

      Não disse mentira nenhuma…

      Eu sou da área e tenho dezenas e dezenas de colegas que são exatamente o que o LM disse, recusam virar empregados e preferem estar como ENI ou consultores

    4. throwaway4838381 on

      A demagogia bacoca do Monteverde é asquerosa.

      Empresas a implorar para trabalhadores assinarem contratos sem termo? Trabalhadores a rejeitarem contratos sem termo por querem ser livres? Este PM vive numa realidade paralela, e isso é cada vez mais visível.

    5. Sr. Montemerda, se fôr visitar escritórios de malta que recebe 5000€/m até compreendo, mas eu a ganhar muito menos que metade, prefiro um contrato sem termo, até salto de alegria.

    6. O PM não domina demagogia nem populismo. Ele não sabe que qualquer pessoa quer o que lhe parece direta e imediatamente mais favorável, seja mais dinheiro, menos dias de trabalho ou outros tipos de regalias. Isto não implica que seja bom a longo prazo para a economia, mas ninguém pensa no longo prazo nem na pintura completa. O desejo é apenas receber mais e ter mais direitos. À custa do quê ou de quem, não importa. Se faz ou não sentido, não importa. Se é economicamente viável, não importa. Se amanhã for anunciado que cada cidadão vai receber 100k, ninguém vai querer saber de onde o dinheiro vem nem quais são as consequências dessa oferta. O que interessa é receber imediatamente dinheiro. Nuance não existe na cabeça do cidadão comum. Apenas tribalismo simplista.

      Ora, sabendo que perto de 90% da população é assalariada, ABSOLUTAMENTE NADA que o PM possa dizer que pareça ter como objetivo beneficiar primeiro as empresas será popular. É uma questão de números.

      Apesar dos disparates que diz, até o respeito por isto. É preciso colhões para querer fazer algo que é claramente para o benefício do empreendedor e bate de frente com o entendimento económico do cidadão comum.

    7. Espera… Então a lei como existe já permite que se trabalhe „precariamente“ se for essa a opção do trabalhador?

      Do que estou a ler aqui, admite-se que as vantagens deste regime sem vínculo são só mesmo para uma percentagem vestigial de edge cases, e que esses já gozam da possibilidade de escolha. Os 5 ou 6 gajos que não querem ter contrato já podem optar por isso, à luz da legislação atual… Certo?

      Então aplicando a lógica a este balde de merda que o Monteverde quer que provemos, o que esta revisão propõe na prática é que esta falta de vínculo deixe de ser uma escolha do trabalhador e passe a ser uma escolha unilateral da empresa. É isso? Percebi bem?

    8. Nenhuma proposta do novo governo cria precariedade. A proposta do contratos a termo até beneficia quem tende a ter contratos a termo porque aumenta o tempo mínimo para 1 ano em vez de 6 meses 

      E estes devs deveriam saber, que muitos deles são consultores que badta um projeto acabar que a consultora pode despedir com extinção de posto de trabalho muito facilmente, hoje sem nova lei laboral. Facilitar contratacoes e despedimentos reduz a necessidade de outsourcing e consultoria.

      E cada vez mais, as propostas que pagam salários europeus são precárias por design, no estilo freelance 

      Entre receber 5000€ e ser precário vs 2000€ e ser estável. Sei o que vou escolher

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