>“Ele [hipotético concorrente] podia concorrer, a estação não tinha que estar lá em baixo. Não pode é sair do corredor de 400 metros“ de largura para o traçado, disse, e questionado sobre se era essa a interpretação do consórcio, o responsável confirmou, dizendo que a posição está „juridicamente suportada pelos juristas que o consórcio tem“.
>Para o responsável, „o facto de a estação ser aqui ou acolá“ tem „alguns aspectos jurídicos“, mas nunca „pareceu que estivesse escrito que fosse impossível“.
>“É evidente que o Estado não pode, não tem gente, não tem tempo – principalmente não tem tempo – para estudar um projecto de execução. Isso foi dito pelo engenheiro Carlos Fernandes [vice-presidente da IP]. E, portanto, se nós queremos ter alta velocidade, tem que ser este modelo de lançamento em que o construtor faz os projectos, financia-se, por aí fora“, argumentou.
No último parágrafo a deixar o ponto bem claro: o Estado não te capacidade de impedir a Mota Engil de fazer o que quiser.
zooommsu on
Pensem no seguinte.
Aqui ao lado temos um pais que adquiriu imensa experiencia nas ultimas décadas a construir milhares de km de linhas de alta velocidade. Ou seja, tem imensas empresas, profissionais com muito knowhow, equipamentos/maquinaria pesada também altamente especializada, etc. E supostamente parte dessa enorme capacidade até está disponível.
Contudo acabaram por não concorrer em Portugal. Mistério. Nem os nossos vizinhos concorrem ?
Concursos desertos, concursos cancelados, concorrente que ganha e muda a seu bel prazer etc. Em Coimbra também queriam repetir a brincadeira mudando a estação de local, surreal.
Qualquer coisa de muito errado se passa e já vem muito de trás.
Minha maior duvida é qual tem sido o papel da IP nisto tudo.
E dos vários governos.
Entretanto estamos reféns disto tudo. Cerco, tenaz perfeita. Demasiado tarde para complicar e arriscar perder fundos, prazos, etc. Tudo pode ficar em risco.
Sokomo_Kudyome on
Não é por dinheiro, é por amor.
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3 Kommentare
>“Ele [hipotético concorrente] podia concorrer, a estação não tinha que estar lá em baixo. Não pode é sair do corredor de 400 metros“ de largura para o traçado, disse, e questionado sobre se era essa a interpretação do consórcio, o responsável confirmou, dizendo que a posição está „juridicamente suportada pelos juristas que o consórcio tem“.
>Para o responsável, „o facto de a estação ser aqui ou acolá“ tem „alguns aspectos jurídicos“, mas nunca „pareceu que estivesse escrito que fosse impossível“.
>“É evidente que o Estado não pode, não tem gente, não tem tempo – principalmente não tem tempo – para estudar um projecto de execução. Isso foi dito pelo engenheiro Carlos Fernandes [vice-presidente da IP]. E, portanto, se nós queremos ter alta velocidade, tem que ser este modelo de lançamento em que o construtor faz os projectos, financia-se, por aí fora“, argumentou.
No último parágrafo a deixar o ponto bem claro: o Estado não te capacidade de impedir a Mota Engil de fazer o que quiser.
Pensem no seguinte.
Aqui ao lado temos um pais que adquiriu imensa experiencia nas ultimas décadas a construir milhares de km de linhas de alta velocidade. Ou seja, tem imensas empresas, profissionais com muito knowhow, equipamentos/maquinaria pesada também altamente especializada, etc. E supostamente parte dessa enorme capacidade até está disponível.
Contudo acabaram por não concorrer em Portugal. Mistério. Nem os nossos vizinhos concorrem ?
Concursos desertos, concursos cancelados, concorrente que ganha e muda a seu bel prazer etc. Em Coimbra também queriam repetir a brincadeira mudando a estação de local, surreal.
Qualquer coisa de muito errado se passa e já vem muito de trás.
Minha maior duvida é qual tem sido o papel da IP nisto tudo.
E dos vários governos.
Entretanto estamos reféns disto tudo. Cerco, tenaz perfeita. Demasiado tarde para complicar e arriscar perder fundos, prazos, etc. Tudo pode ficar em risco.
Não é por dinheiro, é por amor.