
Die Generaldirektion für Gesundheit lehnt „Diskriminierung“ in dem von ihr veröffentlichten Plakat zum Thema AIDS ab, löscht es jedoch
https://www.dn.pt/sociedade/direo-geral-da-sade-rejeita-discriminao-no-cartaz-que-publica-sobre-sida-mas-apaga-o
Von Castro_Laboreiro
10 Kommentare
Eu não teria apagado, só fizemos a tradução dos originais que ainda estão online.
Mais um capítulo de „em Portugal não há racismo“. Ou é completa falta de noção, ou é intenção deliberada. Em ambos os casos é grave e teria consequências num país minimamente sério.
Porque tem 3 médicos pretos de bata branca a exigir medidas ?
Ganda lol.
Em 2025 toda a publicidade tem que estar cheia de diversidade, mas um cartaz sobre saúde não?
Hipócrisia.
Mas em Portugal o esterotipo da SiDA não eram os homosexuais?
Acho que andamos á procura de armar confusão por tudo e por nada, e quem faz alguma coisa tem sempre de andar a reparar nisto e naquilo, porque há sempre grupos de ofendidos, que muitas vezes nem são do grupo que dizem que foi ofendido, a ver conflito onde ele não o há.
Eu sou negra e não percebo o problema do cartaz.
>*com três pessoas de raça negra de punho erguido.*
esta é a única coisa racista que vejo, porque „raça negra“ é um termo antiquado que só reforça estereótipos. A nossa única raça é a humana.
Nós somos mesmo a personificação do meme do cão massudo e do cão panhonhas, sendo que nós escolhemos sempre ser o panhonhas.
A UNAIDS publicou há dois dias, está publicado, o mundo segue. Nós usamos o layout e apenas traduzimos para PT. Mas como bons panhonhas que somos, à mínima questão ao cartaz que nem sequer foi feito em Portugal, apagamos.
Pessoal mais à direita deve estar chateado porque num país de brancos, não estão representados na imagem. É „substituição populacional“ e ninguém quer saber da saúde dos brancos.
Pessoal mais à esquerda deve estar chateado porque, apesar da „raça ser uma construção social“ quando convém, agora já existe porque projetam na imagem uma insinuação de que a Sida é exclusiva da „raça negra“.
Isto é uma espécie de „Racismo de Schrödinger“, que está sobreposicionado quanticamente entre os dois polos da neurose coletiva, é simultaneamente a discriminação contra brancos e a discriminação contra não brancos, consoante o observador assim o resultado da observação.
Não consigo perceber o problema do racismo. A realidade é que a população africana é mais afetada pela doença, e duvido muito que o vírus seja racista de forma propositada.
Para quem diz que o cartaz é racista, onde está aquele pensamento „não vejo raças, vejo pessoas“?