Números são concordantes com os que integram o relatório “Government at a Glance 2025”, publicado a 19 de junho deste ano.
De acordo com o relatório da OCDE, os dados referentes a Portugal, Noruega e Suíça são de 2022 e os da Islândia, de 2019. Para todos os outros países europeus os dados são de 2023.
Em 30 países europeus, Portugal é o 24.º no ranking com uma percentagem de funcionários públicos de 15,04%.
Para referência, no país que surge no primeiro lugar, a Noruega, os funcionários públicos representam 30,08% do total. O dobro da proporção que se verifica em Portugal.
Apenas seis países apresentam percentagens inferiores: Luxemburgo (14,73%), Itália (13,66%), Turquia (13,03%), Países Baixos (12,34%), Alemanha (11,53%) e Suíça (11,48%).
Confirma-se que a publicação é verdadeira. De acordo com um relatório da OCDE, Portugal é, de facto, um dos países europeus com menor percentagem de funcionários públicos.
_____________________________
Avaliação do Polígrafo:
Verdadeiro
SmilingIsNotEnough on
Quem diz que há funcionários públicos a mais é porque não conhece a realidade. No local onde moro atualmente, os serviços de notariado (IRN, sim. Não os privados) abrem 2/3 vezes por semana porque só há um funcionário (não sei o que aconteceu aos outros). Finanças? 3/4 dias por semana. A segurança social é a única entidade que tem funcionários para estar aberta durante os 5 dias úteis. E não, não estamos a falar de uma terra de ninguém. Pode não ser uma grande cidade, mas está em crescimento. Isto é francamente insuficiente.
A minha teoria? As pessoas reformaram-se e não voltaram a abrir concursos públicos para colmatar essas falhas. Até eu já cheguei a um serviço desses e acabei a bater com o nariz na porta porque estavam fechados nesse dia por falta de funcionários. Tive que voltar no dia seguinte.
Live-Confection6859 on
Um problema do Interior de Portugal.
NoLifeKid8 on
Haver funcionários públicos a menos em alguns cargos não elimina o facto de existirem funcionários públicos a mais.
saraivada on
Tenho casa paga, grande salario e vários carros na garagem, faço ferias varias vezes ao ano….
Ainda dizem que o povo é pobre….
/s
pao-com-queijo on
Os funcionários públicos são é na sua larga maioria, incompetentes.
Prior-South on
Isso são tachos que só se consegue com cunhas. Se não há cunhas ninguém preenche as vagas.
saposapot on
A última vez que fui a umas finanças reparei que não havia nenhum jovem la a trabalhar. Maioria de 55 para cima e talvez um com 45. A FP está envelhecida e sem jovens o conhecimento não se passa nem há gente suficiente daqui a pouco tempo
Ana_CachoPaulo on
O OP é um banana que em vez de debater anda a correr cada comentário e cada vez que a resposta não lhe convém ou ofende a IL Ou parte para a agressividade
RoutineReply5761 on
E há. Há é poucos onde fazem falta e muitos onde não fazem.
Se virem o balanço social da AT, de 2024, na página 11, refere:
>“**Caracterização dos recursos humanos da AT**
>**3.1 Total de trabalhadores**
>A Autoridade Tributária e Aduaneira contabilizava, em 31 de dezembro de 2024, 10.163 trabalhadores em exercício de funções. Comparando com 2023 registou-se um aumento de 29 funcionários correspondente a um crescimento de 0,29% dos efetivos.
>Desde a data de criação da AT (em 01/01/2012), verificou-se uma redução de 1.665 trabalhadores, representando uma redução de 14,1% do total efetivos, conforme se pode observar no gráfico 1.“
Na página 18, refere:
>“**3.7 Estrutura etária**
>A análise da estrutura etária dos trabalhadores da AT em 2024, revela uma concentração nas faixas etárias mais elevadas. O intervalo etário predominante é o dos 60-64 anos que abrange 25,7% do total de trabalhadores, seguido do nível etário dos 50-54 anos com 24,7% e dos 55-59 anos com 15,9% dos trabalhadores da AT (gráfico 9). Consequentemente: mais de 3/4 dos trabalhadores da AT (75,5%) tem mais de 50 anos.
>Embora a idade média tenha baixado ligeiramente, cifrando-se nos 54,7 anos de idade (face aos 55,2 anos em 2023), a preocupação com o envelhecimento do capital humano mantém-se. „.
Mas na minha opinião, o maior impacto foi sentido nos Serviços de Finanças, onde a redução percentual de funcionários foi muito superior à redução total de efetivos, com a agravante do fluxo migratório que ocorreu nos últimos anos exigir muito daqueles serviços, e sem que houvesse uma redução do número de serviços de finanças locais abertos ao público (mais de 350).
O envelhecimento do quadro de efetivos, também é preocupante, porque uma grande percentagem está próxima da idade de reforma, numa área em que é muito relevante a transmissão de conhecimento de funcionários antigos para os novos e o recrutamento e estágios são demorados.
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Números são concordantes com os que integram o relatório “Government at a Glance 2025”, publicado a 19 de junho deste ano.
De acordo com o relatório da OCDE, os dados referentes a Portugal, Noruega e Suíça são de 2022 e os da Islândia, de 2019. Para todos os outros países europeus os dados são de 2023.
Em 30 países europeus, Portugal é o 24.º no ranking com uma percentagem de funcionários públicos de 15,04%.
Para referência, no país que surge no primeiro lugar, a Noruega, os funcionários públicos representam 30,08% do total. O dobro da proporção que se verifica em Portugal.
Apenas seis países apresentam percentagens inferiores: Luxemburgo (14,73%), Itália (13,66%), Turquia (13,03%), Países Baixos (12,34%), Alemanha (11,53%) e Suíça (11,48%).
Confirma-se que a publicação é verdadeira. De acordo com um relatório da OCDE, Portugal é, de facto, um dos países europeus com menor percentagem de funcionários públicos.
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Avaliação do Polígrafo:
Verdadeiro
Quem diz que há funcionários públicos a mais é porque não conhece a realidade. No local onde moro atualmente, os serviços de notariado (IRN, sim. Não os privados) abrem 2/3 vezes por semana porque só há um funcionário (não sei o que aconteceu aos outros). Finanças? 3/4 dias por semana. A segurança social é a única entidade que tem funcionários para estar aberta durante os 5 dias úteis. E não, não estamos a falar de uma terra de ninguém. Pode não ser uma grande cidade, mas está em crescimento. Isto é francamente insuficiente.
A minha teoria? As pessoas reformaram-se e não voltaram a abrir concursos públicos para colmatar essas falhas. Até eu já cheguei a um serviço desses e acabei a bater com o nariz na porta porque estavam fechados nesse dia por falta de funcionários. Tive que voltar no dia seguinte.
Um problema do Interior de Portugal.
Haver funcionários públicos a menos em alguns cargos não elimina o facto de existirem funcionários públicos a mais.
Tenho casa paga, grande salario e vários carros na garagem, faço ferias varias vezes ao ano….
Ainda dizem que o povo é pobre….
/s
Os funcionários públicos são é na sua larga maioria, incompetentes.
Isso são tachos que só se consegue com cunhas. Se não há cunhas ninguém preenche as vagas.
A última vez que fui a umas finanças reparei que não havia nenhum jovem la a trabalhar. Maioria de 55 para cima e talvez um com 45. A FP está envelhecida e sem jovens o conhecimento não se passa nem há gente suficiente daqui a pouco tempo
O OP é um banana que em vez de debater anda a correr cada comentário e cada vez que a resposta não lhe convém ou ofende a IL Ou parte para a agressividade
E há. Há é poucos onde fazem falta e muitos onde não fazem.
[https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/at/Instrumentos_Gestao/Balanco_Social/Documents/Balanco_Social_AT_2024.pdf](https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/at/Instrumentos_Gestao/Balanco_Social/Documents/Balanco_Social_AT_2024.pdf)
Se virem o balanço social da AT, de 2024, na página 11, refere:
>“**Caracterização dos recursos humanos da AT**
>**3.1 Total de trabalhadores**
>A Autoridade Tributária e Aduaneira contabilizava, em 31 de dezembro de 2024, 10.163 trabalhadores em exercício de funções. Comparando com 2023 registou-se um aumento de 29 funcionários correspondente a um crescimento de 0,29% dos efetivos.
>Desde a data de criação da AT (em 01/01/2012), verificou-se uma redução de 1.665 trabalhadores, representando uma redução de 14,1% do total efetivos, conforme se pode observar no gráfico 1.“
Na página 18, refere:
>“**3.7 Estrutura etária**
>A análise da estrutura etária dos trabalhadores da AT em 2024, revela uma concentração nas faixas etárias mais elevadas. O intervalo etário predominante é o dos 60-64 anos que abrange 25,7% do total de trabalhadores, seguido do nível etário dos 50-54 anos com 24,7% e dos 55-59 anos com 15,9% dos trabalhadores da AT (gráfico 9). Consequentemente: mais de 3/4 dos trabalhadores da AT (75,5%) tem mais de 50 anos.
>Embora a idade média tenha baixado ligeiramente, cifrando-se nos 54,7 anos de idade (face aos 55,2 anos em 2023), a preocupação com o envelhecimento do capital humano mantém-se. „.
Mas na minha opinião, o maior impacto foi sentido nos Serviços de Finanças, onde a redução percentual de funcionários foi muito superior à redução total de efetivos, com a agravante do fluxo migratório que ocorreu nos últimos anos exigir muito daqueles serviços, e sem que houvesse uma redução do número de serviços de finanças locais abertos ao público (mais de 350).
O envelhecimento do quadro de efetivos, também é preocupante, porque uma grande percentagem está próxima da idade de reforma, numa área em que é muito relevante a transmissão de conhecimento de funcionários antigos para os novos e o recrutamento e estágios são demorados.