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    12 Kommentare

    1. WallStreetPelosi on

      Continuem a construir depois das alterações à lei da imigração e à lei da nacionalidade e vão ver se os preços não começam a estabilizar..

    2. benito_juarez420 on

      Um bom exemplo de como a mão invisível do mercado bate punhetas aos ricos e mete os dedos no cu dos pobres.

    3. O titulo não mente, para quem vive no Porto para todo o lado que se vai está em obras, ou a construir algo novo. Conheço ruas novas inteiras que foram feitas nos ultimos cinco anos, com muitos prédios em cada uma delas.

    4. OnionPersonal2632 on

      O facto de o Porto liderar na construção não significa que estão a ser edificadas casas suficientes para acompanhar a procura. Se o rácio entre procura e construção continuar desequilibrado a favor da procura, os preços vão continuar a subir, independentemente de se construir mais ou não.

      A solução passa precisamente por aumentar ainda mais o ritmo de construção de forma a desequilibrar esse rácio no sentido oposto.

    5. Upbeat_Parking_7794 on

      Que estimativas são essas? São os fogos vagos, que já estavam vagos antes?

      É preciso estarem vagos e disponíveis para venda ou aluguer. 

    6. Com t1’s a 400 000 euros é natural que tenha apartamentos novos vazios.

    7. DanielShaww on

      Cidades onde há mais procura de casas são as que as empresas de construção mais constroem. Mais notícias às 11h

    8. Não há problema, a receita reverterá sempre aos que tem aconselhado o caminho do abismo

    9. materpcteco on

      Em Lisboa, vejo casas novas a serem rapidamente ocupadas, nota-se muito a pressão da procura. Necessitamos de aumentar a oferta e descentralizar

    10. Castro_Laboreiro on

      mas o Cotrim e o Carlos Guimaraes Pinto disseram que isso ia fazer os preços baixar!!! onde esta o meu T1 a 100k então?

    11. Lord3_Almeida on

      É importante colocar estes números em perspetiva. Embora o Porto esteja atualmente a liderar em construção habitacional (tal como outros distritos têm também aumentado a sua capacidade), isso não significa que estejamos a construir o suficiente para inverter a tendência dos preços. Na verdade, os níveis atuais de construção estão ainda **muito abaixo dos registados em 2001**, ano em que se atingiram picos históricos. Desde então, Portugal tem vivido **décadas de subprodução habitacional**, com vários anos em que se construíram muito menos casas do que o necessário para acompanhar o crescimento da procura, especialmente nas zonas de elevada pressão como o Porto ou Lisboa.

      A **lei da oferta e da procura** continua a ser válida: se o mercado precisa de 2000 casas e só se constroem 20, os preços vão subir. O facto de existirem fogos vagos não significa que estejam disponíveis ou acessíveis – muitos estão em ruínas, em processo de herança, ou simplesmente não são colocados no mercado por razões fora do âmbito.

      Portanto, não basta apontar para os números da construção atual sem considerar o **défice acumulado** ao longo dos anos. A subida dos preços é consequência direta de uma oferta que continua a ser insuficiente face à procura crescente, alimentada por fatores como o turismo, a pressão dos arrendamentos de curta duração, e a mudança de comportamentos da população.

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