
Mário Mourão: „Chefs hatten noch nie etwas so Gutes für sich“
Mário Mourão, Generalsekretär der UGT, hält die geplante Arbeitsreform für „ein Wunder“ für die Arbeitgeber.
Und er betont, dass „der Streik ein Instrument ist, um den Tisch zu Verhandlungen zu zwingen“.
https://www.publico.pt/2025/11/15/economia/entrevista/mario-mourao-patroes-tao-boa-2154700
Von FarInspection7171
6 Kommentare
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Engraçado que não o ouvi reclamar quando o PS, BE e PCP conseguiram a proeza de quadruplicar o número de imigrantes e inundar o mercado de trabalho com pessoas pouco qualificadas.
A reforma laboral que está em cima da mesa em vez de modernizar e tornar a vida da sociedade mais humanizada, só traz duas coisas:
-maior precaridade
– facilitação de despedimentos
As leis laborais existem para defender o direito dos trabalhadores. Visto ser desigual, a relação patrão – trabalhador.
Estas novas propostas do governo vem fazer exatamente o contrário. Vão tornar os patrões mais poderosos, mais séc. XIX
Acho triste vivermos num país (sociedade) onde simplesmente dizer que algo é bom para os patrões significa – ou pelo menos as pessoas acreditam que significa – ser mau para o resto da população. Em vez de nos focarmos em políticas que são boas, no geral, dividimos a sociedade e defendemos o que achamos que é direta e imediatamente bom para o grupo ao qualquer pertencemos, sem sequer considerar todas as outras variáveis, e celebramos se o outro grupo for prejudicado for prejudicado, como se estivéssemos a travar uma guerra contra o mesmo, quando na realidade estamos é a trabalhar em conjunto e dependemos todos uns dos outros.
Os patrões devem, sim, ter coisas boas. E sabem porque é que a nossa economia é tão merdosa? Porque Portugal acha que os patrões não devem ter coisas boas. No entanto, precisamos de empreendedores. Se os empreendedores não tiverem coisas boas, que razão terão para empreender?
É este pequeno detalhe que escapa à maioria das pessoas. As grandes economias foram todas criadas onde e quando os patrões tinham „coisas boas“. Porque isto é apenas teoria económica elementar. É lógica humana. Para alguém investir e esforçar-se na criação daquilo que a sociedade precisa, óbvio que esse alguém tem de ter algo a ganhar.
A cultura socioeconómica portuguesa é brutalmente antagónica para com a iniciativa empresarial privada. Perpetuamos há 50 anos este mito marxista de que a sociedade está dividida entre oprimido e opressor, e o opressor é sempre o patrão. É quase um pecado ser empresário, tal como é quase um pecado ser rico. Daí termos tão poucos de jeito. Não os queremos cá.
Mais de 90% das empresas são microempresas. A esmagadora maioria dos patrões são cidadãos de classe média. Muitos pouco mais ganham do que os empregados. E isso é apenas se sobrar o suficiente, pois a lei não os protege de levar zero para casa ao fim do mês. São tão vilões quanto quem empregam. E querem exatamente o mesmo que quem empregam: fazer dinheiro.
Na realidade, algo ser bom para os patrões implica que eventualmente será bom para os empregados. Se Portugal for bom para os patrões eles investem, criam empresas, diversificam, e é isso que conduz a melhores ordenados. Mas parece que só entendemos política de curto prazo. Se o povo não sentir que vai já amanhã ganhar algo bom com X política, acha logo que é má e ponto final.
Temos de largar esta mentalidadezinha de camponês analfabeto que acha que todos os empresários são o Tio Patinhas. Mas claro, isto é muita bom para os políticos. Quanto mais divisão, melhor. Assim podem dizer-te „eu estou do teu lado e vou salvar-te do bicho papão“
Agora já se preocupam com os trabalhadores ? Ainda há uns meses a preocupação era a ***Palestina.***
Eu não sei, eu não acredito nos chefes e tenho medo quando tiram direitos a trabalhadores, mas al mesmo tempo oiço que é tão difícil despedir um trabalhador em portugal, que tem que se fazer merda da grossa para ser despedido e des-de que o funcionário saiba a leo até pode fazer a vida negra ao patrão, isto sendo especialmente pior quanto menor a escala da companhia. Quando investidores querem investir em portugal aparentemente o que ficam mais incredulos é com as leis e berucracia.
Eu sei que dar um cm nestas coisas pode dar merda, mas ao mesmo tempo países em dinamarca que são estados socias também sao estados aonde é muito fácil fazer gestão. É possível fazer ambos e duvido que Portugal tenha um bom sistema de lei, agora se o PSD quer simplesmente fazer reforma ou tirar direitos ao trabalhador é outra coisa…