Kunden beschreiben eine Szene der Verwirrung auf dem Green Railway Pass. Züge, die innerhalb von Sekunden „ausverkauft“ sind, erfordern die Bezahlung separater Fahrkarten

    https://cnnportugal.iol.pt/passe-ferroviario-verde/cp/clientes-descrevem-cenario-de-confusao-no-passe-ferroviario-verde-comboios-esgotados-em-segundos-obrigam-a-pagar-bilhetes-a-parte/20251114/6904e17cd34e3caad84ac4b6

    Von NosPimba69

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    4 Kommentare

    1. sardinha_frita on

      Portanto, uma notícia que não surpreende absolutamente ninguém.

      Já aqui há dias alguém aqui se queixava de não conseguir reservar bilhetes mas depois notava que os comboios não iam sempre cheios. Deve haver muito abuso.

      Eu não tenho o passe, e já não é a primeira vez que preciso de apanhar um inter-cidades, por exemplo a uma quarta às duas da tarde, e não consigo porque não há lugares. Como assim não há lugares num comboio à uma quarta feira às duas da tarde!?

      A ideia do passe não é má, mas tendo em conta a fraca qualidade e quantidade de serviço da CP era fácil prever que ia dar asneira.

    2. PresenceAdmirable655 on

      Eu faço muito a linha do Alentejo até ao Porto.

      Já perdi as contas das vezes que tenho que „“tirar““ bilhete de Faro mesmo sabendo que vou entrar apenas a 4/5 paragens de seguida. Caso contrário não só não tenho lugar como também o valor da mensalidade é inútil.
      Este passe verde é muito útil, porém mantém os mesmos horários dos comboios sem o passe…. Não aguenta toda a gente

    3. Atualmente, o preço do passe está demasiado barato. Comprar um passe mensal (20 €) + cartão (6 €) custa 26 €. No entanto, uma única viagem de Intercidades Lisboa–Porto custa 27,50 €. Isto não faz sentido. Qualquer viajante ocasional irá comprar o passe.

      Outra coisa que se deveria mudar era a hora de desbloqueio das reservas. O desbloqueio das reservas deveria ocorrer à hora de partida da origem do comboio, e não na estação onde cada passageiro planeia embarcar. Neste momento, muitas pessoas reservam viagens completas (por exemplo Lisboa → Porto) apenas para garantir lugar, mas entram a meio do percurso. E depois temos comboios que poderiam levar mais passageiros a irem a viagem toda meio vazios.

      Não deveria ser possível reservar viagens de IC para trajetos demasiado curtos ou já servidos por suburbanos/regionais diretos. Há casos, como Santa Apolónia → Vila Franca de Xira, onde pessoas reservam IC apenas para poupar alguns minutos, bloqueando lugares que poderiam servir passageiros de percursos longos, e que apenas são servidos por regionais. Na minha opinião, se existe serviço suburbano ou regional direto e o percurso é inferior a X kms, então não deve ser permitido reservar IC.

      Outra coisa que não sei se acontece, mas que deveria acontecer era: se o passageiro não se encontra no comboio no momento em que o pica passa para picar o bilhete, o lugar deveria ser libertado logo.

    4. Isto não surpreende nada e foi previsto quando a AD anunciou a descida ridícula do passe, sem qualquer reforço da oferta para o sustentar. A AD sabia disso, mas:

      – foi uma medida populista para fingirem que se importam com transportes públicos.
      – o objectivo era que eventualmente falhasse, para daqui a um ano ou dois servir como mais uma justificação para privatizar a CP.

      Tal como no SNS, é óbvio que o plano é fingir que estão a fazer algo bom enquanto detrioram ainda mais os serviços, para eventualmente os privatizar.

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