Hilfshubschrauber, die die Regierung kaufen wird, landen nur auf einem Krankenhaus-Hubschrauberlandeplatz

    https://www.publico.pt/2025/11/11/sociedade/noticia/helicopteros-socorro-governo-vai-comprar-so-aterram-heliporto-hospitalar-2154120

    Von BadDogPreston

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    9 Kommentare

    1. BadDogPreston on

      > Os quatro helicópteros médios Black Hawk que o ministro da Defesa, Nuno Melo, anunciou na semana passada que vai comprar para missões de evacuação médica, só podem aterrar num dos sete heliportos hospitalares autorizados para receber transportes aéreos de emergência médica.

      > Quem o diz é a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), que indica que os Black Hawk só podem aterrar em dois heliportos, apenas um deles hospitalar (o de Braga), e numa pista de ultraleves, em Pombal. A lista reduz-se durante a noite, já que apenas os dois heliportos podem receber voos nocturnos.

      > „O comprimento máximo do helicóptero Black Hawk é de 19,76 metros pelo que se verifica ser compatível com a dimensão das plataformas dos heliportos do Hospital de Braga, do Heliporto de Loulé (certificado, não é hospital) e da Pista de Ultraleves do Casalinho, Pombal (autorizado para operações de protecção civil e emergência médica, não é hospital)“, refere o gabinete de comunicação da ANAC num email enviado ao PÚBLICO.

      > Mas os sete hospitais autorizados a receber helicópteros de emergência médica são uma gota de água num oceano de pistas sem utilização. É que existem pelo menos 37 hospitais públicos com heliportos ou plataformas para receber doentes helitransportados, no entanto, a maior parte não reúne condições para ser utilizado para este fim.

      > Em 2020, o Governo liderado por António Costa anunciou uma „reabilitação dos heliportos“ hospitalares. Mas com a pandemia nada avançou. Em Julho de 2023, o tema voltou à ribalta com a criação de um grupo de trabalho incumbido de „identificar e monitorizar o cumprimento dos procedimentos tendentes à obtenção de autorização de utilização aplicável aos heliportos hospitalares do Serviço Nacional de Saúde“.

      > O grupo tinha seis meses para apresentar o relatório final, mas antes disso o executivo caiu, deixando o trabalho por finalizar. „Na sequência da alteração de todos os nomeados no Grupo de Trabalho, com a excepção do representante da ANAC, por cessação de funções ou mandatos, não foi produzido um relatório final no período estabelecido“, respondeu a ANAC ao PÚBLICO, há pouco mais de um ano.

      > Em Fevereiro de 2020, um mês antes dos primeiros casos de covid-19 em Portugal, o Governo de António Costa assumia que existiam mais de 30 heliportos hospitalares que necessitavam de „intervenção com vista à melhoria da sua operacionalidade“.

      > Nesse comunicado, era identificada uma lista de 12 heliportos em que a reabilitação se afigurava „prioritária“.

      > Previa-se que as intervenções nos heliportos dos hospitais de Bragança, Matosinhos, Covões e Universitário de Coimbra, Viseu, Covilhã, Abrantes, Santa Maria (Lisboa), Garcia de Orta (Almada), Évora, Litoral Alentejano e Faro ficassem „concluídas até ao final de 2020“. Mas tal não aconteceu.

      > Neste momento, existem dez heliportos e uma pista de ultraleves que podem receber os helicópteros de transporte aéreo de emergência médica. Sete localizam-se em hospitais: o Centro Hospitalar de São João, no Porto; o Hospital de Santa Cruz, em Oeiras; o Hospital Garcia de Orta; o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém; o Hospital de Braga; o Hospital do Lamego e o Hospital de Santa Maria. Segundo a ANAC, as aeronaves podem ainda aterrar nos heliportos de Macedo de Cavaleiros, de Paredes-Baltar e no dos Bombeiros de Loulé, além da pista de ultraleves do Casalinho, em Pombal.

      > Na semana passada, Nuno Melo anunciou que o Estado português vai adquirir os quatro Black Hawk, que ficarão a custo zero, já que serão pagos a 100% com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência.

      > Vários especialistas em aeronáutica ouvidos pelo PÚBLICO consideram que estes aparelhos não são os ideais para fazer emergência médica, havendo entre estes quem admita que faz sentido a Força Aérea Portuguesa (FAP) adquirir estes aparelhos numa lógica de escala, já que comprou outros nove UH-60 Black Hawk que ficarão afectos essencialmente ao combate aos incêndios rurais.

    2. Já sorte tivemos do atrasado mental, que apenas servia para andar a mandar bocas no twitter, nao ter optado por chinooks.

      Provavelmente, so nao optou porque pensou que eram chineses…

    3. Esses helis são para a FAP. Tudo o resto é propaganda baratucha. É como dizer que os cargueiros kc390 eram bons para apagar incêndios. Ou então investir no lus222 (da empresa do filho do Aguiar Branco) porque são o ideal para evacuações médicas.

    4. SouthBad3913 on

      Eu já vi um BlackHawk a aterrar no Hospital de São João. Não sei até que ponto esta notícia não será desinformação.

    5. Mobile-Star2713 on

      Então se isso serve para aterrar na casa do Bin Laden, o que é que tem de especial os hospitais em Portugal? Aguardo por um especialista em helicópteros me responda.

    6. VicenteOlisipo on

      CDS-PP e negócios manhosos com empresas de defesa, a match made in heaven.

      Agora ainda por cima com toda a legitimidade democrática do CDS ser um partido que não elege sozinho, só em CDUssização com o PSD.

    7. Decent_Persimmon8120 on

      Este assunto rebentou com todas as fronteiras do ridículo, além dos helicópteros não serem sequer destinados ao INEM, a evacuação e transporte médico será apenas uma das suas missões. Como se isto não bastasse, a própria FAP em colaboração com o INEM e o SNS já testou o Blackhawk em heliportos como o do São João, Bragança e ULS Coimbra, e mesmo não podendo aterrar em alguns heliportos, sempre pode aterrar em outro lugar qualquer como qualquer outro helicóptero do INEM tem feito, e a vitima ai poderá ser transferida para uma ambulância e realizar um curto trajeto para a unidade hospitalar.

      Curiosamente é principalmente o Expresso e o Público que continuam a martelar esta questão de que, os UH-60 não servem para este tipo de missões, é que martelam até mais não

    8. omaiordaaldeia on

      O governo a aproveitar o prr para duplo uso e o pessoal a ser mais papista que Bruxelas.

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