Öffentlicher Dienst. „Wenn wir weiterhin mehr Arbeitskräfte einstellen, werden wir keine besseren Dienstleistungen haben“

    https://www.rtp.pt/noticias/economia/funcao-publica-se-continuarmos-a-aumentar-trabalhadores-nao-vamos-ter-melhores-servicos_n1693428

    Von SILE3NCE

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    16 Kommentare

    1. Alguém lhes diga que estamos com falta de profissionais em várias áreas públicas, eles não devem ver noticiários.

    2. Primeiro cortar burocracia desnecessária. Depois despedir metade da função pública 

    3. gazing_the_sea on

      Temos cada vez mais funcionários, cada vez piores serviços.

      É preciso melhor imenso os serviços e não contratar por contratar

    4. Uma melhor gestão dos serviço fazia toda a diferença e uma reestruturação de alguns organismos temos entidades a mais e algumas praticamente com as mesmas funções.

    5. Ainda não percebi pq não trabalham por turnos, uma pessoa quer ir depois das 16h para fazer um cv tem de tirar o dia de férias…

    6. materpcteco on

      Deviam permitir avaliar o desempenho de modo a incentivar a produtividade. Sei de muitos casos que já não sequer trabalhar porque sabem que não vão ser nunca despedidos.

    7. Pedrogoalmeida on

      – temos entidades a mais com serviços redundantes, que se sobrepõem ou que simplesmente não fazem sentido.
      – há falta de funcionários em certas áreas da função pública. quando os organismos se tornam redundantes ou duplicados, em vez de contratar mais e manter os redundantes deviam ser criados programas de canalização para outros organismos, áreas, funções, etc.
      – há falta de avaliação e de controlo.
      – há falta de digitalização.
      Basicamente, faz falta uma limpeza de alto a baixo, com simplificações de processos, reorganização da força laboral e uma reforma grande e necessária há muito.

    8. user4567822 on

      Portugal tem **mais de 100 000** funcionários públicos (+16,2%) que[ em 2015](https://www.dgaep.gov.pt/index.cfm?OBJID=ECA5D4CB-42B8-4692-A96C-8AAD63010A54) — constituem, atualmente, 14,5% dos [trabalhadores](https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706224046&DESTAQUESmodo=2).

      Às vezes, compara-se essa percentagem com [outros países](https://www.oecd.org/en/publications/government-at-a-glance-2025_0efd0bcd-en/full-report/employment-in-general-government_dafcfac5.html#title-9af50893a0), mas já vi quem dissesse que nem todos usam a mesma métrica e que, por exemplo, Portugal não incluiria os funcionários nas empresas que detém (ex: TAP).

    9. Limpar a casa despedir quem nada faça (que é assim no privado) e contratar pessoas para onde forem necessárias. Acabar com „ditado“ trabalhar para o estado é que é, ninguém é despedido, Ganda tacho.

    10. FarInspection7171 on

      Eu acho que empregados a ganhar um salário de cocó é que são rentáveis.
      Está escrito no a melhores manuais de economia do mundo /s

      Já agora temos médicos enfermeiros farmacêuticos professores polícias, funcionários de tribunais, finanças e hospitais a MAIS. Aliás nota-se…

      Isto o melhor é fazer como foi feito no ministério da eficiência do Musk…
      É só ir até á IL(ei) é chamar a Mariana Leitãozinha. Tem tudo para correr bem como foi nos EUA . /s

    11. Isto é verdade mesmo em empresas privadas. O número de funcionários e eficiência / qualidade não são directamente proporcionais.

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